A educação básica pública do país enfrenta inúmeros problemas, cabendo a futura gestão, melhorar a qualidade no ensino. Contudo, o governo brasileiro tem rebatido todas as críticas dirigidas à área educacional.

Fernando Haddad, ministro da Educação, contestou especialistas da Universidade de São Paulo (USP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) no que se refere à defasagem da população. Para ele, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) apresentou crescimento nos dados coletados recentemente, baseados, então, no período entre 2005 e 2009.

Apesar dessas declarações, Haddad reconhece que o governo brasileiro precisa investir amplamente na área, em especial nos cursos técnicos e no ensino superior. Mesmo assim, assevera que muito em breve o mercado de trabalho conseguirá conquistar a tão almejada mão de obra qualificada na medida em que os empregos são criados.

O Brasil precisa, verdadeiramente, de políticas severas na área. A ampliação de oito anos de educação básica para nove anos, em meados de 2007, não denota melhorias. O Bolsa Família, que praticamente obriga o estudante a frequentar a escola para ter garantido o acesso ao benefício, é somente algo paliativo.

Com base em cada uma das partes interessadas – empresários e governo – a melhor remuneração do docente e investimentos na infraestrutura são princípios para resultados mais satisfatórios. Jô Soares, certa vez, disse: “professor é o material didático mais barato do mercado”. Para afastar esse estigma, políticas tem de ser implementadas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1.


Sabe-se que hoje em dia, o profissional precisa mais do que nunca de qualificação para ter um bom lugar no mercado de trabalho, cada vez mais se busca uma formação adequada, no entanto, ainda faltam profissionais qualificados, a ponto de não somente os empregados serem prejudicados, mas também o empregador.

Uma pesquisa realizada pela Manpower uma empresa internacional de consultoria de recursos humanos, indicou que dois terços das empresas do mundo todo sofrem com a falta de mão de obra qualificada. Foram ouvidos mais de 35 mil empregadores em 36 países.

No Brasil 64% dos empresários consultados afirmaram que possuem dificuldades no preenchimento dos quadros de empregados com mão de obra qualificada. Nesse ponto o Brasil só perde para o Japão, onde a pesquisa indicou 76%.

Levando em consideração todos os países pesquisados, 31% das empresas teriam problemas para encontrar profissionais qualificados. Países como os Estados Unidos, a Irlanda e a Grã-Bretanha, também passam pelas mesmas dificuldades.

Por Mauro Tavares

Fonte: Uol





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