Mesmo com um mundo globalizado, as qualidades individuais que os líderes possuem variam muito de país para país.

Um levantamento realizado com cerca de 1.500 profissionais de cargos variados e que atuam em 15 diferentes países revelou que mesmo com as qualidades desejadas por uma empresa, os líderes com um perfil globalizado e com alta capacidade de adaptação para atuar em um mercado cada dia mais interligado e conectado, possuem qualidades individuais que variam muito de país para país.

O levantamento foi feito pelo Coaching Research Institute, um centro de pesquisas que está ligado à empresa Coach A. Para levantar os dados necessários, foi perguntado aos entrevistados quais as características de liderança que consideram ideais em um funcionário, dividindo-as em ordem de importância, em dois grandes grupos: as que são essenciais e as que os seus líderes realmente têm.

As características mais desejadas citadas no Brasil foram assumir responsabilidades, ser humilde e saber motivar os companheiros de trabalho. Já no resultado global, o topo dos resultados ficou com assumir responsabilidades, capacidade de motivação dos companheiros e saber ouvir. A característica humildade apareceu somente na oitava posição. Já em países como Alemanha, China e Rússia, a habilidade de fortalecer o ambiente de trabalho e a equipe ficou entre as mais destacadas.

Já dentre as características que são as que os líderes possuem no Brasil, a característica de delegar autoridade apareceu com destaque, assim como o pensamento estratégico e instruções claras. No resto do mundo, características como delegar autoridade, valorização da diversidade e assumir responsabilidades tiveram maior destaque.

Jaqueine Weigel, diretora da Weigel Coaching acredita que os resultados diferenciados são influenciados pela história, cultura e clima, e também do ambiente político de cada país. Não há como generalizar as características de liderança de uma forma global. O que pode ser uma boa característica para um país, pode não ser para o outro. No Japão, por exemplo, as características admiradas são a humildade e o pensamento estratégico.

Segundo a diretora, as empresas multinacionais precisam ter cuidado ao implantar uma filial em um outro país. Nem sempre a cultura da matriz se adaptará corretamente em um outro país. É necessário conhecer bem o local onde a filial irá se localizar, para se adaptar sem a perda da identidade.

Jaqueline critica ainda a postura do gestor brasileiro, que “terceiriza responsabilidades” e procura culpados cada vez que algo não vai bem. Essas posturas fazem os dirigentes brasileiros terem uma péssima imagem, sendo taxados de arrogantes, péssimos ouvintes e focados exclusivamente em processos e resultados positivos.  Para ela, é necessária uma mudança: o verdadeiro líder deve se doar em prol do outro e da empresa, para fomentar o crescimento do todo. É necessária uma evolução para que os nossos gestores parem de ter a imagem apenas de chefes e não se tornarem obsoletos.

Por Patrícia Generoso


Pesquisa revelou que os profissionais preferem trocar o aumento de salário por mais flexibilidade no horário de trabalho.

O aumento salarial é uma das grandes reivindicações dos profissionais atuais. Em qualquer área de atuação é comum encontramos profissionais insatisfeitos com seus salários ou que esperam qualquer aumento nos próximos meses. No entanto, diversos deles preferem trocar o aumento de salário por um modelo flexível de trabalho.

De acordo com um estudo promovido pela Unify, empresa de software e serviços de comunicação, cerca de 43% dos profissionais entrevistados preferem obter um emprego flexível do que um aumento salarial.   

Com o avanço da tecnologia ficou mais fácil trabalhar de maneira remota. Assim, a flexibilidade no trabalho se tornou mais comum. A tendência das empresas em permitir que seus funcionários tenham um modelo de trabalho mais flexível irá aumentar conforme o tempo. Há diversos fatores que contribuem para isso. Um deles é a demanda dos funcionários que solicitam a possibilidade de trabalhos flexíveis. Outro fator é a melhora do mercado de trabalho, além das diversas leis que estão fazendo desta modalidade um direito, em vez de uma regalia de alguns funcionários.

Muitos profissionais se mostram satisfeitos em poderem trabalhar alguns dias da semana em casa, sem precisarem se deslocar para o escritório. Outros se contentariam em apenas ficar parte do dia no escritório e o restante em casa. 

O trabalho remoto, principalmente nas grandes cidades, pode poupar muitos recursos das empresas e dos profissionais. O tempo que o profissional fica preso no trânsito também é levado em consideração. O mesmo poderia trabalhar mais ou ter mais tempo como a família em vez de esperar por horas no trânsito das grandes cidades.  

