Confira aqui o valor do teto do seguro desemprego 2017.

Já ficou desempregado? Se sua resposta foi sim, você sabe muito bem que esta fase é muito complicada, a situação financeira e a estrutura que tinha quando estava empregado(a) é abalada.

No entanto, para quem trabalhou com carteira assinada pelo regime CLT e não foi demitido por justa causa, tem um benefício, o Seguro Desemprego.

Este benefício que é financiado pelo Governo Federal é uma forma de manter a sobrevivência do trabalhador enquanto busca uma recolocação no mercado de trabalho.

Um direito que é dado por Lei há mais de 20 anos, na qual beneficia milhares de pessoas que se encontram na situação de desemprego. Algumas regras deste benefício estão mudando e muitas pessoas estão desorientadas quanto a estas mudanças.

Para saber mais sobre estas mudanças, continue lendo este texto até o final, que vamos esclarecer alguns pontos sobre este benefício e principalmente o valor do teto para o ano de 2017.

Mudança nas regras

Como já foi noticiado em vários jornais, o Governo está alterando algumas regras na Lei do Seguro Desemprego, devido a muitas fraudes que foram encontradas trazendo um enorme prejuízo para compor o benefício.

As novas regras para receber o benefício são as seguintes:

1. Ter trabalhado pelo menos 12 meses consecutivos, para receber o primeiro seguro, ou seja, pela primeira vez. Desta forma, pessoas que trabalharam menos que este período, não terá acesso ao seguro.

2. Para o caso de segunda vez solicitando o seguro, são 9 meses consecutivos no mesmo local.

3. E para finalizar, se esta for a terceira vez em diante, são 6 meses de trabalho consecutivos para comprovar o resgate do benefícios.

Novo Teto em 2017

Na última quarta-feira (11), entrou em vigor o novo reajuste do teto para o seguro desemprego. O Ministério do Trabalho informou que o aumento será na parcela que é paga para trabalhadores que ganhavam altos salários, passando de R$ 1.542,24 para R$ 1.643,72, um reajuste de R$ 101,48.

Este reajuste é feito todos os anos de acordo com a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) em relação ao ano anterior.

O benefício corrigido é pago, conforme informou o Ministério do Trabalho, a todos os trabalhadores que foram demitidos sem justa causa.

Os valores são definidos com base em tabela com faixas salariais, neste caso, são 3 faixas.

  • Faixa 1 – Até R$ 1.450,23
  • Faixa 2 – De R$ 1.450,24 até R$ 2.417,29
  • Faixa 3 – Acima de R$ 2.417,29. Esta faixa recebe o valor mais alto, que é de R$1.643,72, conforme citamos acima.

E o valor mínimo que será pago em 2017 é de R$ 937,00.

Marcio Ferraz


Ministério do Trabalho pode adicionar duas parcelas extras no Seguro Desemprego.

Ainda não existe nenhuma confirmação oficial sobre a posição que será tomada, mas o fato é que o Ministério do Trabalho está mesmo considerando acrescentar duas parcelas extras referente ao benefício do seguro-desemprego para aqueles profissionais que no decorrer do primeiro semestre deste ano foram demitidos sem justa causa. Sobre o assunto em questão, o Conselho Deliberativo de Amparo aos Trabalhadores, o Codefat, emitiu um comunicado no qual informa que existe a estimativa de que o adicional das duas parcelas chegue a beneficiar cerca de 500 mil pessoas. Traduzindo isso em termos financeiros, teremos gastos na casa dos R$ 500 milhões.

Alguns profissionais têm levantado certos questionamentos em especial sobre a possibilidade de que isso ocorra. A questão é de que é bem provável que sim. Até porque já tivemos um precedente. No ano de 2008 isso também ocorreu.

Na época a medida foi colocada em prática bem no meio da crise financeira internacional que assolou boa parte dos países do mundo. E da qual muitos amargam as consequências até hoje.

Coisa não muito diferente ocorre no momento atual. Não é segredo para ninguém que as questões econômicas pelas quais o Brasil está passando não dão sinais de mudanças ágeis e muito menos eficientes. Com ela (a crise) vem junto a demora, na maioria das vezes enorme, para o profissional conseguir retornar para o mercado de trabalho. Na realidade, para adotar a proposta é exatamente essa a justificativa que está sendo apresentada tanto pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) quanto por representantes de diversas outras centrais junto ao Codefat.

De acordo com comunicado de Reinaldo Nogueira, atual ministro do Trabalho, a medida para o adicional das duas parcelas continuará sendo objeto de estudo e o assunto deverá chegar a uma conclusão no próximo dia 20 de setembro.

Caso a medida seja tomada, seriam beneficiados profissionais demitidos de diversas áreas, entretanto, algumas delas chamam mais atenção, a exemplo do setor de fabricação de carros, ônibus e caminhões, siderurgia e telecomunicações por satélite. A título de curiosidade, cerca de 43 subsetores da economia seriam abrangidos pela medida incluindo os citados acima, que estão entre aqueles que mais demitiram nos primeiros seis meses deste ano.

É interessante observar que se a medida for adotada haverá apenas o acréscimo de parcelas e não uma revisão dos benefícios como alguns tem sugerido. Atualmente o seguro desemprego permite o pagamento de parcelas que podem variar entre três e cinco salários mínimos. A quantidade de parcelas está sujeita ao tempo de serviço prestado pelo agora profissional demitido.

Por Denisson Soares


Saiba aqui como solicitar o Seguro Desemprego no Funsat de Campo Grande-MS.

O Seguro Desemprego é um benefício destinado ao trabalhador que foi dispensado da empresa na qual trabalhava. Para ter acesso a este direito trabalhista, o profissional deverá se encaixar em determinadas regras impostas pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e, caso esteja apto para recebê-lo, se dirigir a um local que efetive as solicitações de Seguro-Desemprego. Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a Fundação Social do Trabalhador (Funsat) oferece este serviço ao trabalhador. Saiba como solicitar o seu benefício na Funsat.

De acordo com as novas regras do Ministério do Trabalho e Emprego, tem direito ao primeiro pedido do seguro-desemprego todo trabalhador que tenha trabalhado ao menos 12 meses nos últimos 18 meses; o segundo pedido do benefício é destinado ao trabalhador que tenha nove meses de atividade nos últimos 12 meses e, para o terceiro pedido, o trabalhador deverá ter trabalhado ao menos 6 meses nos últimos 36 meses. Desta forma, o Ministério dificulta que o trabalhador faça pedidos seguidos de seguro-desemprego em um curto período de tempo. Todas as informações sobre as recentes mudanças em relação ao seguro-desemprego podem ser encontradas no site do Ministério do Trabalho e Emprego.

Caso o trabalhador se encaixa nos pré-requisitos impostos pelo MTE para fazer sua solicitação do benefício, o Funsat está elegível para lhe ajudar a solicitar seu seguro-desemprego. Para entrar com o pedido do benefício na Fundação, o trabalhador deverá comparecer ao Funsat munido dos seguintes documentos:

  • Formulário do Seguro-Desemprego, cartão do PIS-PASEP ou Cartão do Cidadão, Carteira de Trabalho e Previdência Social, Termo de Rescisão do Contrato de Trabalho devidamente quitado, documento de identificação, últimos três holerites e comprovante de residência.

Com os documentos em mãos, o solicitante deve comparecer ao Funsat, de segunda a sexta-feira, das 07h às 18h, e fazer o pedido do seguro-desemprego. A Agência Municipal de Empregos da Funsat, que realiza o procedimento, fica na Avenida Eduardo Elias Zahran, 1581 – Jardim Santa Dorotéia, em Campo Grande. Além da solicitação do seguro-desemprego, a agência oferece ao trabalhador diversos outros serviços, como orientação ao pequeno empresário, orientação para composição do currículo, banco de vagas de emprego na região e outros serviços destinados a trabalhadores e pequenos empreendedores.

