Jovens buscam satisfação e felicidade no trabalho




Pesquisa revelou que os jovens brasileiros buscam encontrar um trabalho com mais envolvimento emotivo e não tanto empregos tradicionais.

Os jovens brasileiros encaram um severo dilema ao ingressar no mercado de trabalho. Apesar de, na maioria das vezes, apresentarem grande motivação para iniciar uma carreira, o mercado cobra qualificação e experiência. As altas exigências e a mudança da geração de jovens, fez com que a mentalidade destes sofresse relevantes mudanças. O trabalho que antes era visto, a priori, como fonte de renda e como carreira única para a vida toda, hoje é vista de maneira mais dinâmica. Diante dessa realidade podemos perguntar: como os jovens encaram o trabalho no mundo contemporâneo?

Ao contrário do que se pensa, os jovens não buscam no trabalho apenas uma forma de subsistência. Os mais jovens procuram uma fonte de satisfação e felicidade, pois o trabalho precisa ter mais do que apenas uma mera fonte de subsistência.


Este é outro desafio. Como encontrar sentido na vida profissional?

Uma pesquisa realizada pela 99jobs e a Oficina da Estratégia mostrou alguns aspectos que podem responder a essas questões. 1.625 jovens foram entrevistados, a maior parte deles residentes da região Sudeste e com idade entre 15 e 35 anos.

Os resultados demonstram que os jovens estão mais empenhados em conseguir um trabalho com mais envolvimento emotivo e não buscam tanto os empregos tradicionais


A satisfação está ligada ao envolvimento emotivo e também à fonte de renda, que não poderia deixar de existir, obviamente.

Ao contrário dos paradigmas e estereótipos vigentes, os jovens estão mais decididos quando o assunto é escolha de carreira. A nota obtida, de 0 a 10, para a clareza na escolha da profissão e autoconhecimento dos próprios talentos e habilidades é de 7,2 na média. Em compensação, a maioria não dispensa um coaching profissional (orientação profissional).

De uma maneira geral, dinheiro e satisfação pessoal devem andar juntos para os jovens da atualidade. 80% dos entrevistados afirmam que quando se acredita no que está fazendo existe significado na profissão, o que contraria a lógica de “Tempos Modernos” de Charlie Chaplin, que retrata o automatismo do trabalho com o advento do capitalismo e do mundo moderno industrializado.

Sem dúvida, os tempos são outros!

Por André César



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