A empresa Raízes Desenvolvimento Sustentável resolveu transformar algo que parecia não ter futuro em empreendedorismo. Projetos sociais de comunidades carentes tinham pouca atenção e valorização de empresários e governantes, até que Marianne Costa e Mariana Madureira começaram a dedicar em atividades que valorizam o turismo, o artesanato e a educação profissional de pessoas necessitadas.

A empresa hoje possui escritório tanto em São Paulo (SP) quanto em Belo Horizonte (MG) e trabalha com o desenvolvimento de projetos sociais para governos e empresas. O governo de Alagoas, por exemplo, solicitou uma dinamização do turismo no baixo São Francisco, que está localizado entre os estados de Alagoas e Sergipe. Para conseguir o êxito no pedido da administração estadual, as empresárias viajaram até o local e treinaram artesãos, moradores e comerciantes da região para conseguirem atender as demandas turísticas que o local exigia.

A empresa atende pedidos de governos e empresas, mas não é só isso. A Raízes Desenvolvimento Sustentável também tem um projeto independente, chamado “Do Barro à Arte”, que leva turistas de várias partes do mundo a conhecer um pouco da história e cultura do Vale do Jequitinhonha e algumas outras cidades do interior de Minas Gerais. Com isso, os turistas acabam consumindo os produtos de artesãs locais e se hospedam na casa delas. Para fazer esse “tur”, os visitantes precisam desembolsar entre R$ 2 mil e R$ 2.500. A comunidade consegue ganhar cerca de R$ 15 mil com cada grupo de turistas, que varia de 10 a 14 pessoas.

Infelizmente a realidade não é tão boa assim. Segundo o diretor de empreendedorismo da Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), Marcelo Nakagawa, os empreendimentos sociais estão em fase crescente, mas ainda não é tão valorizado pelo consumidor. Muitos não conseguem equilibrar a empresa com a filantropia, o que faz com que o empreendimento não tenha resultados elevados.

Quem quiser conhecer melhor os projetos das empresárias pode acessar o site www.raizesds.com.br

Por Carolina Miranda


Profissionais com experiência em elaboração de projetos sociais e contratos, captação de recursos, controle financeiro, organização e comando de equipe estão sendo procurados para coordenar a área de projetos institucionais do Instituto de Mama do RS (Imama), que é uma organização não governamental.

O coordenador de projetos sociais contratado irá atuar na cidade de Porto Alegre (RS). Os candidatos precisam comprovar formação em nível superior e vivência profissional no terceiro setor. Também é exigido domínio nas línguas espanhola e inglesa. O salário oferecido é de R$ 1,5 mil.

Para participar, os candidatos devem encaminhar o seu currículo até o próximo dia 05 de abril, para  o e-mail seleção@imama.org.br. No campo assunto, deverá colocar a informação: “Coordenador de Projetos Sociais”.

Por: Alexandre de Souza Acioli





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