Pesquisas revelam que sair de férias pode diminuir os riscos de doenças cardíacas e de depressão.

Sair de férias e realizar viagens durante este período, além de nos tornar mais felizes, mantém o organismo saudável, diminuindo assim o risco de ataque cardíaco e também da depressão.

A pesquisa realizada pela Transamérica Center of Retirement Studies, uma organização americana responsável em estudos voltados à aposentados, revelou que ao sair de férias, o trabalhador contribui para diminuir o risco de desenvolver doenças coronárias, contribuindo também para diminuir o stress, que é conhecido por causar o envelhecimento precoce.

Ao desafiar o cérebro com novas experiências por meio de viagens, nos mantemos mais saudáveis.

De acordo com o Global Ageing Coalition, um estudo descobriu que as mulheres que saíram de férias a cada seis anos ou menos tiveram um risco significativamente maior de desenvolver um ataque cardíaco em comparação às mulheres que tiraram férias pelo menos duas vezes por ano.

Outro estudo revelou que homens que não saem durante as férias anual aumentaram em 20% o risco de desenvolver doenças graves e 30% de chance a mais de morrer em consequência de doenças cardíacas.

Uma pausa no trabalho também pode contribuir a saúde do trabalhador. Aquele momento de descontração, um papo com os colegas durante o café, uma volta pelo corredor do escritório proporciona ao corpo tempo para se recuperar do stress provocado pela rotina diária no trabalho.

Segundo o Dr. Paul Nussbaum, presidente e fundador do Centro de Saúde do Cérebro da Universidade do Texas, viajar também é bom para manter o cérebro saudável. "Durante as viagens desafiamos o cérebro com experiências e ambientes novos e diferentes. Viajar é um comportamento importante que promove a saúde do cérebro e constrói a resiliência do cérebro ao longo da vida”, explica.

Com o envelhecimento da população mundial, as gerações mais velhas devem ser incentivadas a sair de férias, por meio de viagens, pois isso os ajuda a se manterem ativos.

Segundo as estatísticas do Centro de Saúde do Cérebro, a inatividade física é responsável por mais de três milhões de mortes ao ano. O sedentarismo provoca, em grande parte, doenças não transmissíveis, tais como doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e câncer.

Renata Bianco


Pesquisa revela que profissionais que descansam por alguns minutos a cada hora são mais produtivos do que os que trabalham direto.

Você tem o hábito de descansar durante as atividades? Faz pequenas pausas ao longo da tarefa, para tomar um café e esticar o corpo? Ou pelo contrário, senta e começa a trabalhar por horas seguidas? Se você respondeu sim para a última pergunta, a sua produtividade pode ser afetada seriamente.

De acordo com Travis Bradberry, que é coautor do livro Emotional Intelligence 2.0, organizar o trabalho em grandes blocos de 8 horas não faz sentido. O recomendado é fazer intervalos curtos de descanso a cada hora.

O autor inspirou a sua ideia por meio do Draugiem, grupo da tecnologia da informação, que utilizou um programa de computador para medir o tempo de produção dos funcionários da empresa, ou seja, aferir o nível de produtividade e saber o tempo que gastavam para realizar as tarefas. Segundo o estudo, o tempo não era fator relevante e, sim, a forma como ela é estruturada. Desta forma, profissionais que tiravam curtos períodos de descanso eram mais produtivos do que as pessoas que trabalhavam sem parar.

Além disso, a proporção ideal encontrada foi de 52 minutos de trabalho para cada 17 minutos de descanso. Desta forma, os profissionais que conseguiam seguir este ritmo conseguiam atingir um nível alto de concentração. Assim, eles conseguiam manter o foco 100% na atividade que estevam realizando, sem distração.

De acordo com o psicólogo e presidente da consultoria empresarial TalentSmart, Bradberry, isso ocorre porque o cérebro alterna períodos de grande energia, seguido por quedas de 15 a 20 minutos.

Que tal conferir algumas dicas para ser produtivo no trabalho?

Planeje o seu dia de forma natural em intervalos menores de tempo. Por exemplo, a cada uma hora de trabalho, descanse por 10 minutos. Aproveite para tomar um café ou esticar o corpo. Foque na sua atividade, ou seja, respeite o momento. Não se distraia e concentre-se. Desta forma, nem pense em acessar redes sociais, aplicativos, entre outros utilitários. Durante o descanso, relaxe e afaste do trabalho. Isso inclui caminhar, conversar com o amigo ou ler. Nada de telefonar ou conferir a lista das próximas atividades. O descanso aumenta a produtividade. Não espere o cansaço bater. Cuidado para não chegar à exaustão mental. Se você esperar o cansaço aparecer, você perde o pico de produtividade.

Por Babi


Uma pesquisa realizada pela Michael Page, empresa americana que atua na área de recrutamento executivo de média e alta gestão que entrevistou mais de 400 profissionais que atuam com CEO’s de grandes organizações apontou que a porta de sucesso para que as empresas consigam alcançar seus resultados positivos é o engajamento entre CEO’s e a área de Recursos Humanos.

A pesquisa realizada partiu do questionamento sobre qual seria a maior ferramenta de gestão para o alcance dos resultados pretendidos por uma empresa, a partir daí 30% dos profissionais da área de Recursos Humanos citaram o engajamento como principal ferramenta. Para os CEO’s ao se submeterem ao mesmo questionamento a concordância com a mesma alternativa foi de 41%.

Outros quesitos também foram avaliados na pesquisa realizada pela Michael Page, entre eles remuneração que para o CEO’s tem peso de 21% e gestão de talentos que recebeu peso de 20%, estes mesmos quesitos, para áreas de Recursos Humanos tiveram peso de 24% e 23%, respectivamente. Employer Branding atingiu percentual de importância de 17% para a área de RH e 6% para CEO’s na escala de importância das melhores práticas, ações e ferramentas de treinamento atingiram 12%  para RH e 6% para os CEO’s.

O Diretor de Marketing e Planejamento Comercial do Michael Page na América Latina, Sérgio Sabino, em entrevista a Revista Pense Emprego declarou: “É fundamental para o RH participar efetivamente das decisões estratégicas desde a sua concepção, para um melhor planejamento do desenvolvimento organizacional e consequente desenvolvimento das equipes de alta performance. A área de Recursos Humanos ainda sofre com o não alinhamento e falta de informação, o que cria uma pressão exacerbada, que poderia ser evitada com um melhor fluxo de comunicação nas corporações. A pesquisa mostra que há uma leve evolução, mas que a proximidade entre RH´s e CEOs precisa aumentar”.

Por fim 22% dos profissionais da área de Recursos Humanos apontam que fatores com gestão do conhecimento e treinamento é o grande desafio enfrentado pelo setor atualmente. 

Por Igor Lima





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