Há vagas abertas para Psicólogos, Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais em diversas regiões do estado.

O Governo de Mato Grosso do Sul abriu nesta segunda-feira (24) processo seletivo para contratação de Psicólogos, Fisioterapeutas e outros profissionais. O salário inicial é de R$ 1.748,15, mais adicional de função de 73,6%, adicional de insalubridade e produtividade SUS (Sistema Único de Saúde).

Com total de 33 vagas que serão distribuídas em todas as funções, os profissionais selecionados trabalharão na Rede Estadual de Ensino na prestação de assistência à saúde de crianças com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação.

Os profissionais serão contratados por tempo determinado com uma carga horária de 40 horas semanais.

As inscrições foram abertas nesta segunda (24), são gratuitas e devem ser feitas por e-mail até as 17h (horário de Mato Grosso do Sul) de sexta-feira (28/08). A ficha de inscrição, o currículo e a documentação devem ser encaminhados para o e-mail de eugenia.calliste@saude.ms.gov.br.

Serão 22 vagas para Psicólogo, sendo:

– 1 em Aquidauana;

– 15 em Campo Grande;

– 1 em Corumbá;

– 2 em Dourados;

– 1 em Jardim;

– 1 em Novo Horizonte do Sul;

– 1 em Ponta Porã, (também terá uma vaga para Terapeuta Ocupacional).

Em Campo Grande serão 6 vagas para Fonoaudiólogos, 1 para Fisioterapeuta e 3 para Terapeuta Ocupacional.

Para se inscrever o candidato deverá conhecer as normas estabelecidas no Edital, certificando-se que preenche todos os requisitos exigidos para exercer a função a que concorre.

Junto com a ficha de inscrição deverá ser encaminhado para o e-mail os seguintes documentos digitalizados:

A) Registro Geral de Identidade – RG;

B) Cadastro de Pessoa Física – CPF;

C) Diploma de Curso de Graduação de acordo com a função a que concorre;

D) Registro profissional do órgão fiscalizador da profissão;

E) Comprovantes de cursos realizados na área e de atividades profissionais exercidas na área.

A ficha de inscrição e o Curriculum Vitae estarão disponíveis no site www.saude.ms.gov.br e deverão conter:

a) Informações observando as indicações especificadas nos anexos I e II do edital;

b) Estar digitados e assinados, sem rasuras, emendas ou entrelinhas, sob pena de indeferimento da inscrição.

Por Guido Michel Macris


Com a crise, o Governo anunciou o Programa de Proteção ao Emprego, que visa autorizar que as empresas reduzam a jornada de trabalho e façam cortes nos salários de até 30%.

O Governo, preocupado com o aumento do desemprego, principalmente no setor automotivo, anunciou na última segunda-feira (06/07), o PPE – Programa de Proteção ao Emprego, uma medida que autoriza a redução da jornada de trabalho e, consequentemente, cortes no salário dos trabalhadores em até 30% para que o país possa atravessar este momento de crise sem que haja tantas demissões como vem ocorrendo.
Para o trabalhador, o corte em seu salário na verdade será de 15%, já que o Governo utilizará os recursos do FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador – para bancar os outros 15%. Ainda de acordo com a presidente Dilma Rousseff, este programa tem duração máxima de 1 ano e os gastos estimados são de cerca de R$ 112,5 milhões!

O PPE foi criado em parceria com os Sindicatos dos Trabalhadores das Montadoras, porém, não contará com o apoio de Joaquim Levy, ministro da Fazenda, uma vez que o programa vai elevar os gastos do FAT justamente em um período em que o ministro, juntamente com sua equipe econômica, trabalha para conseguir reduzir estes gastos, inclusive através da restrição do acesso ao Seguro Desemprego.

Joaquim Levy se preocupa com o fato de que esta medida provisória seja entendida como uma forma de "relaxamento do ajuste fiscal", principalmente agora que o Congresso Nacional autorizou um aumento salarial para o Judiciário, além do reajuste do salário mínimo que será pago aos aposentados do INSS.
O ministro não se conforma de ter que ficar de um lado fazendo tantos cortes nos gastos e do outro, ver o Governo "relaxando" as medidas que visam ajudar o país a economizar mais.

Para o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, este é um projeto "ganha-ganha", onde segundo ele, vão ganhar os trabalhadores que não serão demitidos mesmo tendo uma redução no salário continuarão a ter sua renda e todos os demais benefícios, ganham as empresas que vão continuar tendo mão de obra para manterem sua produção enquanto contam com uma redução na folha de pagamento e ganha também o Governo que vai conseguir conter a onda de desemprego que vem crescendo por todo o Brasil, além de manter receitas que do ponto de vista fiscal, são fundamentais de serem mantidas em um momento de crise como este que o país atravessa.

Por Russel





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