De acordo com o executivo da Unify, Bill Hurley, os funcionários estão dispostos a levar o regime de trabalho flexível a sério. A pesquisa também mostrou que quase um terço dos profissionais entrevistados afirmou que mudariam de empresa, caso essa modalidade de emprego lhe fosse oferecida.

A pesquisa entrevistou cerca de mais de 800 profissionais em diversos setores como marketing, P&D, finanças, atendimento, TI e outras áreas funcionais.

Por William Nascimento


É preciso ser responsável, demonstrar profissionalismo, investir na carreira, saber trabalhar em equipe, respeitar a opinião dos outros e saber a hora certa de expor suas opiniões para conquistar a confiança dos colegas de trabalho.

Conquistar a confiança dos colegas de trabalho é indispensável para todo profissional, independente da posição que ele ocupa dentro da empresa, mas "confiança" leva tempo para ser conquistada. Porém, com algumas atitudes, o profissional pode fazer com que esta confiança seja conquistada de forma mais rápida.

Ser "Responsável" é a primeira atitude de todo profissional que deseja conquistar a confiança de seus colegas dentro da empresa. Como alguém vai ter confiança se você não chega no horário, se você não é pontual para as reuniões, se não cumpre corretamente as tarefas que lhe são designadas, se desperdiça produtos e não toma cuidado com os equipamentos da empresa, se está sempre precisando de alguém para vigiar o seu trabalho, enfim, é preciso assumir a responsabilidade de seu trabalho, seja ele qual for!

O funcionário que é responsável dentro de uma empresa, rapidamente adquire a confiança dos demais. Claro que isso não acontece do dia para a noite, mas é a partir da observância de todas as suas tarefas, horários e obrigações que você conquistará a confiança de todos, desde aquele que ocupa o cargo mais simples, até os superiores e diretores da empresa.

Outro passo determinante para desenvolver a confiança junto aos seus colegas de trabalho é cumprir tudo aquilo que você diz que irá fazer. Não importa se prometeu entregar um grande projeto dentro de determinado prazo ou simplesmente disse que terminaria uma tarefa simples até a hora do almoço, se você disse, então cumpra! Dentro de um ambiente de trabalho, as pessoas prestam muito mais atenção no que falamos, pois todos estão ali focados no trabalho, não há distrações, então quando dissermos algo, precisamos cumprir.

Mas, para conquistar a confiança dos colegas de trabalho é preciso muito mais, devemos demonstrar profissionalismo, então é importante investir sempre em sua carreira, para que seja respeitado como um bom profissional. É preciso também humildade, principalmente quando cometer algum erro parra que possa assumi-lo e fazer algo para corrigir ou amenizar o erro cometido.

E nos dias atuais, é preciso ser um funcionário que saiba trabalhar em equipe, que respeite as opiniões dos seus colegas e saiba a hora certa de expor suas opiniões, sem querer ser o melhor de todos, mas sempre mostrando-se interessado no melhor resultado para a empresa, visando o benefício coletivo e não o individual.

Por Russel


Para manter a boa convivência no trabalho é preciso saber compartilhar. Compartilhar informações e gentilezas tona o ambiente bem mais tranquilo e bom para trabalhar.

Para termos uma boa convivência no ambiente de trabalho, você também é responsável e simples mudanças em seu comportamento poderão fazer toda a diferença e tornar o dia a dia de todos muito melhor.
E uma atitude simples, mas importante, que você poderá adotar é "Compartilhar". E isso não significa apenas compartilhar um lanche, compartilhar uma ferramenta ou alguma outra coisa deste tipo, é preciso compartilhar tudo, inclusive, informações!

Quando as empresas falam que estão procurando funcionários que sabem trabalhar em equipe, elas se referem justamente a isso, querem pessoas que não guardem todo o conhecimento para si. Não é mais possível existir aquele funcionário que se faltar ao trabalho a empresa quase para porque somente ele era capaz de realizar os serviços.

À medida que você começar a compartilhar seus conhecimentos, seus objetos de trabalho e mostrar a todos que podem contar com você, a convivência no trabalho fica muito melhor, até porque esta sua atitude vai contagiar as outras pessoas que também começarão a compartilhar.

Podendo contar uns com os outros, o trabalho irá fluir muito melhor e ficará muito mais fácil conviver diariamente com pessoas que se comportam desta forma.

Outra forma de melhorar a convivência no trabalho é saber falar na hora certa. Nada de ficar chamando a atenção de um colega de trabalho na frente de todos, quando ele comete um erro. O ideal nesta hora é incentivá-lo a buscar uma solução para o problema o mais rápido possível e depois, em uma conversa particular, procurar saber o que aconteceu, para que sejam tomadas providências para que o erro não se repita.

E outro detalhe muito importante é você compreender que cada pessoa é de um jeito e por isso, você precisará ter comportamentos diferentes ao lidar com pessoas diferentes no seu ambiente de trabalho. Isso não significa ser "falso", é apenas uma forma de saber lidar com a personalidade dos outros, por exemplo, quando se tem um colega de trabalho que se acha dono da verdade, não adianta querer "bater de frente" com ele, isso só vai complicar e deixar o clima ruim no trabalho. Para estas pessoas a dica é ouvir com atenção tudo que eles têm a dizer e quando ele terminar você lhe dar um feedback a respeito de tudo que ele disse, para que assim ele possa sentir que você prestou atenção no que ele falou e agora é a sua vez de expor as ideias.

E quando for lidar com aquele colega "reclamação" que não está satisfeito com o salário, nem com a chefia, não concorda com as normas da empresa e vê defeito em tudo. Neste caso, evite ficar alimentando as reclamações, ouça-o por um tempo e logo em seguida já proponha fazer algo para melhorar a situação ou pergunte-o sobre o que ele acha que deveria ser feito para que fosse diferente.

E assim, sabendo lidar com as características de cada colega, enquanto você se mostra uma pessoa gentil e solidária, será construída uma convivência no trabalho muito agradável, beneficiando a todos.

Por Russel


É preciso ter paciência e persistência para superar o medo de falar em público.

O medo de falar em público é muito mais que um problema de timidez, pode atrapalhar sua vida social e até lhe prejudicar profissionalmente. Mas seguindo algumas dicas relativamente simples, você pode aos poucos ir superando este medo, o importante é ter paciência para ir superando aos poucos, para que finalmente, consiga falar em público com total desenvoltura.

A boa notícia é que hoje em dia, temos a tecnologia para nos ajudar nessa hora e ela é muito bem-vinda. Se você faz uma apresentação em público e fica o tempo todo falando, depois as pessoas vão se lembrar apenas de algumas partes do que foi dito, além de deixar o público cansado e você correr o risco de esquecer algo. E saber que vai ter que ficar o tempo todo falando, que não pode esquecer nada, faz o medo aumentar ainda mais! Então conte com uma boa apresentação em PowerPoint, por exemplo, para lhe ajudar a falar em público. Com o auxílio das imagens, você não vai correr o risco de esquecer algo, é só ir seguindo a sequência das imagens que vão passando. Com esta segurança, você já terá dado um importante passo para não ter medo de falar em público.

É quase sempre a insegurança que gera este medo de falar em público, então uma boa dica é trabalhar esta questão e se sentir mais seguro. Para isso, ao invés de chegar no palco e encarar o público de frente, procure chegar mais cedo e se misture com a plateia. Converse com as  pessoas que vão assistir à sua apresentação, pois assim, quando começar a falar você não estará olhando para pessoas desconhecidas e sim para aquelas com as quais conversou há alguns poucos instantes. Isso vai lhe dar mais segurança, consequentemente, vai perder o medo de falar para estas pessoas.

Perder o medo de falar em público não é uma questão que se resolve do dia para a noite ou em uma semana, leva tempo e isso vai acontecendo naturalmente, à medida que você vai adquirindo prática.

Mas para acelerar este processo, você pode fazer sua parte, começando por treinar em voz alta, em casa mesmo, lendo jornais, revistas ou fazendo uma pequena apresentação para seus familiares e amigos.

Você também pode fazer uma simulação diante de um espelho grande, observando como você se comporta, se tem algum hábito que precisa melhorar, por exemplo, ficar balançando muitos os braços, etc.
E desde já, vai se acostumando a treinamento sua respiração, pois durante uma apresentação é importante respirarmos corretamente, para não se cansar muito rápido e para que as palavras fluem com naturalidade e todos possam lhe entender de forma mais clara.

E quando for começar a falar, evite já ir direto ao assunto. Arrume todos os papéis com calma, ajeite o microfone, olhe para a plateia, procurando olhar nos olhos de cada um e cumprimente a todos de forma cordial e serena.

Por Russel


Os líderes devem confiar na capacidade de seus subordinados e delegar atividades de uma maneira correta, de acordo com a habilidade de cada um. Com isso, a empresa e a equipe só têm a ganhar.

Ter a mania de fazer todas as tarefas sozinho não é um bom negócio. Além de ficar marcado como individualista, os outros funcionários podem não gostar de sua atitude, o que gerará um afastamento dos demais companheiros, que o considerarão presunçoso e “dono da verdade”.

Além de afastar seus companheiros, assumir tarefas sozinho pode trazer malefícios à empresa, pois se você assume uma tarefa que não é de sua responsabilidade, ou que não está acostumado a lidar, todo o grupo perde em qualidade.