André Barbirato


Saiba aqui como agendar o Seguro Desemprego em Curitiba (PR).

O agendamento do seguro desemprego deve ser feito apenas através da internet. Para agendar, entre no site da Secretaria de Justiça, Trabalho e Direitos Humanos (http://www.aplicacoes.trabalho.pr.gov.br/agendamento/) e selecione a agência mais próxima de sua casa, o dia e o horário de seu interesse. Lembrando que os agendamentos só podem ser marcados para dias úteis, a partir das 8h e estão sujeitos à disponibilidade da agência escolhida. O prazo para requerer o seguro-desemprego é de 7 a 120 dias, contando-se a partir do dia seguinte à data de demissão.

Para habilitar seu seguro-desemprego, você deverá levar à agência:

  • O formulário de seguro-desemprego gerado pelo aplicativo Empregador Web. O formulário deve ser impresso em folha de papel A4 e conter os números 77 como dígitos iniciais do requerimento. OBS: As guias verde e marrom não são mais aceitas no dia do atendimento. Você pode agendar o atendimento em posse dessas guias, porém, quando for ser atendido, deve-se levar o formulário novo. Caso você possua as guias antigas, entre em contato com o empregador e solicite a substituição da guia.
  • Carteira de trabalho (fique atento a rasuras, fotos faltando ou trocadas ou contratos em aberto. Irregularidades podem fazer com que sua carteira de trabalho não seja aceita);
  • CPF;
  • Documento de identificação (RG, Passaporte, Carteira de Habilitação ou protocolo acompanhado de certidão de casamento ou certidão de nascimento);
  • Termo de rescisão do contrato de trabalho;
  • Comprovante de saque do FGTS.

Quem pode requerer o benefício do seguro-desemprego?

  • Apenas os trabalhadores que foram desempregados de forma involuntária, ou seja, aqueles que foram demitidos. Trabalhadores que pediram demissão não têm direito ao benefício;
  • Trabalhadores que trabalharam, pelo menos, 12 meses nos 18 meses imediatamente anteriores à dispensa;
  • Trabalhadores que trabalharam, pelo menos, 9 meses nos 12 meses anteriores à dispensa;
  • Trabalhadores que trabalharam seis meses de forma consecutiva antes de terem sido dispensados.

Veja o número de parcelas que você tem a receber:

Caso seja a primeira solicitação do benefício:

  • 4 parcelas – para quem trabalhou entre 18 e 23 meses no período de referência;
  • 5 parcelas – para quem trabalhou 24 meses ou mais no período de referência.

Caso seja a segunda solicitação do benefício:

  • 3 parcelas – para quem trabalhou de 9 a 11 meses no período de referência;
  • 4 parcelas – para quem trabalhou de 12 a 23 meses no período de referência;
  • 5 parcelas – para quem trabalhou 24 meses ou mais no período de referência.

Caso seja a terceira solicitação:

  • 3 parcelas – para quem trabalhou de seis a 11 meses no período de referência;
  • 4 parcelas – para quem trabalhou de 12 a 23 meses no período de referência;
  • 5 parcelas – para quem trabalhou 24 meses ou mais no período de referência.

Renato Senna Maia


Confira aqui as condições e regras para receber o Seguro Desemprego.

Em 2015, houve algumas mudanças no pagamento do Seguro Desemprego no Brasil, por conta da nova realidade econômica e do mercado de trabalho no país, que começaram a sofrer e seguem sofrendo baixas. Não só o seguro desemprego, mas também o abono salarial, a pensão por morte e o seguro defeso (ou seguro desemprego para o trabalhador artesanal) sofreram ajustes com o intuito de economizar parte do PIB Nacional (em torno de 0,03%, equivalente a R$18 bilhões) ao Governo Federal.

Para que o desempregado receba o benefício garantido por lei pela Constituição Federal, é preciso entender quais são as novas regras e se suas condições atuais condizem com todas elas.

O que é o Seguro Desemprego?

O trabalhador quando demitido de seu cargo sem justa causa, ou seja, não cometeu nenhum erro grave ou desacato às regras do contrato que justifique sua demissão, tem o direito de receber de 3 a 5 parcelas do seguro desemprego. Este auxílio nada mais é do que uma ajuda financeira temporária para que o trabalhador não seja prejudicado economicamente até que possa conseguir se reinserir no mercado de trabalho. 

Quai são as novas regras e quais são as condições para recer o benefício?

É importante saber que aqueles que já possuiam ou já haviam solicitado o seguro antes de 2015 não sofreram com as alterações, pois as leis não retroagem e não se aplicaram a esses trabalhadores. Os que solicitaram o benefício em 2015 devem ter em conta as novas regras que ainda seguem em vigor em 2016.

– Se o trabalhador solicita o auxílio pela primeira vez, ele deve ter no mínimo 12 e no máximo 23 meses de trabalho para receber 4 parcelas e deve ter no mínimo 24 meses de trabalho para receber 5 parcelas.
– Se o trabalhador solicita o auxílio pela segunda vez, ele deve ter no mínimo 9 e no máximo 11 meses de trabalho para receber 3 parcelas, no mínimo 12 e no máximo 23 meses para receber 4 parcelas e mínimo 24 meses de trabalho para receber 5 parcelas.
– Se o trabalhador solicita o auxílio pela terceira vez, ele deve ter no mínimo 6 e no máximo 11 meses de trabalho para receber 3 parcelas, no mínimo 12 e no máximo 23 meses para receber 4 parcelas e no mínimo 24 meses de trabalho para receber 5 parcelas.

Com o aumento do salário mínimo, o valor da tabela do seguro desemprego de 2016 também mudou e varia entre R$ 880,00 (nunca pode ser inferior ao salário mínimo) e R$ 1.542,24. O cálculo do seguro é feito levando em consideração o salário médio dos últimos 3 meses de trabalho antes da demissão. Os novos valores foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social em janeiro deste ano.

Para saber se você tem as condições para receber o seguro desemprego acesse a página da Caixa Econômica Federal para fazer a consulta e agendamento.

Ana Luiza Suficiel


Confira aqui as novas regras para solicitação do Seguro Desemprego.

Através da Lei Nº 13.134, de 16 de Junho de 2015, o Congresso Nacional decretou e a Presidenta da República, em exercício na época, sancionou as alterações das Leis que atuam sobre as regras do benefício do Seguro Desemprego. No site www.planalto.gov.br encontramos as alterações de tais leis.

Entre elas, a Lei Nº 7.998 de 11/01/1990 passou a vigorar com as alterações nas quantidades de meses e nas condições do recebimento do salário. Segundo o site, o trabalhador deverá ter recebido o seu salário de pessoa jurídica ou de pessoa física equiparada a jurídica. Quanto ao tempo de trabalho, temos 3 (três) situações para a solicitação.

Quando o trabalhador for fazer a primeira solicitação do seguro, este deverá ter pelo menos 12 (doze) meses trabalhados nos últimos 18 (dezoito) meses. No caso da segunda solicitação, o trabalhador deve ter no mínimo 9 (nove) meses nos últimos 12 (doze) meses antes da data da demissão. Do terceiro requerimento em diante, este tempo passa para cada 1 (um) dos 6 (seis) meses imediatamente anteriores à data de dispensa.

