Reconhecimento profissional nas empresas




Muitas vezes leio diversas publicações de pensadores renomados e também ouço dizer que numa empresa o que faz a diferença são as pessoas. Na realidade poucas empresas dedicam tempo para se planejar em relação ao talento humano de seus funcionários, ou seja, as pessoas. Muitas empresas são bem sucedidas no campo comercial, financeiro e produtivo, mas acabam falhando no quesito relações/reconhecimento profissional. Tal afirmativa é muito comum nas pequenas e médias organizações, onde se detecta que existe ainda uma enorme barreira para o seu crescimento.

Ao falarmos de planejamento de pessoas e reconhecimento profissional, estamos nos referindo a questões ligadas à disciplina, à coragem, ao trabalho e principalmente a quebras de barreiras dentro das organizações. Refiro-me especificamente ao mérito intelectual, que diferentemente das pequenas e médias empresas, nas grandes organizações tem peso fundamental, as quais positivamente aumentam seus resultados de forma efetiva por meio dessa ação meritória.


A meritocracia é um modelo de gestão das organizações baseando o seu foco nas pessoas diferenciando suas ações pelo seu desempenho alcançado com métodos e políticas muito bem definidas.

Para se alcançar ou colocar em prática essa ferramenta de gestão numa empresa, o responsável por tal precisa ter em mente quais são as suas crenças, os seus valores e os objetivos que se pretende alcançar, resumindo, ter definido seu objetivo institucional. Aliado a isso, é de suma importância que o papel desempenhado por cada membro dentro da organização, esteja muito bem definido. Vale lembrar que esse objetivo poderá ser em curto, médio ou até mesmo em longo prazo. Para que tudo saia conforme combinado, esse modelo deverá ser acessível a todos, justo e imparcial.

Portanto, o gestor ou dono da empresa/organização possui papel muito importante nessa ação, pois a meritocracia e o reconhecimento do profissional devem caminhar lado a lado e busca-se diferenciar os melhores funcionários dos comuns.


Por Valter Falinacio

Relacionados



Quer deixar um comentário?

Seu e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados *