Mercado de trabalho passará por pior momento no 2º semestre

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Desemprego deverá ficar na faixa de 5,4% ou mais neste ano e para 2016 deverá continuar piorando.

Não se pode esperar muito da economia para 2015, aliás, deve-se esperar o pior e ficar preparado para não ser pego de surpresa e traduzindo isso para os brasileiros, significa que o mercado de trabalho vai viver o seu pior momento no 2º semestre deste ano, uma vez que a crise continua crescendo e atingindo vários setores, a inflação continua fora do controle e novos aumentos estão previstos para a energia elétrica e a gasolina, ou seja, as empresas continuarão reduzindo custos e demitindo.

A preocupação do Governo nem é mais em criar novas vagas, mas pelo menos tentar manter as que já existem, o que será muito difícil.

O Brasil só conseguiu avançar 0,2% no primeiro semestre e a expansão do PIB – Produto Interno Bruto, vai ser a menor desde 2009, de acordo com o próprio Banco Central. Outro problema é que o País fechará 2015 com o pior resultado em relação às contas públicas e antes de chegar ao final do ano, a inflação já estará bem acima dos 6,5% que era a meta esperada.

Os juros continuam aumentando, a indústria não vê a menor possibilidade de fazer qualquer investimento este ano e o consumo das famílias vem só reduzindo.

O cenário é perfeito para a estagnação e até queda da economia brasileira e quando isso acontece, a indústria, comércio e demais setores começam a reduzir gastos e isso inclui o corte de funcionários.



O Mercado de Trabalho continua dando sinais de desaceleração e a expectativa para 2016 é de piora, então, o brasileiro já sabe que, se para o próximo ano a tendência é piorar, o segundo semestre de 2015 continuará sendo um dos piores de todos os tempos.

Para este ano, o desemprego deverá ficar na faixa de 5,4% ou mais e para 2016 deverá continuar piorando.

Os maiores números de demissões deverão ocorrer em um primeiro momento no setor de comércio e também de serviço. Sem ter para quem vender, a indústria aos poucos vai reduzindo a produção até chegar o momento que a demissão é a única saída.

O trabalhador, independente de estar ou não empregado, deve procurar investir em cursos de aprimoramento e qualificação profissional, pois os funcionários mais capacitados tendem a ser preservados, por isso, a hora é de buscar, mais do que nunca, se destacar profissionalmente no mercado de trabalho.

Por Russel



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