A quantidade de parcelas também foi alterada. No caso da primeira solicitação, as parcelas podem ser de 4 (quatro) parcelas, onde o trabalhador comprova o vinculo de 12 (doze) a 23 (vinte e três) meses, e de 5 (cinco) parcelas, onde este o trabalhador comprova o vínculo de no mínimo 24 (vinte e quatro) meses completos.

Para os casos da segunda solicitação, temos agora 3 (três) casos. Dois deles são iguais aos mencionados acima no caso da primeira solicitação, incluindo o item com 3 (três) parcelas, que este será destinado ao trabalhador que comprovar entre 9 (nove) e 11 (onze) meses com vínculo empregatício.

A partir da terceira solicitação do seguro, o período de trabalho diminui para 6 (seis) a 11 (onze) meses para 3 (três) parcelas. Para receber 4 (quatro) ou 5 (cinco) parcelas, as regras são as mesmas citadas acima.

Outra alteração que deve ser lembrada, são as dos pescadores artesanais. Esses receberão 1 (um) salário mínimo no período onde a pesca estiver fechada para a preservação da espécie conforme a lei. Este trabalhador deve exercer tal atividade ininterruptamente, na forma artesanal e individual ou se for no caso de regime de economia familiar nos últimos 12 (doze) meses.

Tendo em mente que o benefício é pessoal e intransferível, o trabalhador (a) deve estar no site da Casa Civil e conferir todas as demais alterações e seus muitos detalhes.

Por: Fernando Dias


Confira aqui quem tem direito a solicitação do Seguro Desemprego.

Primeira coisa que está no site da Caixa (www.caixa.gov.br) relacionado a quem tem direito ao seguro desemprego é que o trabalhador deve ter sido dispensado sem a famosa "Justa Causa". Como mais um dos primeiros itens, é preciso que a pessoa esteja desempregada para requerer esse direito e caso ela volte a trabalhar, o benefício é suspenso.

O desempregado para ter direito ao benefício na primeira solicitação deve ter pelo menos 12 (doze) meses de trabalho e esse deve ter sido pago por pessoa jurídica ou pessoa física equiparada à jurídica (CEI). Na segunda solicitação o tempo de trabalho diminui para 9 (nove) meses. Após essas solicitações o tempo é de 6 (seis) meses imediatamente anteriores à data de dispensa.

Caso o cidadão não tenha uma renda própria para se sustentar e sustentar sua família, ele terá direito a tal benefício. O mesmo acontece com quem estiver recebendo benefício de prestação continuada da Previdência Social. Nessa tem a exceção da pensão por morte ou auxílio-acidente.

O Requerimento deve ser feito pelo trabalhador do 7º ao 120º dia posteriores a data de demissão deste e deve ser feito nas agências credenciadas da Caixa. Este benefício também pode ser requerido, no caso de não ser trabalhador normal, na Delegacia Regional do Trabalho (DRT) ou no Sistema Nacional de Emprego (SINE).

O requerente deve levar uma série de documentos junto com a carteira de trabalho. As Comunicações de Dispensa (via marrom) e de Desemprego (via verde), o Requerimento do Seguro, o termo de rescisão do contrato de trabalho, o termo de quitação de rescisão (quando for o caso de menos de 1 ano de serviço) ou termo de homologação, onde esta será quando o trabalhador teve um contrato de trabalho com mais de 1 (um) ano.

Carteira de Identidade, Certidão de Nascimento ou Casamento, Carteira de Habilitação antes do término da validade, Passaporte ou Certidão de Reservista deverão estar presentes na hora do requerimento. Para terminar, deve levar também o comprovante de inscrição no PIS/PASEP, CPF, Documento dos depósitos do FGTS e os 2 (dois) últimos recibos de pagamento da empresa.

Trabalhador Formal, Empregado doméstico, Pescador Artesanal e Trabalhador Resgatado deve conferir no site da caixa algumas restrições para tal benefício.

Por: Fernando Dias


Confira aqui quais passos tomar ao ser demitido de seu trabalho.

Perder o emprego sempre foi com um divisor de águas na vida de todo empregado. É impossível não parar para se perguntar como será daqui em diante, como fazer para manter em dia os compromissos financeiros, o orçamento doméstico e tudo mais.

Esses questionamentos ganham maior dimensão no turbulento cenário econômico que estamos vivenciando no país. De acordo com os últimos dados apresentados pelo IBGE, estamos tecnicamente vivendo um período de recessão econômica, com base na contração apresentada pelo PIB Nacional no último trimestre.

Mas o que fazer depois de ser demitido? Será que está tudo de fato perdido?

Se você acabou de perder o emprego ou só de pensar na possibilidade já perde uma noite de sono se preocupando, este artigo é para você. Continue lendo e saiba: O que fazer após ser demitido?

1. Invista em Aperfeiçoamento:

Você acabou de perder o emprego, não sabe quanto tempo irá demorar a conseguir uma recolocação, portanto, fica inseguro em usar suas economias para realizar um curso ou qualificação. Entretanto, com a baixa oferta de empregos, é muito importante ter um diferencial para conseguir voltar ao mercado. Planeje-se financeiramente e realize algum curso de idiomas, por exemplo, ou se possível quem sabe até mesmo um intercâmbio.

2. Como não ser esquecido pelo mercado:

É unanimidade entre os especialistas em RH que este é o melhor momento para usar da famosa network, por meio de sua rede de relacionamentos. Para isso, busque contato com ex-colegas de trabalho e chefes que possam lhe proporcionar boas referências, ou mesmo informá-los quanto a sua disponibilidade no mercado e saber onde podem surgir novas vagas.

Revise também seu perfil em redes sociais como Linkedin e outros sites de vagas de emprego.

3. Não se deixe abater pelas dificuldades:

Nada de desanimar, possíveis nãos poderão sim surgir pelo caminho. Entretanto, você precisa se manter o mais ativo possível. Para isso, busque encontrar-se com profissionais da área, buscando informações de como anda o mercado, reavalie suas pretensões profissionais. Esforce-se para se manter ativo até a recolocação chegar.

4. Revise seu Currículo:

Ele é sua primeira apresentação a um possível empregador, logo, reveja-o. Não é indicado que o currículo tenha mais de duas páginas, além de que as informações contidas devem ser claras a ponto de que o recrutador consiga entender sua trajetória profissional apenas lendo-o.

Outra dica importante é: sempre que for convidado a uma entrevista presencial, pesquise previamente sobre a empresa e a vaga, demonstre isso no contato com o recrutador, eles valorizam este comportamento que demonstra interesse efetivo por parte do candidato.

Por Jaime Pargan


Confira aqui algumas dicas do que fazer para manter em dia as contas ao perder o emprego.

Ao contrário do que muitos dizem por aí, não está nada favorável quando o assunto é a economia do país. Estamos vivendo uma enorme recessão que tem deixado as pessoas cada vez mais inseguras quanto ao futuro.

Enfrentar o mercado de trabalho se tornou uma aventura que ninguém quer encarar. A taxa de desemprego tem subido como um rojão e hoje já é uma realidade em quase cem por cento de todos os segmentos. A dúvida de quanto tempo irá demorar a se realocar e como se manter neste tempo tem atormentado o sono dos brasileiros.

E você já parou para pensar, se caso você ficasse desempregado hoje como faria para manter o orçamento familiar sem passar por grandes apertos?

Se você já pensou e não chegou a uma conclusão, ou sequer ainda parou para refletir sobre isso, daremos 11 dicas para manter o orçamento da casa em dia se perder o emprego.

1. Conheça bem seus gastos

Do cafezinho a prestação do apartamento, tudo precisa estar bem explicitado em seu orçamento. É muito importante que você saiba quanto gasta e qual sua capacidade de ganho.

