Profissões onde se encontram mais psicopatas

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Para falar a verdade o assunto que vamos citar não está no dia a dia de muita gente, afinal de contas, sabemos que os psicopatas estão aí e em muitos casos são bem inteligentes. Mas você já parou para pensar como seria se um colega de trabalho seu fosse um? Pois bem, um livro lançado sobre esse tema não apenas aborda a questão dos psicopatas, mas vai um pouco mais a fundo: mostra quais são as profissões que agregam uma maior incidência deles.

O tal livro foi escrito pelo psicólogo Kevin Dutton e se chama "The wisdom of psychopaths: lessons in life from saints, spies and serial killers". Em português isso seria algo como “A sabedoria dos psicopatas: lições em vida de santos, espiões e serial killers”. Continuando sobre o livro o psicólogo afirma que a carreira que mais apresenta psicopatas em potencial é a de CEO. Para fazer companhia ocupando os dois outros lugares do pódio estão as profissões de Advogados e Comunicadores.

Só que a lista apresentada no livro não se limita a essas profissões. Há mais de dez carreiras e entre as diversas apontadas estão policiais, cirurgiões e acreditem, até sacerdotes religiosos.

O psicólogo também aborda em seu livro quais são as profissões com menor número de psicopatas. Entre as apontadas estão as de artistas de uma forma geral, terapeutas, enfermeiros e agente de saúde.

Então vejamos como ficou a lista montada por ele para o livro (parcialmente, diga-se de passagem):




Como falamos acima as primeiras posições ficam com CEOs, Advogados, Comunicadores. Na sequência vamos ter as seguintes em relação ao maior índice desse tipo de gente: Comerciante, Cirurgião, Jornalista, Policial, Sacerdote Religioso, Chef de Cozinha e Burocratas.

Com relação as profissões que menos há pessoas com tendência para serem psicopatas estão as de Agente de Saúde, Enfermeiro, Terapeuta, Artesão, Esteticista e Cabeleireiro, Assistente Social, Professor, Artista, Clínico e Contador.

De qualquer forma é bom ficar de olhos bem abertos. Já que a coisa é um pouco estranha. No ano passado, por exemplo, o neurocientista James Fallon, pai de três filhos e muito bem casado além de ser um psiquiatra de primeira descobriu que tinha um “cérebro de psicopata” quando analisava o seu próprio em uma pesquisa sobre crimes violentos.

Por Denisson Soares


 

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