Como lidar com certas perguntas na entrevista de emprego




Provavelmente você conheça alguém ou se enquadre na lista de desempregados a algum tempo, que chega a realizar diversas entrevistas na mesma semana e não obtém resposta positiva.

Algumas empresas solicitam experiência e outras não, porém, mesmo para quem tem experiência anterior, a ansiedade, falta de autoconhecimento e até mesmo o nervosismo ao aguardar ser chamado podem atrapalhar o desempenho na apresentação.


Entre as perguntas “que nos deixam sem palavras” feitas pelos entrevistadores, podemos citar três com explicações objetivas e simples para te ajudar a perder o medo:

1- Por que devo contratar você?

A resposta para essa pergunta pode variar de acordo com o segmento da empresa e a área que irá atuar, caso isso ocorra. É preciso fazer uma breve pesquisa sobre a empresa antes, identificando a visão e os valores da empresa, assim, você pode expor suas qualidades ao mesmo tempo em que esclarece no que pode ser útil para a mesma.


2- Como você lida com a pressão?

A pressão no trabalho é resultado de que algo pode acontecer de errado, ou fora do tempo. Para isso, pode-se dizer que, quanto à pressão, é preciso saber lidar com os problemas.

3- Cite algumas de suas qualidades e defeitos.

É nesse momento que geralmente descobrimos que sabemos pouco sobre nós. As vezes alguém nos aponta algum defeito, mas é difícil concordar que aquela pessoa pode estar certa.

Preste atenção nas suas atitudes diárias, até mesmo se você é do tipo que dá lugar a idosos ou segura sacolas no ônibus, do tipo que pede “por favor” e diz “obrigada” às pessoas, fora do seu ciclo de amigos ou família. Só tenha cuidado em dizer que é alguém extrovertido, sua postura pode ser de alguém que está tímido demais.

Aproveite as oportunidades do mercado e procure controlar suas emoções em qualquer situação. Caso não seja convocado para aquela vaga, entre em contato com a empresa e solicite um feedback do recrutador, desse modo, você demonstra interesse em aperfeiçoar seus conhecimentos até mesmo no ambiente profissional.

Por Bruna Domingos dos Santos



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