2. Revise as prioridades financeiras

Eliminar os supérfluos é fundamental. Se não puder eliminar, ao menos reduza ao máximo custos com TV a Cabo e Internet. Você pode conferir junto a sua operadora planos mais em conta, por exemplo. Tenha claramente aquilo que é prioridade ou não.

3. Tenha cuidado com tomadas de decisões financeiras

Um bom planejamento é indispensável quanto for necessário tomar alguma decisão financeira, como um empréstimo, por exemplo.

4. Reduza o tempo de despesas

É comum nos enganarmos com prestações que “cabem no bolso”. Como o dinheiro está curto, podemos nos enganar prolongando prestações apenas para pagar prestações menores.

5. Evite empréstimos

Como dissemos, você pode não saber quanto tempo se realocará, isso quer dizer que você não sabe se terá dinheiro futuramente.

6. Use as verbas rescisórias como reserva

FGTS, seguro-desemprego e demais valores da rescisão podem ser guardado como fundo segurador para pagar as despesas mensais.

7. Não use o FGTS de uma única vez

Escolha pagar as prestações já adquiridas aos poucos. Nada de se desesperar o usar o FGTS de uma única vez para quitar dívidas.

8. Deixe de lado os cartões de crédito

Em situação de desemprego, o cartão de credito pode ser o maior vilão, além de ter juros altos em caso de atrasos de pagamento.

9. Abandone o Cheque Especial

Controle a ansiedade daquele dinheiro “fácil”, você não sabe quando conseguirá repô-lo.

10. Procure nova fonte de renda

Qualquer possibilidade de ganho é bem-vinda, portanto, descubra ou mesmo utilize aquele talento escondido que pode lhe render algum valor financeiro.

11. Renegocie dívidas o mais rápido possível

Procure seus credores e verifique quais as melhores condições para pagamento de dívidas. Não espere virar uma bola de neve.

Por Jaime Pargan


Taxa de desemprego registrada no 3º trimestre de 2015 foi de 8,9%, a maior desde o ano de 2012.

A taxa de desemprego registrada no terceiro trimestre deste ano foi de 8,9%. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no dia 24 de novembro. A taxa registrada foi a maior registrada desde o ano de 2012.

A taxa registrada superou os últimos dois últimos trimestres. O terceiro trimestre de 2014 registrou 6,8% e 8,3% no primeiro trimestre deste ano.

Cimar Azeredo, Coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, afirma que neste momento do ano era esperado um aquecimento do mercado de trabalho devido à criação de vagas de emprego temporário, porém não é o que está acontecendo.

Os números divulgados fazem parte da nova pesquisa utilizada para este tipo de índice, trata-se da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua.

Entre as regiões do país, foi observada uma maior taxa de desemprego no Nordeste, com 10,8%, contra 6% da menor taxa registrada na região Sul. Se comparada a taxa de desemprego entre os gêneros, as mulheres são as mais atingidas, com 51,2% do total da população desocupada. A tendência de maior desemprego entre as mulheres é observada em todas as regiões, exceto a Nordeste.

Os resultados divididos por faixa etária ficou da seguinte forma: 14 a 17 anos de idade correspondem a 8,4% do total de desempregados, 18 a 24 anos somam 33,1% e adultos entre 25 a 39 anos correspondem a 37% do total.

Com relação ao grau de escolaridade, os desempregados são divididos da seguinte forma: 25,9% dos desempregados não completaram o ensino fundamental, 51,2% possuem ao menos o ensino médio completo e 8,8% possuem ensino superior de escolaridade.

O total de desempregados, segundo o IBGE, é de 9 milhões de pessoas. Esse quantitativo é maior que a população de vários países, como: Suíça, Paraguai, Dinamarca, Noruega, Costa Rica, Uruguai, etc.

A pesquisa revela também que o rendimento médio de todos os trabalhos é de R$ 1.889,00.

Por André César


Será o 4º ano consecutivo de queda nos empregos na indústria brasileira.

Há algum tempo o povo brasileiro está lidando com a crise. Inflação acima da meta, dólar subindo de preço e o pior: o desemprego aumentando.

O desemprego aumentou em cerca de 5% no segundo setor (indústria), o que representa a maior queda no total de empregados assalariados na atividade industrial, em uma série história do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A queda no emprego já vinha acontecendo há 3 anos consecutivos e, não obstante, 2015 caminha para ser o quarto. O resultado supera o do ano de 2009, que, na época, era considerado reflexo da crise internacional iniciada no ano anterior.

De acordo com André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE: "O mercado interno é incerto". Macedo explicou ainda que o mercado de trabalho está menos favorável do que o dos anos anteriores, e a possibilidade de crédito para a indústria, como empréstimos, está cada vez mais escassa e cara. Esse comportamento é justamente o reflexo da incerteza do futuro da situação do nosso país.

A indústria é um setor extremamente agregador de valor em uma economia, por isso é preciso estar alerta, uma vez que um declínio na trajetória do setor pode desencadear um comportamento disseminado nos demais. A queda no emprego, por exemplo, acaba reduzindo a produção de bens e, consequentemente, afetando o comércio e serviços.

O gerente de Coordenação afirmou ainda que, atualmente, o quadro é pior que o de 2009, pois desta vez o mercado todo está em desaceleração, gerando um declínio cíclico.

Infelizmente, os trabalhadores brasileiros precisam se acalmar nos próximos meses, pois não há expectativa de boas notícias. O número de horas pagas continua encolhendo, bem como o valor real da folha de pagamento. Além disso, em razão dos cortes que estão ocorrendo no setor, os funcionários estão perdendo seu poder na hora de barganhar por um melhor salário.

Por Júnior Beluzzo


Em agosto foram fechadas 86.543 vagas formais de emprego em todo o Brasil. Este foi o pior resultado para o mês desde 1995.

A taxa de desemprego vem crescendo bastante no Brasil, haja vista o grande número de demissões em 2015. No mês de agosto não foi diferente, pois foi registrado o fechamento de 86.543 vagas formais de emprego em todo o país. Com isso, estamos falando da quinta queda mensal consecutiva em 2015. Esse é um dado oficial do Ministério do Trabalho e Emprego. O número de vagas fechadas em agosto é o pior para este mês desde 1995 quando tivemos o fechamento de 116.856 vagas.

A grande preocupação surge quando comparamos os resultados de agosto de 2015 com o mesmo mês em 2014. O resultado de 2014 foi extremamente superior, haja vista a criação de 101.425 vagas de emprego na ocasião. Porém, o resultado de 2015 é ainda pior quando analisamos o acumulado dos últimos oito meses: foram fechados 572.792 postos de emprego. Já em relação aos últimos doze meses, o fechamento de postos de emprego já chega a 985.669.

Além disso, é importante destacar que Manoel Dias, ministro do Trabalho e Emprego, já anunciou que é esperado que sejam fechadas mais de um milhão de vagas de emprego ainda em 2015. Além disso, o ministro também destacou que acredita na total capacidade do governo se recuperar do sucessivo aumento de desempregados em todo o país.

Quando o assunto são os números por setores, temos que destacar que aquele que mais sentiu o golpe do fechamento de postos de empregos foi o da indústria de transformação. Apenas em agosto o setor aqui destacado conseguiu atingir um saldo negativo de 47.944 postos de emprego.

Além disso, o setor da construção civil, um dos mais importantes do país, também registrou um grande número de fechamento de empregos, haja vista o saldo negativo de 25.069 em agosto de 2015. Logo em seguida temos o comércio com fechamento de 12.954 postos. O setor da agricultura registrou a queda de 4.448 vagas formais de trabalho em agosto de 2015.