Delegar atividades, confiar na capacidade de seus subordinados é uma característica que o destacará bastante como chefe e fará com que o trabalho renda. Como líder você tem uma visão privilegiada da empresa e de seus funcionários, sabendo exatamente no que cada um pode colaborar para o andamento da tarefa. Dessa forma, todos trabalharão por igual, sem lhe sobrecarregar muito, e a tarefa poderá ser feita em menos tempo, abrindo espaço para outras prioridades da empresa.

Não encare a delegação de tarefas como uma assinatura de irresponsabilidade ou de fraqueza. Esteja aberto a sugestões e participe do processo em grupo. Um indivíduo que delega tarefas faz o melhor por si mesmo, pelos outros e pela empresa.

É preciso, porém, saber delegar as tarefas: analise bem os perfis e distribua bem as tarefas, de acordo com a capacidade de cada um. Não distribua tarefas que você mesmo pode fazer só para se livrar da responsabilidade, ou tirar o peso dos seus ombros. É importante estar presente, continuar participando do trabalho em grupo.

Delegar tarefas é o principal fator de sucesso de sua equipe e com a distribuição correta das funções o trabalho que antes seria feito somente por você, em um tempo grande, consumindo valiosos momentos, agora será feito em equipe, colaborando cada vez mais para a melhora da produtividade de sua equipe e a convivência em grupo.

Por Patrícia Generoso


Alguns fatores influenciam na permanência do funcionário na empresa.

Não é fácil para uma empresa agradar todos os funcionários, saber dividir as responsabilidades, as relações interpessoais e os lucros são tarefas que todas devem fazer para que a empresa funcione perfeitamente. Para isso, é preciso ter funcionários satisfeitos e com vontade de trabalhar, mas como manter os funcionários em uma empresa? Separamos algumas dicas para você aprender um pouco sobre o assunto.

– O ambiente:

Uma parte essencial para todos trabalharem bem é ter um bom ambiente criado, salas muito fechadas e sem janelas podem estressar mais alguns funcionários, além de causar, para alguns, a sensação de estar trancafiado. Pode até parecer exagero, mas muitos se sentem assim, tente usar o melhor possível do espaço que você tem disponível para sua empresa.

– Relações interpessoais:

Talvez a parte mais importante e também a mais difícil, um ambiente com pessoas simpáticas e descontraídas é sempre preferível a um ambiente cheio de estresse e pessoas de cara fechada. Porém, é muito frequente que donos de empresas não entendam que para mudar a forma como as pessoas agem dentro de sua empresa, eles devem mudar suas formas de tratar seus funcionários, pois é um exemplo para os outros e uma base de como é o comportamento naquele determinado ambiente.

– Saber balancear suas regras:

Muitas vezes empresas usam as regras mais para reprimir funcionários que não conseguem produzir do que para ajudar seu funcionamento geral. Isso é usado por muitos lugares e é preciso ter cuidado ao colocar regras rígidas demais sem motivos, isso pode deixar os funcionários receosos e tirar deles o prazer de trabalhar naquele local.

– Sensação de que seu trabalho vale algo:

Em entrevista dada ao Bloomberg, o vice-presidente sênior de RH da Google, Laszlo Bock, disse que as pessoas querem mais do que ganhar dinheiro. Isso significa que além de ter seu trabalho recompensado financeiramente, elas também se sentem gratificadas vendo que conseguiram produzir algo de relevante. Todos nós gostamos de nos sentir úteis de alguma forma.

Por Tom Vitor de Freitas


Empresas buscam profissionais que saibam unir um bom nível comportamental a um bom conhecimento técnico, e isso é cada vez mais difícil de encontrar nos profissionais.

Você já parou para pensar sobre sua vaga no mercado de trabalho? E já parou para pensar quais são as habilidades profissionais que são mais valorizadas no mercado de trabalho? Saber disso pode ser essencial para conseguir avançar em sua carreira e saber quais habilidades você deve priorizar para ser mais valorizado. Mas como descobrir isso?

A empresa de recrutamento Page Personnel realizou um levantamento que indica os nove cargos com mais dificuldade em contratação e a razão dessa dificuldade. Segundo a empresa, profissionais com bom conhecimento técnico e com domínio de uma segunda língua são cada vez mais raros no mercado. Ricardo Ribas, o gerente executivo da Page Personnel, em entrevista ao site Infomoney, diz que funcionários que unem um bom nível comportamental e um bom conhecimento técnico são os mais difíceis de ser achados, é comum se achar com uma habilidade ou com outra, mas com as duas é quase impossível.

A lista conta com 9 cargos, sendo eles: Gerente Comercial, Coordenador de Departamento Pessoal, Analista de Produto, Engenheiro de Vendas, Analista de Desenvolvimento Mobile, Analista Fiscal, Analista Contábil, Técnico de Campo e Consultor de Projeto Logístico.

Na maioria das funções a principal dificuldade de contratação é o domínio de um segundo idioma, que aparece em 7 das 9 vagas. Algumas outras dificuldades como conhecimentos sólidos na área e formação acadêmica também aparecem, porém em menor escala. Os cargos apresentados têm salários que variam de R$ 4,5 mil a R$ 8 mil.

Aprender a unir o que é essencial para seu trabalho e para sua vida é um diferencial, por isso é tão importante ter o domínio de um segundo idioma, habilidade quase indispensável no mercado hoje em dia, não importa qual seja sua área. Saiba desenvolver suas habilidades e que caminhos seguir para conquistar seus objetivos.

Aproveite os dados da lista para aperfeiçoar suas habilidades profissionais, quem sabe um desses cargos não pode ser seu?

Por Tom Vitor de Freitas


Independente do motivo da sua saída da empresa antiga, é preciso saber o que falar em uma entrevista futura sobre ela.

Não importa qual o motivo de sua saída da antiga empresa, em uma entrevista de emprego, sempre surgirá essa pergunta que muitas vezes pode ser constrangedora. Nesse momento, muitas perguntas vêm à nossa mente “Será que eu posso falar mal?”, “Até onde posso ser sincero?”, “Será que é uma pegadinha”, entre outras. Pensamentos assim são comuns e as dúvidas normalmente são as mesmas, afinal, como devo me comportar ao falar da minha antiga empresa em uma entrevista de emprego?

A primeira dica é não tentar fugir dessa resposta ou tentar ser demagogo demais, o recrutador, com certeza, já passou por momentos em que outras pessoas fizeram isso, e elas provavelmente não conseguiram os cargos desejados. O ideal é ser o mais sincero, na medida do possível.

Se você saiu da empresa por brigas e desavenças pessoais, ache uma forma de minimizar isso e suavizar a situação, sem transparecer qualquer sentimento em relação à empresa ou às pessoas que lá trabalham.

O mesmo ocorre se você foi demitido por algum erro seu, seja alguma irresponsabilidade, um erro técnico ou até mesmo injustamente, tente não transparecer qualquer tipo de sentimento negativo, isso faz parecer que você não sabe separar sua vida profissional da pessoal e suas chances naquela entrevista acabam se reduzindo.

Também é recomendável não tentar acabar rápido ou pular essa etapa dando uma frase muito curta que não faz muito sentido, assim como na primeira dica, falar de menos também pode não ser muito bom, pois pode dar a impressão que você não quer ou se sente incomodado ao falar sobre isso.

Tente responder de forma clara e natural, lembre-se que essa não será a pergunta definitiva da entrevista e nem sua parte mais importante, é apenas uma etapa essencial, que todos nós temos que passar. Procure relaxar e mesmo que tenha desavenças no passado, pense que seu próximo emprego pode ser uma oportunidade de crescer pessoal e profissionalmente. 

Por Tom Vitor de Freitas


Alguns chefes não sabem como dar um bom feedback, mas quando essa ferramenta é usada da maneira correta, ajuda o funcionário a se desenvolver dentro da empresa e o estimula positivamente.

Muitas pessoas rejeitam ou sentem medo na hora de conversar com seu líder sobre trabalhos realizados. A rejeição muitas vezes se dá por conta dos funcionários considerarem o momento do feedback, a hora de “tomar bronca”. Isso está longe de ser real, na verdade o feedback, quando usado corretamente, não só estimula o funcionário como também o ajuda a se desenvolver dentro da empresa. Mas por que será que ele é tão confundido com a famosa bronca?

Muitos líderes nãos sabem usar o feedback ou usam esse termo em situações errôneas, é o caso dos chefes que só falam sobre isso quando a equipe ou um funcionário específico cometeu algum erro. No geral, a escolha do ambiente em que é dada a conversa, a hora do dia e com quantos funcionários de cada vez o líder falar, são fatores que influenciam diretamente se o feedback está sendo feito de forma correta, isso porque se a conversa acontecer em algum momento inoportuno, o chefe não vai conseguir conduzir um feedback construtivo.

Outro erro que é constantemente cometido por líderes é focar nas características da pessoa e não em seu comportamento. É claro que algumas pessoas possuem certos traços de personalidade que podem atrapalhar uma equipe, mas em geral, o feedback (se for negativo) deve ser sobre o comportamento do funcionário em determinado projeto ou período.

Para a construção de uma carreira mais sólida, você precisa passar por alguns feedbacks ao longo de sua vida. Não o encare como se fosse um monstro, muitas vezes seu chefe pode ressaltar seus pontos fortes e elogiar atitudes que você tem tomado, pois isso motiva e dá energia para os funcionários se sentirem bem no ambiente de trabalho. Em geral, o feedback é parte essencial da vida no trabalho e se deve aproveitar isso da melhor maneira possível, ressaltar as partes positivas e negativas de uma equipe para que todos estejam prontos para trabalhar juntos.

Por Tom Vitor de Freitas


Salário, falta de reconhecimento profissional, não identificação com os valores da companhia e desmotivação são os principais fatores que influenciam na rotatividade na empresa.

Mesmo com muita coisa sendo feita a respeito, a rotatividade de profissionais ainda tem alcançado taxas relativamente altas nas empresas. Isso preocupa não apenas os profissionais em si, mas também as empresas e as organizações que se veem nessa situação.

São vários os motivos que têm levado cada vez mais a essa rotatividade. Porém, alguns são tão recorrentes que não há forma de fugir deles quando o assunto é esse. De qualquer maneira vale sempre chamar a atenção para o fato de que a empresa para ter um bom funcionamento e até mesmo garantir o seu futuro precisa saber lidar com a entrada e saída de funcionários. Mas este não vai ser o nosso assunto principal, vamos tentar entender alguns dos pontos que levam à rotatividade.

Diversas pesquisas feitas, tanto por especialistas isolados quanto por organizações, têm apontado que o salário quase sempre ocupa a primeira posição. Além de um salário em desacordo com os valores praticados pelo mercado (que nem sempre já são bons), a falta de reconhecimento profissional por parte da empresa, a não identificação com os valores da companhia e a desmotivação também estão na lista dos principais motivos que causam a rotatividade nas empresas.

Gisele Andriotti, consultora de Recrutamento e Seleção da Ricardo Xavier Recursos Humanos, em uma entrevista cedida para o site especializado no setor, Infomoney, comentou sobre o assunto. Vejamos alguns aspectos que foram abordados por ela:

– Quando a rotativa é tida como alta.

Gisele aponta como alta a rotatividade quando, por exemplo, a média de renovação de uma equipe é de cinco anos. Isso em números representaria 20% de desligamentos de profissionais por ano.

Ela ainda chama a atenção para o fato de que isso é algo estressante para todo mundo. Então, ninguém sai livre. O líder encontra problemas e o restante da equipe também, já que quanto mais profissionais vão embora mais trabalho sobra.

– Como lidar com essa situação da melhor maneira possível?

Gisele recomenda fazer uso do humor e a “esportividade”. Ela não descarta o fato de que a situação é extremamente difícil, mas lidar com ela de uma forma menos pesada é melhor para todo mundo. Outro ponto que ela chama a atenção é para o fato de que em nenhuma hipótese se deve descontar nos colegas a raiva por causa da rotatividade. Provavelmente, isso somente vai aumentar a gravidade da situação.

Por Denisson Soares


Identificar-se com os valores e a cultura da empresa é necessário para que o profissional se sinta satisfeito na empresa onde trabalha.

Você se identifica com os valores e cultura da sua empresa? Isso é fundamental para que você possa se sentir realizado e satisfeito na organização em que trabalha. Além disso, também é importante que você procure fazer uma autorreflexão sobre o tema. Por exemplo, quais os critérios de promoção na empresa? O que seu grupo de trabalho valoriza? Você concorda com os fatores estabelecidos? Se o profissional não está muito bem adaptado à cultura da empresa, ele tende a se sentir desvalorizado e insatisfeito. Veja algumas dicas para lidar com a cultura da Companhia.

Quais são os pontos de equilíbrio?

Os pontos de equilíbrio da cultura da empresa estão em harmonia com os seus valores pessoais? Caso não estejam, é preciso buscar e identificar o que está gerando o desequilíbrio e assim redimensionar os pontos, mas desde que isso não interfira nos seus princípios pessoais. Além disso, também, é importante tentar encontrar a razão ou o motivo da Companhia ter aquela cultura. Dependendo da situação, é importante até estabelecer um plano de mudança.

Mudança de departamento: uma solução?

Se o ponto de divergência for muito grande, uma alternativa pode ser a mudança de setor ou departamento. Por isso, o profissional deve conhecer bem o ambiente de trabalho, para que possa se sentir bem com ele mesmo. Se resolver mudar, é necessário que conheça para onde está indo, para aprender a lidar com o chefe, as pessoas e o novo ambiente.

