Em agosto foram fechadas 86.543 vagas formais de emprego em todo o Brasil. Este foi o pior resultado para o mês desde 1995.

A taxa de desemprego vem crescendo bastante no Brasil, haja vista o grande número de demissões em 2015. No mês de agosto não foi diferente, pois foi registrado o fechamento de 86.543 vagas formais de emprego em todo o país. Com isso, estamos falando da quinta queda mensal consecutiva em 2015. Esse é um dado oficial do Ministério do Trabalho e Emprego. O número de vagas fechadas em agosto é o pior para este mês desde 1995 quando tivemos o fechamento de 116.856 vagas.

A grande preocupação surge quando comparamos os resultados de agosto de 2015 com o mesmo mês em 2014. O resultado de 2014 foi extremamente superior, haja vista a criação de 101.425 vagas de emprego na ocasião. Porém, o resultado de 2015 é ainda pior quando analisamos o acumulado dos últimos oito meses: foram fechados 572.792 postos de emprego. Já em relação aos últimos doze meses, o fechamento de postos de emprego já chega a 985.669.

Além disso, é importante destacar que Manoel Dias, ministro do Trabalho e Emprego, já anunciou que é esperado que sejam fechadas mais de um milhão de vagas de emprego ainda em 2015. Além disso, o ministro também destacou que acredita na total capacidade do governo se recuperar do sucessivo aumento de desempregados em todo o país.

Quando o assunto são os números por setores, temos que destacar que aquele que mais sentiu o golpe do fechamento de postos de empregos foi o da indústria de transformação. Apenas em agosto o setor aqui destacado conseguiu atingir um saldo negativo de 47.944 postos de emprego.

Além disso, o setor da construção civil, um dos mais importantes do país, também registrou um grande número de fechamento de empregos, haja vista o saldo negativo de 25.069 em agosto de 2015. Logo em seguida temos o comércio com fechamento de 12.954 postos. O setor da agricultura registrou a queda de 4.448 vagas formais de trabalho em agosto de 2015.

Por Bruno Henrique


Houve uma diminuição de 58% na criação de novas vagas de emprego formal no Brasil no ano de 2014.

Conseguir um novo emprego formal está mais difícil no Brasil, apontam as pesquisas. Os dados revelados pelo Rais (Relação Anual de Informações Sociais) apontaram que houve uma diminuição de 58% na criação de novas vagas (o país criou 623.077 empregos), em comparação ao ano de 2013. A pesquisa foi divulgada pelo Ministério do Trabalho na última quarta-feira (dia 9).

Desde o ano de 1999 não se via um resultado tão ruim. Naquele ano o país criou 501.630  novas vagas de emprego.

Os números de trabalhadores pesquisados pela Rais incluem os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e desempregados), os trabalhadores celetistas e também os servidores nos âmbitos federal, estadual e municipal e os trabalhadores temporários.

Dentre os setores que sofreram maior queda na criação de novas vagas foram a construção civil, com queda de 76,9 mil vagas e a indústria de transformação que fechou cerca de 121,7 mil vagas.

Segundo os dados revelados pelo TEM, estamos longe do recorde de gerações de empregos: o ano de 2010 registrou um número de 2,54 milhões de novas vagas de empregos formais.

Postos fechados em 2015:

Nos sete primeiros meses deste ano foram fechados cerca de 494.386 postos de emprego com carteira assinada, segundo o revelado pelo Caged. Desde o começo da série histórica registrada pelo Ministério do trabalho, esse foi o pior resultado registrado. A série histórica mede o acumulado dos sete primeiros meses do mês desde o ano de 2002, quando o saldo havia ficado negativo para o mesmo período. Mesmo assim, o acumulado deste ano supera o de 2002.

A queda na criação de novos empregos formais parece ser reflexo da crise econômica que o país enfrenta. Gerar uma nova vaga no Brasil demanda alto custo com direitos trabalhistas e burocracia. Portanto, as empresas preferem não oferecer novas oportunidades, mas aproveita a mão de obra que possuem, oferecendo horas extras ou outras vantagens aos empregados. A queda no consumo também faz com que a criação de novas vagas desacelere, já que o comércio sempre é um grande gerador de empregos.

Por Patrícia Generoso


O trabalho formal no Brasil está crescendo e as estimativas continuam prevendo crescimento até o final do ano.

De acordo com dados divulgados pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), o Brasil teve, em março, 111.746 postos de trabalho com carteira assinada, isso representa mais de 20% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O setor de serviços foi o que mais gerou vagas formais, com 83.182 oportunidades. O segundo colocado no ranking foi o segmento da construção civil com 35.935 postos.

Outro dado que apresentou crescimento no Ministério do Trabalho foi o salário médio de admissão que teve 4,47% de acréscimo neste primeiro semestre do ano. Sendo que a média passou de R$ 950,91 para R$ 993,44. Os valores são baseados no INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).

As regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste tiveram crescimento acima da média nos salários, sendo 6,37%, 6,22% e 5,45%, respectivamente.

Houve aumento no salário também por grau de instrução, principalmente aos que têm menor grau, ou seja, os analfabetos tiveram crescimento de salário em torno de 8% e quem tem até o quinto ano incompleto teve 7,12% de aumento.

Por Natali Alencar


O emprego formal em todo o país cresceu consistentemente durante 2010. Embora as projeções de avanço para os próximos sejam brandas, o comércio varejista da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) computou acréscimo de 6,99% nas vagas com registro em carteira entre fevereiro de um ano atrás e o mesmo mês de 2011.

Em números, o total de postos formais contabilizados em fevereiro de 2010 pulou de 876.235 para 937.466. De acordo com um levantamento realizado pela Federação do Comércio de bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), no comparativo mensal, ante janeiro de 2011, foram geradas quatro mil novas vagas.

A assessoria técnica da federação acredita que o ritmo de contratações com registro em carteira deve permanecer em alta, mas num nível mais baixo em função das nuances da economia, como muito espera o Banco Central (BC) por meio de suas medidas.

Segundo a Fecomercio, a média salarial no comércio varejista ficou em R$ 1.417 em fevereiro, com destaque para as Lojas de Departamento, com salários a R$ 2.292. A menor média foi registrada no setor supermercadista (alimentos e bebidas), de R$ 1.205.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das características mais recentes do Brasil cerceia conquistas positivas na área econômica, tanto que empresas estrangeiras e nacionais passaram a investir amplamente no território tupiniquim. Decorrente é a criação de empregos, que desde o ano passado atravessa momento singular em toda a história do país.

Em junho, a economia brasileira propiciou a geração de quase 213 mil postos formais. Embora os dados sejam altos se comparados aos obtidos por outros países, o desempenho ficou inferior às estimativas do Ministério do Trabalho e Emprego. Carlos Lupi, ministro da pasta, indica que esse resultado ilustra uma acomodação no mês passado, porém em julho, acredita na recuperação.

Anteriormente, conforme notícia emitida pela agência de notícias Reuters, Lupi aguardava a criação de mais de 309 mil postos com carteira assinada a junho, total contabilizado no período igual de 2009.

Com os dados em mãos, nos primeiros seis meses deste ano foram criadas 1.473.320 vagas formais no Brasil, configurando, outrossim, recorde para o período. Lupi, novamente, ratifica a estimativa de que até o final de 2010 mais de 2,5 milhões de postos serão escriturados no país.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters.





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