Por Bruno Henrique


Taxa registrada foi de 8,3%, sendo o maior patamar alcançado desde quando o índice começou a ser medido.

A taxa de desemprego voltou a aumentar e já registra nada menos que 8,3% no segundo trimestre de 2015. Com isso, trata-se da maior taxa da série histórica, sendo que a mesma teve início em 2012. Vale destacar que a taxa de 8,3% também aumentou quando a comparação é feita com o segundo trimestre de 2014, haja vista a taxa de 6,8% na ocasião. Esses são números oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Levando em consideração os números destacados acima, segundo o IBGE, a população desocupada, que já chega a 8,4 milhões de pessoas, apresentou avanço de 5,3% em relação ao primeiro trimestre de 2015. Quando a comparação é feita com o segundo trimestre de 2014 o resultado é ainda pior: avanço de 23,5% em relação ao número de desocupados.

Além disso, é importante destacar que o nível de ocupação chegou à taxa de 56,2% no segundo trimestre de 2015. É importante ressaltar que se trata do índice mais baixo da série histórica, segundo o IBGE. O nível da ocupação é responsável por medir a parcela da população ocupada em relação à população que possui idade suficiente para trabalhar.

Dessa forma, a população ocupada foi estimada em 92,2 milhões de pessoas o que a torna estável em relação ao primeiro trimestre de 2015 e o segundo trimestre de 2014. O IBGE também destaca que houve um aumento da procura por trabalho. O aumento nesta categoria foi de 421 mil pessoas se compararmos com o primeiro trimestre de 2015 e um aumento de 1,6 milhão de pessoas quando a comparação é feita com o segundo trimestre de 2014.

A pesquisa também aponta que 38,7% das pessoas que estão com idade suficiente para trabalhar foram classificados como fora da força de trabalho. Isso significa que essas pessoas não estavam entre os ocupados nem entre os desocupados na semana base da pesquisa. Dentre os 38,7% que estavam fora da força de trabalho a grande maioria era mulher, sendo que no segundo trimestre de 2015 as mulheres representaram 65,8% dos 38,7%.

Por Bruno Henrique


Taxa registrada foi a maior alta para os meses de julho desde o ano de 2009.

O ano de 2015 tem sido bastante difícil para o Brasil. Além do desastroso cenário econômico no qual estamos inseridos, também podemos destacar o desemprego, pois a taxa de desemprego cresce desde o início do ano. O mês de julho, por exemplo, representa a sétima alta mensal de forma consecutiva e o patamar de 7,5%. Portanto, estamos falando da maior alta para os meses de julho desde o ano de 2009. Esse é um dado oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE.

Além disso, é importante ressaltar que quando consideramos todos os meses do ano, a taxa de 7,5% passa a ser a maior desde março de 2010. Na ocasião a taxa do desemprego chegou a 7,6%.

Segundo os especialistas, o grande problema em 2015 é de fato o crescimento de forma mais intensa que em 2014.

É importante ressaltar que a população desocupada, ou seja, aqueles que estão em busca de trabalho, também sofreu aumento e chegou ao patamar de 1,8 milhão de pessoas em julho. Esse patamar representa um aumento de nada menos que 9,4% quando comparado a junho. Quando a comparação é feita com julho de 2014 o resultado é ainda pior: 56% de aumento. Sendo assim, segundo o IBGE, trata-se do maior crescimento anual da população desocupada em toda a série histórica, a mesma foi iniciada em março de 2002.

A população ocupada, por sua vez, ficou em 22,8 milhões de pessoas, ou seja, a mesma ficou estatisticamente estável. Esse dado mostra pessoas que não trabalhavam e que também não procuravam emprego passaram a concorrer com aqueles que já estavam no mercado.

Em geral, quando os dados da população ocupada são analisados de acordo com grupos de atividades (setores) existe certa estabilidade. No entanto, alguns setores registraram queda como, por exemplo, o setor da construção que ficou com baixa de 4,2%. A indústria também registrou queda na taxa de sua população ocupada: 5,2%.

Por Bruno Henrique


A taxa de empregos na indústria apresentou queda de 5,2% nos primeiros seis meses do ano de 2015. No acumulado dos últimos 12 meses também há a queda, sendo de 4,6%.

O atual cenário econômico brasileiro traz consigo uma grande quantidade de consequências negativas. Um dos setores mais atingidos pela crise é, sem sombra de dúvidas, a indústria, haja vista a queda na taxa de empregos da indústria pelo sexto mês consecutivo. Dessa forma, os dados oficiais apontam que o mês de junho registrou um recuo de 1% quando comparado com maio. Esse é um dado oficial do Instituto Brasileiro de Geografia de Estatística.

O resultado negativo não é exclusivo do mês de junho, pois no primeiro semestre de 2015 o recuo no número de empregos nas fábricas de todo o Brasil já registra um recuo de 5,2%. Além disso, é importante destacar que o resultado acumulado dos últimos doze meses também é negativo: baixa de 4,6%. Outro detalhe muito importante é a comparação com junho de 2014, que aponta um recuo de 6,3% no emprego industrial. Trata-se nada menos que a maior queda desde agosto de 2009.

Os dados apresentados nesta matéria são bastante preocupantes, pois, segundo o IBGE, a grande maioria dos setores que participaram da pesquisa registraram baixas nos empregos quando comparado a junho 2014.

Dentre as categorias que mais sofreram com a baixa de emprego está a de máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações que registrou baixa de 13,9%. Logo em seguida temos o segmento de produtos de metal que registrou recuo de 11,8%. O segmento de meios de transporte ficou com baixa de 11,4%. Logo em seguida temos: máquinas e equipamentos, vestuário e alimentos e bebidas com baixas de 8,9%, 6,7% e 3,0%, respectivamente.

Além disso, vale ressaltar que a análise do segundo trimestre mostrou que o nível de assalariados na indústria sofreu retração de 5,8%, portanto, temos a 15ª taxa negativa de forma consecutiva.

Com tais baixas é evidente que a produção industrial também caiu. Mesmo após mostrar resultados positivos em maio, a produção industrial acabou mesmo por registrar uma retração de 0,3% no mês de junho.

Por Bruno Henrique


Desemprego deverá ficar na faixa de 5,4% ou mais neste ano e para 2016 deverá continuar piorando.

Não se pode esperar muito da economia para 2015, aliás, deve-se esperar o pior e ficar preparado para não ser pego de surpresa e traduzindo isso para os brasileiros, significa que o mercado de trabalho vai viver o seu pior momento no 2º semestre deste ano, uma vez que a crise continua crescendo e atingindo vários setores, a inflação continua fora do controle e novos aumentos estão previstos para a energia elétrica e a gasolina, ou seja, as empresas continuarão reduzindo custos e demitindo.

A preocupação do Governo nem é mais em criar novas vagas, mas pelo menos tentar manter as que já existem, o que será muito difícil.

O Brasil só conseguiu avançar 0,2% no primeiro semestre e a expansão do PIB – Produto Interno Bruto, vai ser a menor desde 2009, de acordo com o próprio Banco Central. Outro problema é que o País fechará 2015 com o pior resultado em relação às contas públicas e antes de chegar ao final do ano, a inflação já estará bem acima dos 6,5% que era a meta esperada.

Os juros continuam aumentando, a indústria não vê a menor possibilidade de fazer qualquer investimento este ano e o consumo das famílias vem só reduzindo.

O cenário é perfeito para a estagnação e até queda da economia brasileira e quando isso acontece, a indústria, comércio e demais setores começam a reduzir gastos e isso inclui o corte de funcionários.

O Mercado de Trabalho continua dando sinais de desaceleração e a expectativa para 2016 é de piora, então, o brasileiro já sabe que, se para o próximo ano a tendência é piorar, o segundo semestre de 2015 continuará sendo um dos piores de todos os tempos.

Para este ano, o desemprego deverá ficar na faixa de 5,4% ou mais e para 2016 deverá continuar piorando.

Os maiores números de demissões deverão ocorrer em um primeiro momento no setor de comércio e também de serviço. Sem ter para quem vender, a indústria aos poucos vai reduzindo a produção até chegar o momento que a demissão é a única saída.

O trabalhador, independente de estar ou não empregado, deve procurar investir em cursos de aprimoramento e qualificação profissional, pois os funcionários mais capacitados tendem a ser preservados, por isso, a hora é de buscar, mais do que nunca, se destacar profissionalmente no mercado de trabalho.

Por Russel


Taxa de desemprego registrada foi de 6,4% em abril de 2015, sendo o quarto mês consecutivo de alta.

Uma notícia bastante desagradável é que pelo quarto mês consecutivo a taxa de desemprego no Brasil registrou aumento. Dessa forma, a mesma alcançou 6,4% em abril de 2015, sendo este o maior índice para este mês desde o ano de 2011. Tal resultado foi apresentado segundo dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A taxa também apresentou aumento quando comparada com o mesmo período em 2014 quando registrou 4,9%.

É importante ressaltar que esta pesquisa é feita nas regiões metropolitanas das seguintes cidades: Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

Com tal resultado, a população desocupada passa a ser de 1,6 milhão de pessoas no mês de abril, número bem perto do registrado em março. O problema é quando a comparação é feita com o mês de abril de 2014, pois abril de 2015 apresenta um aumento na taxa de desocupados de 32,7%. Além disso, o IBGE também destacou que este é nada menos que o maior crescimento anual da população desocupada desde março de 2002.

Já quando o assunto são as análises regionais, ficou evidente que o desemprego não apresentou variações em relação a março, porém, quando a comparação é feita com o mesmo período em 2014 percebe-se uma boa variação.

Em Salvador, por exemplo, a taxa passou de 9,1% pata 11,3%. A cidade de Belo Horizonte e região metropolitana registrou aumento de 3,6% para 5,5%. Já Porto Alegre também registrou um aumento na taxa de desemprego, haja vista os atuais 5% contra a taxa anterior de 3,2%. Rio de Janeiro, São Paulo e Recife também seguiram o ritmo de aumento na taxa de desemprego.

Em contrapartida com o aumento na taxa de desemprego está o rendimento médio real que sofreu um recuo. Segundo os dados do IBGE o rendimento médio real dos trabalhadores registrou R$ 2.138,50, um recuo de 0,5% quando comparado a março de 2015 e nada menos 2,9% quando a comparação é feita com o mesmo período em 2014. A atividade que registrou o maior recuo no rendimento foi a de construção, haja vista a comparação mensal ter registrado uma queda de 4% e a anual 7,5%.

Por Bruno Henrique


População desocupada aumentou cerca de 23,1% em março em relação ao mesmo período do ano passado.

O desemprego continua preocupando os brasileiros e à medida que a crise vai avançando, o desemprego começa a assolar o país, mesmo nas regiões onde as oportunidades de trabalho vinham gerando muitas novas oportunidades.

Só no último mês de março, a população desocupada aumentou cerca de 23,1% em relação ao mesmo período do ano passado, ou seja, mais de 280 mil pessoas estão desempregadas e isso só nas 6 principais regiões metropolitanas do Brasil.

As informações são do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – e foram divulgadas na última terça-feira (28). Ainda de acordo com o IBGE, a taxa de desocupação foi de 6,2% em março, ficando acima da taxa do mesmo período em 2014.

Outro dado preocupante foi em relação à população ocupada que continua diminuindo, sendo que em março a queda foi de 0,9%, isso significa que 197 mil empregos foram extintos, em comparação anual e no mesmo período a população brasileira que é economicamente ativa teve um aumento de apenas 0,3%, cerca de pouco mais de 83 mil pessoas. Ao contrário, o contingente de inativos vem só crescendo, cerca de 1,5% no aumento, uma média de 290 mil pessoas.

Se fizermos uma comparação entre os meses de março e fevereiro, poderemos constatar um aumento na população desocupada de 5,3%, cerca de 75 mil pessoas que voltaram para a fila do desemprego e que agora estão novamente, buscando uma nova oportunidade no mercado de trabalho. E a população ocupada vem só caindo, com uma redução de 0,2% neste mesmo período, uma média de 48 mil empregos a menos no mercado.

A crise vai se fortalecendo, se arrastando e o fantasma do desemprego volta a assombrar os brasileiros. Se antes, sem a crise e com emprego, já era difícil para a população brasileira, a situação se torna ainda mais complicada, tendo que enfrentar esta crise que não tem perspectiva de acabar tão cedo e, ainda, estando desempregado.

A população economicamente ativa no Brasil aumentou somente 0,1%, menos que 30 mil pessoas, mostrando que a situação só tende a se agravar.

Por Russel


Divulga pequisa do IBGE em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2015

Nesta quinta-feira, 09 de abril de 2015, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou dados onde destaca a taxa de desemprego de 7,4% no trimestre encerrado em fevereiro de 2015. É importante destacar que esta é a taxa mais alta desde o período de março a maio de 2013. Além disso, saiba que o mesmo trimestre em 2014 registrou taxa de desemprego de 6,8%.

Os dados divulgados pelo IBGE que constam a taxa de 7,4% para o desemprego foi resultado da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad). Essa pesquisa irá substituir a já tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego. Dessa forma, a nova pesquisa será divulgada mensalmente. Caso não saiba, a mesma atende, ao todo, 70.464 municípios em todo o país.

Com isso, os novos dados apontam que 7,4 milhões de pessoas encontram-se encaixadas na categoria de desocupadas. No trimestre anterior, o IBGE havia estimado que 6,5 milhões de pessoas se encontram desempregadas. Em contrapartida, o número de ocupados foi estimado em 92,3 milhões de pessoas no trimestre encerrado em fevereiro, que significa uma redução de 0,4% em relação aos dados de setembro a novembro de 2014.

Os dados do IBGE consideram como força de trabalho tantos os ocupados, bem como as desocupadas que estão em busca de vagas de emprego. Apenas ficam fora dos dados as pessoas com 14 anos ou mais que não estão à procura de emprego.

A pesquisa do IBGE também mostrou os resultados em relação aos dados dos salários. Segundo o instituto, o rendimento médio mensal chegou a R$ 1.817. Com isso, este novo valor registrou um aumento de 1,1% se comparado ao mesmo período do ano passado.

Além disso, os dados também informam que a massa de rendimento real recebida em todos os trabalhou registrou aumento de 2,2% quando comparada ao mesmo trimestre em 2014. Dessa forma, tal rendimento chegou a R$ 162 bilhões.

Por Bruno Henrique


Dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no último dia 10 apontam que a taxa de desemprego no 4º trimestre de 2014 caiu em comparação ao 3º trimestre, ficando em 6,5%. A média anual foi de 6,8%. As informações constam na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, a qual investiga 211.344 domicílios em cerca de 3.500 municípios.

Embora o índice tenha diminuído quando comparado ao trimestre anterior, ocorreu aumento quando esse valor é confrontado com o mesmo trimestre de 2013, quando o índice estava em 6,2%. Porém, o ano de 2013 encerrou com média de 7,1% e o ano de 2012 com 7,4%, reforçando o conceito de que em 2014 caiu a taxa de desemprego.  