Incompatibilidade de valores

A incompatibilidade de valores pode ser extrema e a saída da empresa pode ser a melhor opção para o funcionário. Mas, não peça demissão antes de encontrar uma nova oportunidade, e estude os valores da nova Companhia. O profissional deve procurar trabalhar em um ambiente em que seus valores pessoais sejam compatíveis com a cultura da empresa. Desta forma, ele vai se sentir bem e contribuir de forma positiva para o crescimento e sucesso da Organização.

Por Babi


Para manter uma boa convivência no trabalho é necessário seguir algumas importantes regras de etiqueta corporativa.

O ambiente de trabalho é o segundo lar de uma pessoa. São entre 8 e 12 horas por dia, em média, que os brasileiros passam em seus trabalhos, desenvolvendo suas funções, obtendo o seu sustento financeiro, mas também, tendo de conviver com outras pessoas – de diferentes credos, pensamentos e posturas.

Nada mais útil e atual do que compreender e colocar em prática algumas regras de etiqueta corporativa. Sim, as regras de etiqueta ultrapassaram o universo da moda e dos eventos sociais para integrarem os meios de boa convivência entre os colegas de trabalho.

As regras são muitas, no entanto, algumas são tão importantes que não podem deixar de ser citadas, tendo a certeza de que, se colocadas em prática, as chances de manter-se no trabalho serão ainda maiores.

Uma regra de etiqueta corporativa básica, que por sinal é tema de matéria em meios de comunicação de grande respaldo como a Revista Exame, é o Respeito. Se cada líder e seus funcionários (liderados) tratarem seus colegas de trabalho do mesmo modo que gostam de ser tratados, sem dúvidas, a empresa tende a ser a mais harmoniosa possível, o que por sua vez, cria um clima de produtividade na organização em que todos saem lucrando.

A segunda regra de etiqueta em ambientes corporativos, que também vale ouro, é não forçar uma intimidade com seu colega de trabalho, intimidade a qual ele ainda não lhe deu espaço para acontecer. É um perigo querer adentrar na privacidade do colega, mesmo que querendo ajudar, pois corre o risco de ser indelicado e gerar um mal-estar entre você e ele. Caso o colega dê espaço, proponha-se a ajudar e a compreender o problema dele. Do contrário, ponha-se no limite da privacidade alheia.   

Evite, ao máximo, brincadeiras na hora do expediente, o que não significa que todos os funcionários, a todo o tempo, devem ser sisudos. No entanto, na hora do trabalho é preciso foco e uma interação com os colegas extremamente profissional. Com isso, não faça brincadeiras fora de hora e, quando o clima for para brincadeira, observe se ela será ou não de mau gosto. Isso vai evitar atmosfera pesada e criação de inimizades desnecessárias no ambiente corporativo.

Outra regra essencial é se impor. Faça com que as pessoas creiam estar em você a capacidade para desenvolver aquela função específica da empresa, de forma rápida e criativa. É aquela velha máxima “acredite em você mesmo e todos a sua volta também acreditarão”.

Seja sempre cauteloso na forma como se dirige ao seu colega de trabalho; falar alto, por exemplo, além de ser deselegante, pode ser considerado como uma ofensa e até mesmo levar à situação de assédio moral, o que não é bom para os funcionários e empresa.

Para efeitos de últimas regras e nem por isso menos importantes, tenha respeito ao seu horário de almoço e ao dos colegas de trabalho; trate os fornecedores com respeito; procure ser gentil com todos no trabalho – desde os serviços gerais até o presidente da empresa – e tenha sempre noção de hierarquia – pois, é para seu chefe que você terá de prestar contas da sua produtividade.

Seguindo essas orientações com dedicação, aumentam as suas chances de ser longa e bem sucedida a sua permanência num ambiente corporativo que é cada vez mais competitivo e exige boa convivência entre parceiros de trabalho e colaboradores.

Por Michelle de Oliveira


Algumas atitudes são necessárias para se manter em uma mesma empresa por um longo período.

Hoje em dia o cenário do mercado de trabalho brasileiro demonstra uma grande rotatividade de profissionais. É cada vez mais raro profissionais que passam toda a sua trajetória profissional dentro de uma única empresa, alguns arranjam oportunidades de trabalho melhor, outros acabam sendo demitidos com muito pouco tempo de casa. Porém, uma pequena minoria consegue se manter no emprego e constrói uma extensa carreira até se aposentar.

E analisando essa temática, quais são as atitudes e as ações necessárias que realmente mantém os funcionários dentro da empresa por longa data? Confira algumas dicas.

