Excesso de trabalho afeta a saúde mental



Hodiernamente, é comum encontrarmos pessoas que trabalham em excesso e sequer tiram horário para lazer. Entretanto, alguns neurocientistas afirmam que o trabalho em excesso pode ser tão perigoso quanto fumar. Segundo a pesquisa, o ócio estimula o cérebro a ser mais criativo e inovador.

Desta forma, para ter uma vida mais tranquila e feliz é importante reduzir a carga horária de trabalho e incluir momentos de descanso e lazer na rotina. A teoria é do sociólogo Domenico de Mais, que vem sendo muito estudada desde 1995. Entretanto, a teoria foi comprovada cientificamente pelo italiano Andrew Smart, neurocientista e pesquisador da Universidade de Nova York.



O estudo afirma ainda que as pausas longas fazem com que o cérebro estabeleça conexões que favorecem o autoconhecimento e a criatividade e deveriam ser estimuladas dentro das empresas, o que é muito incomum. No momento de descanso ou quando o indivíduo permanece estagnado, seu cérebro possui regiões que têm mais atividades.

A energia consumida por ele se relacionada com o período em que estamos inertes e quando executamos algum tipo de tarefa muda pouco e tanto faz se você está resolvendo uma equação ou descansando. Essa variação chega no máximo a 5%. O que podemos concluir disso é que o cérebro não desliga mesmo quando estamos inertes. Contudo, a pesquisa mostrou que existem pontos cruciais do cérebro que só podem ser ativadas quando descansamos, o que é fundamental para a saúde mental e com isso conseguimos resgatar informações que ficam ocultas e nos tornarmos mais criativos.



Ressalte-se que, a atividade cerebral quando dormimos é um pouco diferente, uma vez que é neste momento que nosso cérebro consegue fazer uma limpeza e a rede neural consegue ser ativada. E como ele tem diversos níveis de atenção, é importante que estimulemos essas variações nos momentos em que descansamos ou temos algum momento de lazer no decorrer do dia. Outro fator primordial na vida do ser humano é a prática de atividades físicas.

Leia também:  Como fazer a diferença no final do expediente

Por Luciana Viturino

Outros Conteúdos Interessantes

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *