Tradicional jornada de trabalho de 8 horas diárias está ficando para trás. Os profissionais usam o tempo livre para continuar fazendo alguma atividade do trabalho.

Uma notícia que tem pegado com surpresa a todos foi que a tradicional jornada de trabalho de 8 horas vai sendo deixada para trás, pois através de uma pesquisa da Career Builder realizada nos Estados Unidos, foi mostrado que durante o tempo livre quase 40% das pessoas que estão empregadas continuam fazendo algum tipo de atividade profissional.

Essa pesquisa apontou que os americanos quando não estão trabalhando, ainda ficam verificando e respondendo e-mails mesmo fora do seu horário de expediente, que já é composto de uma jornada de 8 horas, mas um outro ponto mostrado nessa pesquisa é o fato de acharem que é ultrapassado realizar expediente das 09h às 17h.

A diretora de Recursos Humanos da Career Builder, Rosemary Haefner, afirma que algumas empresas não conseguem encerrar o seu expediente antes do horário informado e isso acabaria resultando para os funcionários mais liberdade e flexibilidade, junto com a produtividade e a rentabilidade aumentando bem mais do que o normal.

O Brasil e os EUA não mudam muito nessa divisão da vida pessoal e da vida profissional, tanto que a consultoria Randstad, uma conhecida multinacional de Recursos Humanos concluiu que mesmo fora das horas que realizam as suas atividades, 63% dos profissionais efetuam tarefas como atender ao telefone e responder o e-mail do trabalho. Profissionais do tipo do Rodrigo Galindo, presidente da Kroton, ficam conectados na empresa entre 10 horas e 12 horas, pois acham bem difícil se desligar das suas atividades.

O fato de ficar conectado mesmo durante as folgas não é tido como um problema, onde os brasileiros conseguiram ficar na quinta posição no ranking mundial, com uma marca de 68%, atrás do México, de Portugal, da China e ainda da Índia.

Quais são os motivos que levam aos profissionais atuais manterem esse tipo de comportamento?

O mais provável é o fato de ser uma cultura mundial o fato de ficar “24 horas conectado” e nas organizações é tido que o funcionário sempre esteja à disposição, um hábito que por cima é notado logo quando nos levantamos da cama e a cada dia o lazer está sendo deixado para um segundo plano.

Por Fernanda de Godoi


Com a crise, o Governo anunciou o Programa de Proteção ao Emprego, que visa autorizar que as empresas reduzam a jornada de trabalho e façam cortes nos salários de até 30%.

O Governo, preocupado com o aumento do desemprego, principalmente no setor automotivo, anunciou na última segunda-feira (06/07), o PPE – Programa de Proteção ao Emprego, uma medida que autoriza a redução da jornada de trabalho e, consequentemente, cortes no salário dos trabalhadores em até 30% para que o país possa atravessar este momento de crise sem que haja tantas demissões como vem ocorrendo.
Para o trabalhador, o corte em seu salário na verdade será de 15%, já que o Governo utilizará os recursos do FAT – Fundo de Amparo ao Trabalhador – para bancar os outros 15%. Ainda de acordo com a presidente Dilma Rousseff, este programa tem duração máxima de 1 ano e os gastos estimados são de cerca de R$ 112,5 milhões!

O PPE foi criado em parceria com os Sindicatos dos Trabalhadores das Montadoras, porém, não contará com o apoio de Joaquim Levy, ministro da Fazenda, uma vez que o programa vai elevar os gastos do FAT justamente em um período em que o ministro, juntamente com sua equipe econômica, trabalha para conseguir reduzir estes gastos, inclusive através da restrição do acesso ao Seguro Desemprego.

Joaquim Levy se preocupa com o fato de que esta medida provisória seja entendida como uma forma de "relaxamento do ajuste fiscal", principalmente agora que o Congresso Nacional autorizou um aumento salarial para o Judiciário, além do reajuste do salário mínimo que será pago aos aposentados do INSS.
O ministro não se conforma de ter que ficar de um lado fazendo tantos cortes nos gastos e do outro, ver o Governo "relaxando" as medidas que visam ajudar o país a economizar mais.

Para o ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Miguel Rossetto, este é um projeto "ganha-ganha", onde segundo ele, vão ganhar os trabalhadores que não serão demitidos mesmo tendo uma redução no salário continuarão a ter sua renda e todos os demais benefícios, ganham as empresas que vão continuar tendo mão de obra para manterem sua produção enquanto contam com uma redução na folha de pagamento e ganha também o Governo que vai conseguir conter a onda de desemprego que vem crescendo por todo o Brasil, além de manter receitas que do ponto de vista fiscal, são fundamentais de serem mantidas em um momento de crise como este que o país atravessa.

Por Russel


Você se dedica muito ao trabalho? Sabia que a maioria dos bilionários tem uma jornada exaustiva de 60 horas semanais? Muitos trabalham até mais, ou seja, não é fácil ficar rico! A revista norte-americana Forbes realizou uma pesquisa: perguntou a 50 bilionários quantas horas eles trabalham por semana.

Está curioso para saber o resultado? Quase 60% dos participantes da pesquisa contam com uma jornada semanal superior a 60 horas e o restante possui uma jornada de 40 horas ou menos. Mesmo ritmo dos brasileiros. Logo, podemos concluir que as pessoas mais ricas do mundo, também, são as que mais trabalham.

As pessoas que são viciadas em trabalho, que são conhecidas como “workaholics”, disseram que trabalham mais de 60 horas por semana. O número corresponde a 29,8 %. Além disso, outros 29,8% trabalham, em média, 40 horas por semana, outros 8,5% trabalham por 20 horas semanais e 2,1% informou que tem uma jornada de 4 horas por semana.

Além disso, a pesquisa que foi realizada pela Forbes mostrou outros resultados interessantes. O famoso CEO da empresa Google, Larry Page, defendeu que os profissionais deveriam trabalhar, em média, 4 horas por dia, ou seja, 20 horas semanais. Outra posição foi o do homem que é considerado mais rico do mundo o Carlos Slim, que informou que as pessoas deveriam trabalhar, apenas, 3 dias por semana com uma jornada de 8 horas.

Quais as vantagens do trabalho reduzido? A redução interfere de forma positiva na qualidade de vida das pessoas, e assim, os profissionais vão dispor de mais tempo livre para focar em outras coisas, além do trabalho. Ou seja, vão ter uma qualidade de vida melhor e descansados renderiam mais no trabalho e como consequência isso geraria mais resultados produtivos e saudáveis.

O que você acha da pesquisa? Também concorda com os resultados? Deixe a sua opinião.

Por Babi


Uma das principais obrigações e um dos fatores de maior cobrança de todas as empresas no Brasil e no mundo é em relação ao cumprimento de horário correto.

Quanto maior a empresa e mais específicas as funções e delegações, o horário se torna algo cada vez mais difícil de modificar ou flexibilizar.

Atrasos e saídas mais cedo são inadmissíveis e atualmente não são mais tolerados, mesmo que a produtividade do colaborador seja boa, afinal organização e responsabilidade são requisitos necessários para o novo perfil do profissional do presente.

Algumas corporações até pecam nisso, afinal exigem mais do funcionário que a sua obrigação, e, veladamente, exigem que fique depois do horário ou chegue um pouco mais cedo, para garantir que nada de suas funções fique atrasado.

Por José Alberi Fortes Junior





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