Um dos mais ambiciosos projetos da gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do atual governo comandado pela presidenta Dilma Rousseff é o Trem de Alta Velocidade (TAV), que tem como principal escopo interligar Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo. Previsões apontam que as obras podem começar no próximo ano, com término demarcado em meados de 2018.

Cogita-se a ideia de o trem-bala estimular a criação de linhas de trens nos arredores de seus trilhos, bem como ligação com os sistemas de metrô da cidade de São Paulo. Enquanto especulações são mais fortes que a realidade em si – ao menos por enquanto –, autoridades sugerem a possibilidade de amplas contratações para a idealização desse meio de transporte.

De acordo com Luciano Amadio, presidente da Associação Paulista de Empresários de Obras Públicas (Apeop), 65 mil oportunidades de emprego devem ser criadas em função do TAV. Entretanto, acredita que um vasto programa de formação para as mais diferentes frentes de trabalho precisa ser criado.

Com a escassez da mão de obra qualificada pelo país no segmento da construção civil e áreas correlatas, como neste caso, o governo precisa estimular a ferramenta humana. É certo que o TAV marcará com amplitude muitas economias locais.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fiesp


Uma das características mais recentes do Brasil cerceia conquistas positivas na área econômica, tanto que empresas estrangeiras e nacionais passaram a investir amplamente no território tupiniquim. Decorrente é a criação de empregos, que desde o ano passado atravessa momento singular em toda a história do país.

Em junho, a economia brasileira propiciou a geração de quase 213 mil postos formais. Embora os dados sejam altos se comparados aos obtidos por outros países, o desempenho ficou inferior às estimativas do Ministério do Trabalho e Emprego. Carlos Lupi, ministro da pasta, indica que esse resultado ilustra uma acomodação no mês passado, porém em julho, acredita na recuperação.

Anteriormente, conforme notícia emitida pela agência de notícias Reuters, Lupi aguardava a criação de mais de 309 mil postos com carteira assinada a junho, total contabilizado no período igual de 2009.

Com os dados em mãos, nos primeiros seis meses deste ano foram criadas 1.473.320 vagas formais no Brasil, configurando, outrossim, recorde para o período. Lupi, novamente, ratifica a estimativa de que até o final de 2010 mais de 2,5 milhões de postos serão escriturados no país.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters.


De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), o primeiro trimestre de 2010 bateu recorde de vagas de emprego em relação aos anos anteriores. Até o mês de março, 657.259 novos empregos foram gerados no país.

Segundo o ministro do trabalho Carlos Lupi, existe a possibilidade de abril ter um novo recorde, com cerca de 340.000 novas vagas de emprego.

O governo aposta no sucesso da economia brasileira, que poderá originar 2 milhões de novas vagas ainda esse ano. Lupi acredita que o número de oportunidades de serviço será superior às estimativas, mas para que essas propostas prossigam, deve se ter cuidado em relação às taxas de juros, que se vierem a aumentar, poderão prejudicar os resultados.

Por Rachel Bressan

Fonte: Folha Online





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