Já parou para pensar que você é quem dá o primeiro passo? Quer mudar de carreira? Só depende de você. Quer aprofundar conhecimento em outra área? Então comece. O que você quer? Essa pergunta, nem sempre é fácil de ser respondida, mas é fundamental para o seu sucesso profissional.

A partir do momento que você sabe exatamente o que quer, como mágica, as portas se abrem. Através da atitude e mudança, é possível conquistar qualquer coisa que, realmente, queira. Mas, para isso, será preciso coragem e determinação, ou seja, nada vem de graça: é preciso esforço e sacrifício. Para conquistar tudo, só depende de uma única pessoa: você. Que tal dar o primeiro passo?

Você tem medo de dar o primeiro passo? Não é fácil sair da zona de conforto, mas é imprescindível para alcançar aquilo que almeja. Mudar provoca medo, mas que tal enfrentá-lo? Dê o primeiro passo! Este o início da sua vitória. Saiba o que quer, para saber aonde vai e que caminho fará para alcançar a vitória. Lembre-se de que o ”não” você já tem, e agora lute por um sim. Dê o primeiro passo!

Está querendo mudar de emprego? Arrume as malas e lute por isso! Mande currículo, faça entrevistas e acredite que vai conseguir. Quer fazer faculdade? Então faça a sua inscrição e comece a estudar o curso que tanto deseja. Quer ser servidor público? Então aproveite porque há muitas oportunidades de concurso público em aberto, e muitos editais serão publicados neste e no próximo ano. Comece a estudar: faça cursinho, compre livros e direcione-se para o seu objetivo.

O que você quer? Não importa, apenas dê o primeiro passo. Comece por mudar aos poucos e dê o seu melhor a cada dia que passar. Torne-se autor da sua trajetória profissional e lute por seus sonhos, escreva a sua própria história. Como? Dê o primeiro passo!

Por Babi


Você se dedica muito ao trabalho? Sabia que a maioria dos bilionários tem uma jornada exaustiva de 60 horas semanais? Muitos trabalham até mais, ou seja, não é fácil ficar rico! A revista norte-americana Forbes realizou uma pesquisa: perguntou a 50 bilionários quantas horas eles trabalham por semana.

Está curioso para saber o resultado? Quase 60% dos participantes da pesquisa contam com uma jornada semanal superior a 60 horas e o restante possui uma jornada de 40 horas ou menos. Mesmo ritmo dos brasileiros. Logo, podemos concluir que as pessoas mais ricas do mundo, também, são as que mais trabalham.

As pessoas que são viciadas em trabalho, que são conhecidas como “workaholics”, disseram que trabalham mais de 60 horas por semana. O número corresponde a 29,8 %. Além disso, outros 29,8% trabalham, em média, 40 horas por semana, outros 8,5% trabalham por 20 horas semanais e 2,1% informou que tem uma jornada de 4 horas por semana.

Além disso, a pesquisa que foi realizada pela Forbes mostrou outros resultados interessantes. O famoso CEO da empresa Google, Larry Page, defendeu que os profissionais deveriam trabalhar, em média, 4 horas por dia, ou seja, 20 horas semanais. Outra posição foi o do homem que é considerado mais rico do mundo o Carlos Slim, que informou que as pessoas deveriam trabalhar, apenas, 3 dias por semana com uma jornada de 8 horas.

Quais as vantagens do trabalho reduzido? A redução interfere de forma positiva na qualidade de vida das pessoas, e assim, os profissionais vão dispor de mais tempo livre para focar em outras coisas, além do trabalho. Ou seja, vão ter uma qualidade de vida melhor e descansados renderiam mais no trabalho e como consequência isso geraria mais resultados produtivos e saudáveis.

O que você acha da pesquisa? Também concorda com os resultados? Deixe a sua opinião.

Por Babi


Para falar a verdade o assunto que vamos citar não está no dia a dia de muita gente, afinal de contas, sabemos que os psicopatas estão aí e em muitos casos são bem inteligentes. Mas você já parou para pensar como seria se um colega de trabalho seu fosse um? Pois bem, um livro lançado sobre esse tema não apenas aborda a questão dos psicopatas, mas vai um pouco mais a fundo: mostra quais são as profissões que agregam uma maior incidência deles.

O tal livro foi escrito pelo psicólogo Kevin Dutton e se chama "The wisdom of psychopaths: lessons in life from saints, spies and serial killers". Em português isso seria algo como “A sabedoria dos psicopatas: lições em vida de santos, espiões e serial killers”. Continuando sobre o livro o psicólogo afirma que a carreira que mais apresenta psicopatas em potencial é a de CEO. Para fazer companhia ocupando os dois outros lugares do pódio estão as profissões de Advogados e Comunicadores.

Só que a lista apresentada no livro não se limita a essas profissões. Há mais de dez carreiras e entre as diversas apontadas estão policiais, cirurgiões e acreditem, até sacerdotes religiosos.

O psicólogo também aborda em seu livro quais são as profissões com menor número de psicopatas. Entre as apontadas estão as de artistas de uma forma geral, terapeutas, enfermeiros e agente de saúde.

Então vejamos como ficou a lista montada por ele para o livro (parcialmente, diga-se de passagem):

Como falamos acima as primeiras posições ficam com CEOs, Advogados, Comunicadores. Na sequência vamos ter as seguintes em relação ao maior índice desse tipo de gente: Comerciante, Cirurgião, Jornalista, Policial, Sacerdote Religioso, Chef de Cozinha e Burocratas.

Com relação as profissões que menos há pessoas com tendência para serem psicopatas estão as de Agente de Saúde, Enfermeiro, Terapeuta, Artesão, Esteticista e Cabeleireiro, Assistente Social, Professor, Artista, Clínico e Contador.

De qualquer forma é bom ficar de olhos bem abertos. Já que a coisa é um pouco estranha. No ano passado, por exemplo, o neurocientista James Fallon, pai de três filhos e muito bem casado além de ser um psiquiatra de primeira descobriu que tinha um “cérebro de psicopata” quando analisava o seu próprio em uma pesquisa sobre crimes violentos.

Por Denisson Soares


Dificilmente as pessoas se perguntam o que é uma empresa, como surgiu e qual seria sua definição, mas é importante saber do assunto para melhor se destacar nos processos de seleção nas empresas.

Idalberto Chiavenato, grande pensador da Administração, fala em seu livro "Introdução à Organização Técnica e Comercial”, que empresa é "uma organização social que usa uma variedade de recursos para atingir objetivos específicos (…)”, "é uma organização social por ser uma associação de pessoas para fins de uma empresa e, finalmente, tem um determinado objetivo, que pode ser a decisão ou a atenção de uma necessidade social", Chiavenato (2003).

Uma empresa não funciona por si só, sua administração deve seguir princípios administrativos, são eles: Planejamento, Organização, Direção e Controle (isso segundo a Teoria Sistêmica aplicado na Administração), e entre outros.

Toda atividade deve ser planejada, organizada, dirigida e controlada; caso contrário, o empresário pode não alcançar o objetivo almejado. O gerenciamento da empresa segue uma sequência de etapas que se inicia desde a ideia do negócio a ser trabalhado, pois as ideias devem ser conduzidas ordenadamente para certificar-se a sua viabilidade ou não; e deve seguir fortemente no gerenciamento da produção de bens e ou serviços.  

Para melhor gestão, a empresa necessita de um Contador. Esse profissional pode ter responsabilidade contábil e da gestão como controle. Deve ter conhecimento sistêmico do ramo da atividade, em relação à legislação que regulamenta a empresa; regime de tributação que a empresa se enquadra; estado do setor econômico que a empresa está inserida; notar em relação às normas contábeis que rege a atividade e aos Princípios Contábeis, sem deixar de praticar a ética profissional nas operações empresariais.   

A empresa não é importante somente para seus proprietários, ela possui um valor social, assim como é apresentado no Artigo 7º do Código Comercial: “A empresa cumpre sua função social ao gerar empregos, tributos e riqueza, ao contribuir para o desenvolvimento econômico, social e cultural da comunidade em que atua de sua região ou do país, ao adotar práticas empresariais sustentáveis visando à proteção do meio ambiente e ao respeitar os direitos dos consumidores, desde que com estrita obediência às leis a que se encontra sujeita”, (texto extraído do site Ministério da Justiça – participacao.mj.gov.br/codcom – acesso em 26 maio 2013).

Por Vanessa Ribeiro


No mundo dos negócios todos desejam se tornar mais competitivos e ser um daqueles profissionais cobiçados pelo mercado. Mas, afinal, o que está por trás de um profissional altamente cobiçado? Quais são as competências mais buscadas pelas empresas? A resposta tem sido muito objetiva: competências comportamentais.

As competências comportamentais são a condição básica para alcançar qualquer atuação profissional, pois elas condizem com o conhecimento necessário para se obter sucesso na execução das atividades do dia a dia. Normalmente, elas são obtidas através de educação formal, treinamentos e experiências pessoais, e necessitam de atualização constantemente; e elas incluem domínio acadêmico, tanto de metodologias quanto de idiomas.

Num mercado onde a palavra chave é conhecimento, um descuido com o desenvolvimento técnico pode acarretar numa perigosa estagnação profissional. Porém, as melhores competências que realmente destacam qualquer  profissional são as competências humanas, denominadas de competências comportamentais. Elas se referem a padrões de comportamento e atitudes que são individuais, e que capacitam o profissional, alinhando o conhecimento técnico a um comportamento adequado, que seja mais produtivo e correto para praticar em seu dia a dia na empresa; dizem respeito também à capacidade de trabalhar e lidar com outras pessoas, motivando-as e compreendendo-as, tanto de forma individual quanto em uma equipe. Dentro dessas competências podemos encontrar: capacidade de comunicação (tais como saber expressar suas ideias, saber e estar pronto para ouvir, tirar dúvidas, fornecer feedback), trabalho em equipe (capacidade de liderança para lidar com pessoas e atingir metas), assertividade (expressar posicionamentos com ideias, emoções e argumentos que demonstram profissionalismo e respeito aos outros), negociação (capacidade de dialogar para resolução de problemas), ética (praticar valores éticos e morais, gerando confiança à todos), flexibilidade (capacidade de adaptar-se às condições favoráveis e desfavoráveis em qualquer ambiente), dentre outras.

Todas elas são as mais difíceis de serem encontradas, pois são mais difíceis de se desenvolver, e isto requer investimentos pessoais: ter coragem para se conhecer, saber lidar com as próprias emoções e ser humilde para encarar os próprios erros e  limitações.

Por Daniela Almeida da Silva


Na vida pessoal e na profissional somos sempre aquilo que construímos ao longo do tempo, e nossa trajetória expõe todos os valores que adotamos para as nossas ações. Sempre estamos dispostos a pagarmos um preço para chegar a algum lugar.  Imagine você daqui a uns 30 anos. Como estará? Como desejará que as pessoas te reconheçam? As escolhas de hoje constroem o que queremos e quem seremos no futuro, e assim refletem também os valores para com os outros. Para as pessoas que buscam seu lugar ao sol no universo profissional, talvez esta reflexão pareça um pouco filosófica. No entanto, na medida em que passa o tempo, entendemos que os valores pessoais são o alicerce da nossa vida e da nossa carreira.

As empresas que buscam a excelência compreendem que, para construir objetividade em suas decisões, não precisam ter profissionais em cargos elevados só porque eles apresentam bons resultados, mas porque todas as suas ações condizem com os mesmos valores e habilidades que utilizam como caminho para conquistar suas vitórias pessoais.

Quando estamos adotando valores pessoais, estamos estabelecendo também  hierarquias de sacrifícios. Se escolhermos construir uma carreira utilizando a honestidade e o respeito pelo próximo, então devemos rejeitar diversas situações que nos levam a agir de forma reversa. Por exemplo, prejudicar algum colega de trabalho, fazer  disputas antiéticas ou envolver-se em pagamentos de propinas, pois são comportamentos que não podem ser assumidos e nem mesmo valorizados.

Utilizar nossos valores como objetivo de vida nos torna mais confiantes sobre quem realmente somos e o que procuramos, e isso tem impacto muito grande e direto em nossa reputação.  A busca por ganhos financeiros, por exemplo,  nem sempre é o que move as pessoas a tomar decisões importantes na vida ou a acrescentar na carreira. Com o tempo, compreendemos que,  às vezes, quando estamos buscando por ganhos imediatos, ou de curto prazo, devemos abrir mão das perspectivas de ganhos a longo prazo.

Saber esperar e entender  quando e como devemos agir é fruto de um caminho de bons valores cultivados, e  que sempre nos levam a um lugar privilegiado.

Por Daniela Almeida da Silva


Depois de alguns meses no estágio ou emprego com contrato temporário normalmente de três meses, sempre chega a dúvida se a tão almejada contratação irá ser alcançada ou não. Por melhor que tenha sido sua estadia em uma empresa, ela pode virar apenas mais uma lista de empregador no currículo.

Existem algumas dicas (uma lista de comportamentos) que se seguidas podem ajudar a conseguir a efetivação. A primeira e mais importante é se mostrar necessário na empresa. Nenhum empregador contratará ninguém que faça apenas o básico, ou nem isso, durante o expediente.

Para ser necessário mostre que será útil, pois a empresa irá despender um valor mensal com você e em trocar disso deseja seu comprometimento com o trabalho. Uma boa forma de demonstrar tal postura é executando tarefas a mais que a sua rotina oferece. Faça o seu serviço, entretanto mostre-se disponível para ajudar em atividades diversas de outros colegas de trabalho, principalmente da chefia.

Disponha-se para organizar eventos e ficar até mais tarde, caso possa. Funcionários que não veem a hora do turno acabar para bater o ponto não são muito queridos por chefes e gestores e geralmente são os primeiros apontados para um corte no quadro. Considere essas ações como um investimento a médio e longo prazo, pois futuramente você sempre será lembrado na hora de pedir ajuda.

Seja pontual. Não há relatos de gestores, por mais flexíveis que sejam que tolerem falta de compromisso com o horário. Se quiser sempre ter uma boa imagem chegue antes e saia um pouco depois. Ao sair sempre pergunte se seus colegas precisam de ajuda: duas mãos trabalham melhor que uma e os dois podem sair mais cedo.

Saiba ouvir. Caso tenha cometido erros durante a execução de tarefas, ouça quais foram. Ouça também sua equipe de trabalho, pois eles podem te dar boas dicas de como executar melhor suas atividades e assim crescer na empresa. Empregadores valorizam ver o desenvolvimento positivo do funcionário e não admiram pessoas que permanecem erradas por pura vontade própria.

Por Lidianne Andrade





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