O índice de 6,5% representa 6,5 milhões de pessoas no Brasil sem emprego. A mesma pesquisa aponta que 77,7% dos trabalhadores do setor privado possuem carteira de trabalho assinada. Em relação aos trabalhadores domésticos, 32,1% deles possuem carteira de trabalho assinada. Dos empregados do setor público, 68,2% são militares e servidores estatutários.

Ao longo dos últimos quatro meses de 2014, 5,6% dos homens e 7,7% das mulheres estavam sem ocupação. De acordo com as idades, entre os jovens de 18 a 24 anos, 14,1% deles não possuem emprego; de 25 a 39 anos, 6,3% estão desempregados; e de 40 a 59 anos, 3,3% não possuem ocupação.

Conforme o grau de escolaridade, 11,6% da população com ensino médio incompleto estava desempregada; 6,8% das pessoas com nível superior incompleto não estavam empregadas; e 3,4% daqueles com nível superior completo estavam sem ocupação.

Em relação às pessoas com ocupação, 69,5% diz respeito a empregados; 23,4% que trabalham por conta própria; 4,2% de empregadores; e 2,8% de trabalhadores familiares auxiliares. Do total de pessoas ocupadas, 72,8% trabalham no setor privado, 18% integram o setor público e os demais, e 9,3% trabalham no serviço doméstico.

Por Rafaela Fusieger


O fantasma do desemprego está presente na sua vida? Você já tentou, mas não consegue emprego em área nenhuma? Sabia que você pode estar cometendo alguns erros em sua vida? Confira alguns motivos pelos quais pode ser uma das causas de não ter conseguido um emprego.

Como está o seu networking?

Reflita rápido: você conhece alguém que conseguiu um bom emprego porque foi indicado? Como está o seu relacionamento com as pessoas? Você construiu um bom networking? É fundamental, para a sua carreira, que você consiga manter boas relações. Lembre-se de que no futuro, você pode precisar de ajuda. Que tal reativar os seus contatos de trabalho? Eles podem te ajudar a conseguir um bom emprego.

Como está a sua preparação?

Você pode estar despreparado para o mercado de trabalho. Se permaneceu muito tempo no cargo, pode estar desatualizado. Converse com pessoas que podem te auxiliar no conhecimento exigido. Uma boa dica é investir em um coaching para te orientar e aconselhar.

Como está o seu desempenho nas entrevistas?

É preciso cuidar da sua postura durante as entrevistas de emprego. Cuidado com palavrões, gírias e vocabulários que não são adequados. Além disso, procure se vestir bem e de forma discreta para a ocasião. Os recrutadores analisam cada detalhe ao escolher um colaborador novo para a Organização.

Sua profissão não está em alta?

A sua profissão pode não estar em alta para o mercado de trabalho. Neste caso, que tal fazer um curso técnico novo ou mudar de graduação? Lembre-se de que às vezes é preciso mudar, encarar o novo e sair da zona de conforto. Já pensou nessa ideia?

Não exija salário acima da média!

Procure exigir um salário compatível e não um que esteja acima da média. Portanto, mantenha o pé no chão e procure se garantir arrumando um emprego primeiro, antes de exigir um valor alto no salário.

Boa sorte e sucesso! 

Por Babi


E chegamos a mais um final de ano e o fantasma do desemprego vem assombrando os  brasileiros.

De acordo com os  índices  econômicos estamos passando por um período muito conturbado onde os índices de  empregos formais vêm caindo muito. Em outubro de 2013, foram abertas 94.893 vagas formais, de acordo com dados oficiais.

No mês passado, as admissões somaram 1.718.373, enquanto os desligamentos ficaram em 1.748.656. Foi o pior desempenho em admissões para meses de outubro desde 1999, de acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta sexta-feira (14) pelo Ministério do Trabalho.

A construção civil, agricultura e a  indústria da  transformação vêm tendo uma queda muito grande nas  contratações. Salvo apenas pelo comércio e administrações públicas que vêm se destacando com crescimento favorável.

E isso é  muito bom, pois nessa  época do  ano, devido às  festas  de  final de ano, onde o brasileiro  costuma  comprar muito, os  lojistas e  prestadores de  serviços estão em busca de  funcionários temporários, onde  é a  salvação de  muitos  brasileiros que  se encontram não apenas  desempregados, mas com dívidas e essa oportunidade vai ajudar e muito nesse momento.

É a  grande  oportunidade para as  pessoas que  estão em  busca  de um emprego para  esse  final de  ano.

Já se pode  ver  anúncios em lojas cadastrando interessados para essas vagas e agências de empregos à  procura de pessoal, e como todo o  final de  ano é  assim, acreditamos que  o comércio irá gerar muitas vagas.

E esperar que  no próximo ano as coisas venham a  se normalizar, pois  de 2 anos para cá estamos enfrentando  muitos problemas econômicos que têm afetado os  brasileiros, demissões em massa têm tirado o  sono de  muitos. Essa crise tem deixado muitos desempregados conforme os  índices do governo.

A esperança é que tudo venha a mudar e  a estabilidade ocorra na economia, assim teremos empregos e  um  bom crescimento para o Brasil.

Por Andre Escobar


Após alguns anos de recessão e uma fase crítica no mercado de trabalho, os americanos, enfim, conseguem respirar e fazer planos para o futuro. Os índices de desemprego nos Estados Unidos apresentaram as menores taxas dos últimos seis anos.

A aceleração do mercado foi impulsionada pelas contratações do setor agrícola, que chegaram a 248 mil somente em setembro deste ano e por isso a taxa de desemprego caiu para 5,9%, a menor desde julho de 2008. As informações são do Departamento do Trabalho dos Estados Unidos.

Além disso, nos meses de julho e agosto, quase 70 mil vagas foram criadas além do previsto, e por isso os dados superam as expectativas do mercado de trabalho para este ano.

O que se vê é uma confiança crescente e uniforme, segundo informações do governo, sendo assim é muito mais provável que o setor empresarial contrate mesmo antes que aconteça baixa nos seus estoques, já que haverá consumidores na ativa garantindo a rotatividade do mercado financeiro. As previsões são, de acordo com o economista do Cohn Reznick e ex-funcionário do Departamento do Trabalho dos EUA, Patrick O'Keefe, antes da divulgação do relatório.

O relatório apresentado possui prós e contras. Os lados negativos do relatório são que a queda na taxa de desemprego é devido aos trabalhadores que deixaram a força de trabalho e retornaram, e não novas vagas criadas. A fatia da população empregada ou em busca de uma recolocação no mercado caiu para 62,7%, o menor índice desde 1978.

Embora o cenário seja promissor, as autoridades do Banco Central norte-americano  ainda assim estão atentas. Uma vez que a inflação permanece muito baixa, e isso significa uma ociosidade preocupante, ou seja, os consumidores não estão gastando, estão cautelosos demais, e isso bloqueia a rotatividade do dinheiro, o que pode prejudicar a economia. Mas de modo geral, novos empregos estão sendo criados e bons ventos estão soprando em prol do bom desenvolvimento econômico.

Por Vivian Schetini


Recentemente foi divulgada as informações da Pesquisa de Emprego e Desemprego realizada pela Fundação Seade e também pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos – Dieese.

De acordo com as informações levantadas, a taxa de desemprego em relação a Região Metropolitana de São Paulo, passou para 11,4% no mês de maio em comparação com os 11,6% do mês de abril. Apesar de a pesquisa ter sido feita no início do ano os dados só foram divulgados nesta semana.

