Futuro do mercado de trabalho – Funcionários devem se adaptar às mudanças


  

O mercado nos últimos anos mudou muito e novas carreiras foram criadas. Muitos profissionais podem se encontrar satisfeitos com a carreira e a empresa que trabalham, mas ainda há desafios. Um deles é se perguntar se essa realidade vai durar até a próxima década.

Para saber melhor sobre isso e dar algumas dicas aos leitores, três especialistas do mercado deram algumas dicas para ajudar os profissionais a se manterem atualizados em suas carreiras para os próximos anos.

A primeira dica delas é ampliar o foco de atuação. A tendência é que as empresas exijam profissionais que tenham uma visão generalista e consigam identificar outros assuntos. O profissional que descobrir e conhecer melhor os outros departamentos da empresa vai ser um diferencial. Essa é a opinião do diretor executivo Adriano Araújo.

O parâmetro vem de mercados mais maduros, como os Estados Unidos e Europa, que já exigem que seus funcionários tenham uma visão mais abrangente, segundo o gerente executivo de TI, Henrique Gamba.

Outro quesito é o funcionário se antecipar ao conhecimento. Ele não pode esperar seu chefe cobrar um curso em um determinado assunto, a proatividade deve ser uma constância. Essa atualização será importante para que o profissional preencha as lacunas do tempo em sua formação profissional. A acomodação transforma o empregado em um obsoleto, de acordo com a Presidente do Grupo Empreza, Helena Ribeiro.




O profissional também precisará ser menos conservador. Conviver e saber lidar com outras culturas e a diversidade será um diferencial importante. O mercado do futuro tem a cara dessas exigências. O empregado precisa estar aberto para trabalhar e lidar com pessoas diferentes dele, em todos os sentidos. E isso será uma forma de enriquecimento pessoal tanto para ele quanto para a empresa. Para quem ainda não tem muito conhecimento no assunto, pode ser interessante um intercâmbio cultural para essa multiculturalidade da globalização.

E para a próxima etapa, que está ligada à convivência cultural é ao domínio do inglês. Essa é uma fala antiga, mas que muitas empresas deixam passar porque a maioria dos profissionais brasileiros ainda tem essa deficiência de não ter uma fluência em uma segunda língua. E para crescer como Rússia, China e Índia, o Brasil precisa ter o domínio de outro idioma para conseguir fazer negócios globais, segundo a opinião de Henrique Gamba.

Outras exigências serão as entrevistas por videoconferência ou por telefone e o trabalho à distância e com interação com pessoas em diferentes localidades. 

Por Carolina Miranda


 

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