Taxa registrada foi de 8,3%, sendo o maior patamar alcançado desde quando o índice começou a ser medido.

A taxa de desemprego voltou a aumentar e já registra nada menos que 8,3% no segundo trimestre de 2015. Com isso, trata-se da maior taxa da série histórica, sendo que a mesma teve início em 2012. Vale destacar que a taxa de 8,3% também aumentou quando a comparação é feita com o segundo trimestre de 2014, haja vista a taxa de 6,8% na ocasião. Esses são números oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Levando em consideração os números destacados acima, segundo o IBGE, a população desocupada, que já chega a 8,4 milhões de pessoas, apresentou avanço de 5,3% em relação ao primeiro trimestre de 2015. Quando a comparação é feita com o segundo trimestre de 2014 o resultado é ainda pior: avanço de 23,5% em relação ao número de desocupados.

Além disso, é importante destacar que o nível de ocupação chegou à taxa de 56,2% no segundo trimestre de 2015. É importante ressaltar que se trata do índice mais baixo da série histórica, segundo o IBGE. O nível da ocupação é responsável por medir a parcela da população ocupada em relação à população que possui idade suficiente para trabalhar.

Dessa forma, a população ocupada foi estimada em 92,2 milhões de pessoas o que a torna estável em relação ao primeiro trimestre de 2015 e o segundo trimestre de 2014. O IBGE também destaca que houve um aumento da procura por trabalho. O aumento nesta categoria foi de 421 mil pessoas se compararmos com o primeiro trimestre de 2015 e um aumento de 1,6 milhão de pessoas quando a comparação é feita com o segundo trimestre de 2014.

A pesquisa também aponta que 38,7% das pessoas que estão com idade suficiente para trabalhar foram classificados como fora da força de trabalho. Isso significa que essas pessoas não estavam entre os ocupados nem entre os desocupados na semana base da pesquisa. Dentre os 38,7% que estavam fora da força de trabalho a grande maioria era mulher, sendo que no segundo trimestre de 2015 as mulheres representaram 65,8% dos 38,7%.

Por Bruno Henrique


Taxa registrada foi a maior alta para os meses de julho desde o ano de 2009.

O ano de 2015 tem sido bastante difícil para o Brasil. Além do desastroso cenário econômico no qual estamos inseridos, também podemos destacar o desemprego, pois a taxa de desemprego cresce desde o início do ano. O mês de julho, por exemplo, representa a sétima alta mensal de forma consecutiva e o patamar de 7,5%. Portanto, estamos falando da maior alta para os meses de julho desde o ano de 2009. Esse é um dado oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE.

Além disso, é importante ressaltar que quando consideramos todos os meses do ano, a taxa de 7,5% passa a ser a maior desde março de 2010. Na ocasião a taxa do desemprego chegou a 7,6%.

Segundo os especialistas, o grande problema em 2015 é de fato o crescimento de forma mais intensa que em 2014.

É importante ressaltar que a população desocupada, ou seja, aqueles que estão em busca de trabalho, também sofreu aumento e chegou ao patamar de 1,8 milhão de pessoas em julho. Esse patamar representa um aumento de nada menos que 9,4% quando comparado a junho. Quando a comparação é feita com julho de 2014 o resultado é ainda pior: 56% de aumento. Sendo assim, segundo o IBGE, trata-se do maior crescimento anual da população desocupada em toda a série histórica, a mesma foi iniciada em março de 2002.

A população ocupada, por sua vez, ficou em 22,8 milhões de pessoas, ou seja, a mesma ficou estatisticamente estável. Esse dado mostra pessoas que não trabalhavam e que também não procuravam emprego passaram a concorrer com aqueles que já estavam no mercado.

Em geral, quando os dados da população ocupada são analisados de acordo com grupos de atividades (setores) existe certa estabilidade. No entanto, alguns setores registraram queda como, por exemplo, o setor da construção que ficou com baixa de 4,2%. A indústria também registrou queda na taxa de sua população ocupada: 5,2%.

Por Bruno Henrique





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