Qualquer tipo de lesão corporal ou perturbação que venha causar a morte, a perda, ou a redução da capacidade de trabalho em serviço é considerado um acidente de trabalho. O anúncio vale até mesmo quando a pessoa está fora de seu local e horário de trabalho, ela estando indo ou voltando da empresa, por exemplo,  ou realizando algum tipo de serviço ou ainda fazendo algum curso ou treinamento pela empresa. Você sabia? É o caso da publicitária Ana Maria Ferreira, que não sabia quando passou por isso.

O piso da agência que ela trabalhava estava com uma parte solta, sem prestar atenção, um dia ela passando, tropeçou e quebrou o pé. Isso lhe rendeu meses de fisioterapia e gastos com medicamentos. A empresa não havia se manifestado sobre isso para prestar qualquer tipo de ajuda, e ela teve que arcar com todas as despesas. Por falta de informação ela não sabia que poderia ter exigido que a empresa arcasse com todas as despesas. Óbvio que ninguém gostaria de sofrer um acidente, seja ele de trabalho ou de qualquer outra natureza.

No entanto, para que a história que ocorreu com Ana Maria não se repita com você, saiba o que você deve fazer em casos como o dela. Ao sofrer um acidente de trabalho, há um procedimento bem simples a ser feito: comunique o ocorrido ao gestor de sua empresa ou à área de Recursos Humanos, pois a responsabilidade da empresa é prestar socorro focando no atendimento e na recuperação do acidentado.

Caso houver necessidade de tirar licença, a pessoa deverá receber um auxílio da previdência, que pode ser um auxílio-doença, uma aposentadoria por invalidez, auxílio-acidente ou pensão, de acordo com cada caso.

No entanto, quando o acidente ocorrer por culpa do próprio empregador, além do subsídio, a trabalhador poderá receber até uma indenização.

O site do Ministério da Previdência Social traz mais informações a respeito,  para você ficar mais informado. Para verificar, apenas por precaução, claro, acesse o link: www.previdenciasocial.gov.br.

Por Daniela Almeida da Silva





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