O recuo do nível de ocupação da Região Metropolitana foi de um percentual de 2%. Isso representa menos 17 mil postos de trabalho na região. Já a faixa daqueles que ainda se mantiveram ocupados está na linha estimada de 9,711 milhões de pessoas.

No mês de maio, os números que apontavam o total de desempregados foi previsto em 1,249 milhão de indivíduos, em relação a abril 28 mil a menos.

Quando o ponto analisado foi a faixa setorial, o que o levantamento mostra é de que ocorreu uma redução no nível de ocupação dos trabalhadores ligados ao Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas.

O percentual é de 3,6% ou seja, 61 mil postos de trabalho a menos. No caso da indústria de transformação também houve redução sendo de – 1,4% o que totaliza uma eliminação de 22 mil postos de trabalho.

Mas como todas as coisas tem seu lado bom e o ruim. Neste, como que para compensar houve contratações em outros setores como é o caso da Construção que chegou a chamar para o trabalho 38 mil pessoas e também do o setor de Serviços com um aumento de 0,3%, 19 mil postos de trabalho agora ocupados.

Na Região Metropolitana de São Paulo o rendimento médio real dos ocupados teve um certo avanço sendo de 0,7% no mês de abril, representando uma cifra de R$ 1.938.

Em comparação ao ano de 2013 a variação apresentada durante o período analisado foi bastante positiva.

Por Denisson Soares


Uma das prioridades do Ministro Guido Mantega, que permanecerá na pasta da Fazenda, a geração de empregos no Brasil, vem até o momento mantendo um bom desempenho no cenário aquecido da economia brasileira. Segundo dados do DIEESE (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos) em Outubro foram criados 223 mil novos postos de trabalho. Com a taxa de desemprego ficando neste mês em 10,8%. Já pela apuração do IBGE a taxa de desemprego foi registrada em 6,1% em Outubro. Esta foi a menor taxa registrada desde o inicio da medição histórica realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, que começou em 2002. O rendimento médio do assalariado atingiu R$ 1.515,40 e na comparação com Outubro de 2009 o aumento atingido nos salários foi de 6,5%.

Este realmente é um bom desempenho na geração de empregos, que será tomada como prioridade do novo governo. Mas esta geração vai requerer políticas especificas para conciliar este aumento de número de postos de trabalho com carteira assinada com medidas que possam controlar a inflação. Medidas que talvez restrinjam  o consumo, o que, no entanto é o que mantém o aquecimento da economia brasileira.

Serão necessários mais investimentos que precisarão de outras medidas de apoio como revisão da carga tributária e juros elevados, para que a economia se mantenha em crescimento sustentável. E isto vai gerar os empregos que o governo quer e o Brasil precisa.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Advogados trabalhistas afirmam que relacionamento amoroso no ambiente de trabalho não pode ser motivo de demissões.

Caso exista um relacionamento afetivo no trabalho, não é motivo de preocupação, uma vez que isso não caracteriza ato grave para que ocorra demissão do funcionário. Porém, não pode ocorrer contato físico no local de trabalho, o que já caracterizaria falta grave e passível de demissão por justa causa.

Beijos, abraços e relações sexuais são os motivos mais comuns de demissões por justa causa. Porém, evitando-se essas situações, não existe nenhum temor por parte dos namorados.

Mas caso o relacionamento seja entre chefe e subordinado, o bom senso reza que pelo menos um deles seja transferido, para evitar mal estar entre outros colegas.

Por José Alberi Fortes Junior


Pode-se dividir em fases a procura de emprego. Manter a dedicação e motivação é importante para que todo o processo seja realizado de forma eficaz e de maneira a facilitar a procura e a recolocação no mercado de trabalho.

Organize seus documentos (carteira de trabalho, RG, CPF, carteira de motorista, diploma, etc.), prepare seu curriculum e carta de apresentação.

Pesquise as vagas e empresas para quem você vai mandar os currículos.

Faça uma pesquisa dentre seus contatos para verificar quem poderá ser útil na sua procura de emprego.

Depois de convocado para a entrevista, estude sobre a empresa e quais as funções e responsabilidades da vaga pretendida.

Cuide de sua apresentação pessoal, para impressionar positivamente seu entrevistador, vista-se de acordo com a pretensão e filosofia da empresa.

Por José Alberi Fortes Junior


O mercado de trabalho está aquecido e as oportunidades são muitas. Há quem esteja plenamente satisfeito com o emprego que tem, quer pelas boas condições, ambiente, valorização e reconhecimento profissional, ou pelo excelente salário. Contudo, há quem, por razões diversas, não esteja contente.

É muito comum as pessoas falarem das insatisfações e dizerem que não vêem a hora da demissão para partirem para outra.

Mas será preciso esperar pela demissão?

Com tantas oportunidades disponíveis não será melhor elaborar um bom currículo e disponibilizá-lo às empresas com vagas atraentes, já? É bom começar a se organizar.

A pessoa, depois de um certo período desempregada, fica meio desesperada em razão da falta de dinheiro e necessidade de sentir-se útil no trabalho. Isso pode piorar a situação e levar o indivíduo, num ato impensado, a aceitar a primeira oportunidade que surgir e depois se arrepender, mas já estará feito. Por outro lado, nas entrevistas o selecionador poderá notar a fragilidade do candidato e isso não é bom.

Planeje a sua carreira e organize as informações pessoais, não espere que caia a casa para depois pensar em construir outra. Seja esperto e proteja-se dos imprevistos da vida.

Por Lindomar Vieira

A Secretaria Municipal de São Paulo e o Plano Territorial de Qualificação (Plantec), oferecem um Curso Gratuito para operador de telemarketing, aos moradores de São Paulo.

Os interessados em relaizar o curso, que oferece 300 vagas, devem estar desempregados ou recebendo benefícios do seguro-desemprego, ter idade superior a 16 anos, possuir Ensino Médio ou estar cursando e residir em São Paulo.

O curso, que terá duração de 200 horas, será realizado de segunda a sexta das 7h às 11h45 ou das 12h45 às 17h30, na Unidade Anália Franco da Universidade Cruzeiro do Sul.

Os interessados deverão efetuar a inscrição até o dia 03 de junho na unidade Tatuapé da Universidade Cruzeiro do SuL, localizada na Av. Regente Feijó, 1295, Tatuapé – SP. 


A Dedic, uma das maiores empresas de Contact Center no Brasil, busca profissionais acima de 35 anos, que estão afastados do mercado de trabalho. 

O programa “Retorno ao Trabalho“, desenvolvido pela empresa em 2008, visa inserir no mercado de trabalho, cerca de 400 profissionais até o final de 2009, para atuarem nas unidades de Campinas, Londrina e São Paulo.

Os profissionais serão altamente capacitados com cursos especiais gratuitos, realizados na Universidade Corporativa Dedic. Lá o profisional terá aulas de português, informática e introdução às feramentas de relacionamento (Contact Center).

Os interessados deverão entrar em contato com a área de Recrutamento e Seleção da Dedic pelo e-mail selecao.sp@dedic.com.br ou pelo telefone (11) 3059-8160. Não esquecer de mencionar o interesse em participar do Programa “Retorno ao Trabalho”.

Ou cadastre o seu currículo no site da empresa www.dedic.com.br/trabalhe


A Crise Financeira Mundial não está tão ruim quanto se parece… pelo menos aqui no Brasil.

Em Minas Gerais, grande parte das micro e pequenas empresas desejam contratar ao invés de demitir. Bom hein?!

No setor de comércio e serviços, apenas 11% dos empresários afirmaram que desejam demitir.





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