Entenda um pouco mais sobre o processo de recrutamento e seleção dentro de uma organização.

Quando se há uma oportunidade disponível no quadro de pessoal de uma empresa, se faz necessário buscar pelo profissional que for mais adequado para realizar o preenchimento daquela vaga. Para isso são utilizados diversos métodos, mas afinal, você tem conhecimento de quais são as ferramentas melhores e as mais utilizadas para o processo de recrutamento e seleção de pessoal hoje em dia?

A área de Recursos Humanos (também conhecido como RH) de uma empresa é o setor responsável por cuidar de um dos mais importantes capitais da organização, que são os funcionários. É através de cada um dos colaboradores que uma organização cresce e atinge seu sucesso. Sendo assim, é necessário procurar e encontrar o funcionário que mais se adéque aos requisitos exigidos pela vaga disponível.

Para realizar o recrutamento e a seleção diversas ferramentas podem ser utilizadas para auxiliar o recrutador ou a equipe de recrutação no momento de selecionar os novos colaboradores para uma determinada equipe. Geralmente as companhias possuem o costume ter um fluxo de trabalho de forma conjunta com os candidatos, tais atividades variam de acordo com cada empresa e seus métodos, mas geralmente se utilizam etapas como as listadas abaixo (não necessariamente nesta ordem):

  • Realização de pré-entrevista pela internet ou pelo telefone;
  • Análise dos Currículos;
  • Preenchimento da ficha para solicitar o emprego;
  • Entrevista presencial;
  • Análise Grafológica;
  • Questionários psicológicos;
  • Dinâmicas de grupo;
  • Exames para detecção de vícios e de teor de tóxicos no organismo;
  • Exame médico pré admissão;
  • Testes de Conhecimento;
  • Demais exigências próprias da organização.

Essas são algumas das etapas que são realizadas para a contratação de um novo colaborador para a empresa. Entretanto, para buscar um funcionário que se enquadre perfeitamente na vaga disponível, os recrutadores utilizam de algumas ferramentas no processo seletivo, como por exemplo:

  • Redes sociais: principalmente o LinkedIn (que é uma rede voltada a conectar profissionais) e o Facebook (onde o indivíduo compartilha conteúdos dos mais variados tipos), analisando assim quais os gostos, o entretenimento e formas de pensar do futuro funcionário.
  • Softwares para análise comportamental: são utilizados para conhecer melhor o candidato, que no futuro pode evitar prejuízos e reduzir custos da empresa.

FILIPE R SILVA


Você sabe qual a diferença entre recrutamento e seleção? Muitas pessoas acham que é a mesma coisa, porém as duas possuem caminhos diferentes uma da outra. Saiba agora quais são as diferenças entre elas:

1. Recrutamento:

O recrutamento nada mais é do que um conjunto de técnicas que são usadas, na maioria das vezes, para atrair candidatos para uma determinada vaga ou área. Esses candidatos precisam ser devidamente qualificados e aptos para ocupar os cargos disponíveis pela empresa. Recrutar o maior número de candidatos possíveis para uma determinada vaga, deixa o processo mais rico, conforme explica o autor Chiavenato (2004) que é especializado no assunto. Ele ainda ressalta que o primeiro contato do recrutamento deve ser feito através de currículo, preferencialmente. Existem ainda, três modalidades diferentes de recrutamento, e são eles: o interno, o externo e o misto.

O recrutamento interno, como o nome já diz, é realizado dentro da empresa pelos seus recrutadores profissionais, utilizando de meios e técnicas específicas. O externo é feito de forma externa, com técnicas condizentes com a prática de cada recrutador. A diferença entre o interno e o externo é que o primeiro motiva os colaboradores e os estimulam profissionalmente, e o segundo os desmotivam por não oferecer aprimoramento na função. Já o recrutamento misto é na verdade uma mistura do interno com o externo, caso nenhum dos dois apresentem resultados individualmente.