– Para se manter numa empresa é preciso vestir a camisa da organização:

De nada adianta querer se manter por muito tempo em uma empresa sem vestir a camisa da mesma. Vestir a camisa da empresa é estar sempre alinhado com todas as necessidades dela, ou seja, o funcionário deve ser comprometido em atuar na área em que a empresa necessita, sempre demonstrando interesse em crescer profissionalmente, além, é claro, de desempenhar bem as suas atividades e logicamente obter destaque na função desempenhada.

– É importante ser solícito e ter um bom relacionamento interpessoal:

Ser um funcionário disposto a ajudar e a colaborar é muito importante, fazer horas extras sempre é um diferencial para quem deseja ter vida longa na empresa, assim como o bom relacionamento interpessoal, não gerar e não participar de conflitos e de fofocas também é essencial.

– Estar sempre atualizado é importante para a empresa e para o profissional:

As empresas valorizam os funcionários que se interessam em se qualificar profissionalmente, então tenha interesse em estudar, nunca pare de fazer cursos complementares e se esforce para conseguir alcançar o nível superior, pois além de te manter no emprego, você terá a oportunidade de ter uma remuneração melhor.

– Evite dar atestados e seja pontual:

Logicamente que atestados de saúde devem ser respeitados, mas muitos profissionais gostam de dar aquele “nózinho” para emendar um feriado ou para participar daquela festa de casamento, então se você quer ter longevidade na empresa, não dê atestados para esse fim, pois o mundo é pequeno e algum colega de trabalho seu, ou conhecido do seu chefe, pode te ver nessas ocasiões e espalhar para toda a empresa. Não chegar atrasado também é um fator importante, pontualidade e assiduidade são qualidades de funcionários velhos de casa.

Então siga essas dicas e boa sorte em seu trabalho. Que você tenha uma carreira longa e brilhante!

Por Rodrigo da Silva Monteiro


Algumas atitudes podem chamar a atenção do chefe e aumentar as chances de ser promovido.

Conseguir uma promoção não é fácil, primeiro porque a tendência das empresas é segurar ao máximo para dar uma promoção a um dos funcionários e segundo porque a concorrência é grande e são vários os funcionários que batalham por uma promoção, mas com algumas atitudes você pode chamar a atenção do chefe e aumentar consideravelmente as chances de obter uma promoção.

Para começar, é importante você aprender a focar no trabalho certo, ou seja, você precisa estar em sintonia com a empresa, é preciso querer o mesmo que a empresa quer. Não adianta você trabalhar bastante para aumentar as vendas do produto X se a empresa quer aumentar a venda do produto Y.  Então, comece certificando-se que seu trabalho está de acordo com as expectativas da empresa.

Importante também é que a empresa saiba que você deseja ser promovido. Pode até parecer óbvio, mas se você trabalha, demonstra estar contente e não fala nada, para a empresa que tem muitas preocupações, vai ser difícil adivinhar que na verdade você está é esperando ser promovido.
Pode até parecer estranho, mas são muitos os funcionários que não querem ser promovidos, preferem continuar nos cargos que estão há anos. Então não fique só esperando a promoção, tenha uma conversa franca com seus superiores, mas jamais impondo condições, apenas demonstre seu desejo de crescer com a empresa.

Outro detalhe importante é não querer ser apenas o melhor na área em que atua, mas procurar conhecer tudo o que acontece dentro da empresa, procurando compreender outros setores, de forma especial aqueles que estão diretamente ligados ao seu trabalho. Mais do que demonstrar curiosidade, é uma forma de você planejar melhor o seu trabalho e dar sugestões para que a empresa possa ir se aprimorando como um todo.

Aprenda desde já a receber críticas, e mais que isso, procure sempre ter um feedback tanto dos seus colegas de trabalho como também dos seus superiores. É muito ruim ouvir nosso trabalho ser criticado, mas você não imagina como isso é importante para aprimorarmos nosso desempenho e esta é uma excelente forma de conseguirmos ser promovidos, pois mostra que você é um funcionário que tem atitude diante dos problemas, que sabe reconhecer os erros e que não só ouve as críticas, mas, principalmente, procura corrigir os erros e resolve o problema mostrando um novo resultado que desta vez, será elogiado.

E cuidado para não ser um daqueles funcionários que gostam de guardar tudo para si, achando que desta forma a empresa irá depender dele e por isso ele será promovido. Isto não existe!

Seja uma pessoa que trabalha em equipe, compartilhe seus conhecimentos, esteja sempre pronto para ensinar algo a seus colegas de trabalho e ajude sempre que for solicitado e quando não for, ofereça sua ajuda. Isso tornará você uma pessoa bem vista pelos demais funcionários e pela direção da empresa, colocando você a um passo de ser promovido.

Por Russel





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