Google, Brain and Company e Nestlé Purina ficaram nos primeiros lugares no ranking entre as melhores empresas para trabalhar de acordo coma visão dos funcionários.

Todo mundo busca uma boa empresa na hora de trabalhar. Fatores como conforto, remuneração e valorização são os principais motivos que levam a escolha de uma empresa. E quais seriam as melhores empresas para trabalhar na visão dos funcionários?

Um levantamento feito pela empresa Glassdoor ouviu empregados de empresas americanas com filiais no Brasil, e também de multinacionais.  As notas que os funcionários deveriam atribuir à empresa variavam de 0 a 5. Diversos aspectos foram analisados.

Confira abaixo as 5 melhores colocadas na opinião dos próprios funcionários:

Google:

A empresa de informática obteve pontuação média de 4,5. Seus destaques foram para as áreas de Cultura e Valores, onde obteve nota 4,4, nos quesitos Equilíbrio entre vida e trabalho obteve nota 3,9, liderança dos superiores nota 3,8, compensação e benefícios 4,4 e oportunidades de carreira obteve nota 3,9.

Os funcionários dão ainda destaque positivo a características como a preocupação da empresa com o próximo e destaque negativo às constantes reorganizações estruturais.

Brain and Company:

A empresa obteve média 4,4. Ela trabalha com consultoria estratégica para negócios, governos e ONGs.

Obteve destaque em Cultura e Valores (nota 4,7), Compensação e benefícios (4,4), Oportunidades de carreira (4,6) e Liderança dos superiores (4,3).

Dentre os comentários positivos sobre a empresa há o elogio para a cultura interna, que mistura inteligência e humildade de forma diferenciada. Na parte negativa, é citado o equilíbrio entre o trabalho e a vida, já que a empresa possui horários difíceis e viagens nem sempre convenientes.

Nestlé Purina:

A multinacional que trabalha com alimentos, aparece na terceira posição do ranking com uma média de satisfação de 4,4 pontos.

Fato interessante é que a multinacional pontuou acima dos 4 pontos em quase todos os quesitos pesquisados.

Como fatores positivos, os funcionários apontaram o respeito pelo cliente e a estabilidade na empresa. Um dos fatores negativos apontados por um dos entrevistados é a pouca quantidade de promoções em alguns departamentos.

Outras notas:

Outras empresas que pontuaram de forma invejável foram a F5 Networks, que trabalha com serviços de informática e obteve nota de 4,3 pontos de satisfação, ocupando o quarto lugar no ranking. A quinta colocação ficou com a empresa Boston Consulting Group, que é uma das empresas de consultoria mais influentes e importantes de todo o mundo. A nota dada pelos funcionários foi de 4,3 pontos.

O ranking continua ainda com empresas conhecidas, como Procter and Gamble (11º lugar), a rede social Facebook (13º lugar), Apple (22º lugar) e Nike (25º lugar).

Iniciativas como essa são importantes, para que as grandes empresas tenham cada dia mais preocupação com o bem-estar de seus funcionários. Afinal, para trabalhar em uma empresa de grande porte, é necessário um currículo invejável e bastante experiência. Nada mais justo que as empresas também sejam avaliadas e classificadas de acordo com o que oferecem aos seus colaboradores.

Por Patrícia Generoso


Pesquisa revelou que os profissionais preferem trocar o aumento de salário por mais flexibilidade no horário de trabalho.

O aumento salarial é uma das grandes reivindicações dos profissionais atuais. Em qualquer área de atuação é comum encontramos profissionais insatisfeitos com seus salários ou que esperam qualquer aumento nos próximos meses. No entanto, diversos deles preferem trocar o aumento de salário por um modelo flexível de trabalho.

De acordo com um estudo promovido pela Unify, empresa de software e serviços de comunicação, cerca de 43% dos profissionais entrevistados preferem obter um emprego flexível do que um aumento salarial.   

Com o avanço da tecnologia ficou mais fácil trabalhar de maneira remota. Assim, a flexibilidade no trabalho se tornou mais comum. A tendência das empresas em permitir que seus funcionários tenham um modelo de trabalho mais flexível irá aumentar conforme o tempo. Há diversos fatores que contribuem para isso. Um deles é a demanda dos funcionários que solicitam a possibilidade de trabalhos flexíveis. Outro fator é a melhora do mercado de trabalho, além das diversas leis que estão fazendo desta modalidade um direito, em vez de uma regalia de alguns funcionários.

Muitos profissionais se mostram satisfeitos em poderem trabalhar alguns dias da semana em casa, sem precisarem se deslocar para o escritório. Outros se contentariam em apenas ficar parte do dia no escritório e o restante em casa. 

O trabalho remoto, principalmente nas grandes cidades, pode poupar muitos recursos das empresas e dos profissionais. O tempo que o profissional fica preso no trânsito também é levado em consideração. O mesmo poderia trabalhar mais ou ter mais tempo como a família em vez de esperar por horas no trânsito das grandes cidades.  

De acordo com o executivo da Unify, Bill Hurley, os funcionários estão dispostos a levar o regime de trabalho flexível a sério. A pesquisa também mostrou que quase um terço dos profissionais entrevistados afirmou que mudariam de empresa, caso essa modalidade de emprego lhe fosse oferecida.

A pesquisa entrevistou cerca de mais de 800 profissionais em diversos setores como marketing, P&D, finanças, atendimento, TI e outras áreas funcionais.

Por William Nascimento


Pesquisa revelou que a questão salarial é o principal fator para mudar de emprego. Em segundo lugar ficou o desenvolvimento profissional, e em 3º, as chances de crescimento na carreira.

O LinkeIn divulgou recentemente os resultados obtidos pela sua pesquisa intitulada Tendências de Talentos de 2015. De fato, os resultados já eram meio que esperados levando em consideração alguns dos aspectos do mercado. A questão salarial continua pesando bastante nas decisões que são tomadas pelos profissionais. De acordo com o levantamento, 49% dos brasileiros que participaram da entrevista afirmaram que o principal motivo que os fariam mudar de emprego seria mesmo o valor da remuneração.

Como “segundo colocado” aparece o tópico desenvolvimento profissional. Aqui o percentual apontado foi de 43%. Com 41% e ocupando a terceira posição aparecem as chances de crescimento na carreira.

A rede social LinkedIn possui mais de 350 milhões de usuários ao redor do mundo. Aqui no Brasil, são 21 milhões. A pesquisa Tendência de Talentos considerou levantamentos feitos com mais de 20 mil profissionais espalhados por 29 países. No Brasil, foram 660 entrevistados.

E por falar em entrevista, a maior parte dos participantes disse que não se sentem seguros tanto em relação ao cargo nem com a empresa para a qual irão possivelmente prestar serviços. Isso mesmo considerando que a vaga tenha sido amplamente divulgada.

Um percentual de 87% (a grande maioria) respondeu que sobre esse ponto um bom resultado obtido na entrevista para a vaga poderia fazê-los mudar de opinião sobre o assunto abordado acima. Ainda sobre a entrevista  esses profissionais esclareceram que consideram ela como algo fundamental que pode influenciar e muito na decisão de ingressar na empresa ou então continuar a busca por novas oportunidades.

94% dos participantes brasileiros responderam que após participarem de uma entrevista em alguma empresa o que mais esperam é receber dela um feedback.

Um ponto interessante dessa pesquisa do LinkedIn é que praticamente todos os participantes (brasileiros) disseram que se caso fossem contatados pelo seu futuro gerente ou ainda pelo recrutador a decisão pela aceitação da oferta de emprego poderia ser mais rápida.

Por Denisson Soares





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