2. Seleção:

Depois que o processo de recrutamento termina, inicia-se então o processo de seleção, que é composta por partes técnicas, funcionais e práticas, tais como entrevistas, testes, dinâmicas, etc. Às vezes, basta apenas uma entrevista individual para saber se o candidato tem ou não o perfil desejado para uma determinada vaga, pois com apenas algumas perguntas, é possível o recrutador perceber e identificar alguns defeitos ou qualidades que passariam despercebidos, por exemplo.

Tanto o recrutamento quanto a seleção fazem parte de um processo seletivo.

Por Daniela Almeida da Silva


Com a escassez de mão de obra qualificada no mercado, as empresas agora passaram a ser vistas como produtos pelos profissionais competentes e como qualquer outro produto, a qualidade é fundamental para quem o está adquirindo.

Seguindo essa linha, muitas empresas cometem um erro gravíssimo ao deixar o candidato sem saber se foi selecionado ou não.

Você, como aspirante ao novo cargo, muitas vezes atua da melhor forma possível: cria um currículo completo, com informações relevantes e importantes sobre a sua vida profissional.

Muitas vezes até é chamado para a entrevista e se prepara, procura conhecer o máximo de informações sobre a empresa pra fazer bonito, chega antes da hora marcada, bem arrumado e comportado.

A entrevista então corre de modo muito satisfatório, e você responde as perguntas de maneira firme e confiante e volta pra casa se sentindo o maior vencedor.

O dia seguinte chega e o resultado não. Então se passam duas ou três semanas e nenhuma ligação, nenhum email e todos no RH estão ocupados demais pra te atenderem de forma satisfatória.

Embora essa situação possa parecer absurda, é uma das mais comuns de acontecerem após as entrevistas.

Uma indelicadeza com o profissional que vem cada vez mais treinando pra mostrar o seu melhor e como qualquer um, espera que a dedicação seja recíproca.

Com a inversão recente de valores profissionais e a crescente utilização das redes sociais, as empresas que não tratam seus futuros membros com o respeito que merecem, podem cair na boca do povo, literalmente, manchando assim a sua imagem, não só no meio profissional, mas também entre os seus clientes, o que pode gerar resultados desastrosos para os negócios. 

 

Por Ebenézer Carvalho 


Atualmente a condição de deficiente não é mais empecilho para não se ter acesso ao mercado de trabalho. O país conta hoje com políticas de inclusão de portadores de deficiência e até mesmo concursos públicos reservam uma porcentagem das vagas para essa categoria profissional.

É bom saber que uma pessoa é considerada portadora de deficiência desde que apresente deficiência física, auditiva, visual, mental ou múltipla.

Apesar disso, ainda não é comum ver pessoas deficientes no mercado de trabalho. Mas há instituições e empresas que agem no sentido de recrutar os deficientes, selecioná-los e capacitá-los para o mercado de trabalho.

O site www.deficienteonline.com.br, que se intitula a maior agência de empregos para deficientes do Brasil, é uma destas instituições: disponibiliza um amplo banco de dados com vagas de diversas empresas, destinadas exclusivamente para portadores de deficiências variadas.

Os candidatos devem cadastrar gratuitamente seus currículos no endereço www.deficienteempregos.com.br.

Outra dica de site é o do Sistema Integrado de Vagas e Currículos para Pessoas com Deficiênciawww.selursocial.org.br. Este site permite a inclusão de pessoas deficientes no mercado de trabalho, através da divulgação de vagas para esse público e recebimento de cadastro de currículos.

Para consultar as vagas disponíveis, o endereço é www.selursocial.org.br/buscas/vagas. Empresas interessadas em divulgar gratuitamente vagas para deficientes devem fazê-lo através do endereço www.selursocial.org.br/empresas.

A empresa de recrutamento Catho também possui um site voltado exclusivamente para profissionais portadores de deficiência, oferecendo oportunidades de emprego, dicas de leitura sobre o tema, informação sobre a legislação pertinente e muito mais. Acesse emprego.catho.com.br/portador-de-deficiencia e confira!

Por Cris Keller





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