Salário Mínimo aumenta para R$ 998 e tem seu primeiro aumento real em 3 anos.

O ano de 2019 começou com um pequeno, porém, significativo ato presidencial. A Constituição Federal do Brasil, sancionada em 1988, faz estabelecer que a existência do salário mínimo como piso oficial, e referência para os benefícios da Seguridade Social, abrange os seguintes direitos: à Previdência; à assistência social e ao seguro-desemprego.

Assim, em seu primeiro ato o novo Presidente, senhor Jair Messias Bolsonaro, fez elevar o valor do salário mínimo para 998 reais.

Este foi o primeiro ato promovido pelo novo chefe do Executivo diante do Palácio do Planalto, na última terça-feira, dia 1º de janeiro de 2019.

Conforme as notícias publicadas em todos os jornais, o novo presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, assinou um decreto que faz elevar o valor do salário mínimo no Brasil, neste início de 2019, ou seja, ele salta de 954 reais para 998 reais.

É o primeiro ato oficial de nosso novo chefe do Executivo diante do Palácio do Planalto e de centenas de expectadores, no dia 1º de janeiro. Esta mesma medida foi devidamente publicada em uma edição extra do Diário Oficial da União.

De acordo com o projeto anterior, estava estipulado um valor prévio para este ano, que era de 1.006 reais. Entretanto, o ex-presidente, senhor Michel Temer, não fez publicar a medida, embora tenha aprovado aumento nos salários dos cargos políticos no Congresso Nacional.

Deste modo, baseando-se nas contas realizadas pela nova equipe econômica, o presidente Bolsonaro fez reduzir aquele reajuste, promovendo um pequeno aumento de 44 reais. Antes um pequeno aumento, que produz uma diferença positiva, do que um projeto que, provavelmente, só sairia do papel, a muito custo, em abril, por meio de o extinto governo Temer.

Este valor está baseado na remuneração de colaboradores pertencentes a empresas e também aos demais benefícios concedidos pelo próprio Governo Federal, tais como a aposentadoria; o auxílio-doença; o seguro-desemprego e a pensão.

Em outro momento, um pouco mais cedo, ao longo da cerimônia de posse, o novo ministro da Casa Civil, senhor Onyx Lorenzoni, fez anunciar que este mesmo tema seria decidido apenas nos próximos dias do mês de janeiro.

Na mesma manhã de terça-feira foram oficialmente publicados demais decretos assinados pelo agora ex-presidente Michel Temer, no mesmo Diário Oficial da União, anunciando as exonerações de ministros de Estado e mais alguns cargos em confiança estabelecidos no mesmo governo Temer, entre estes cargos está o do ex-ministro da Agricultura, senhor Blairo Maggi.

Este novo reajuste para o salário mínimo está em plena conformidade e obediência a uma fórmula que está estruturada dentro da consideração sobre o resultado do Produto Interno Bruto, PIB, do país, registrado há dois anos e sobre a variação sofrida na inflação, anteriormente medida por meio do INPC, do ano passado, 2018.

Portanto, foi estabelecido para o salário mínimo deste novo ano de 2019, um ajuste que se faz de acordo com a fórmula determinada por meio da soma do resultado do PIB do ano de 2017, em alta de 1% e mais o INPC, do ano de 2018.

Dado que será possível estabelecer uma previsão sobre o início do ano que vem, em termos de variação no INPC do ano de 2018, o novo governo faz uso de uma previsão no sentido de propor este último aumento.

Junto da inevitável inflação e do próprio resultado do último PIB, dentro deste reajuste do salário mínimo neste início de 2019, já está incluso uma significativa compensação sobre o reajuste já autorizado no ano de 2018, em 1,81%, o qual permaneceu abaixo daquela inflação já avaliada por meio do INPC. De acordo com a Folha de São Paulo, esse pode ser considerado o menor aumento registrado nos últimos 24 anos.

Paulo Henrique dos Santos


Decreto de Michel Temer aumenta o salário para R$ 954 em 2018.

Para quem já estava na curiosidade para saber o novo valor do salário mínimo brasileiro que passará a valer a partir do dia 1º de janeiro de 2018, acaba de ser oficialmente anunciado. Dessa forma, o presidente da república brasileira assinou o decreto que torna o salário mínimo no valor de R$ 954.

O Decreto foi assinado nesta última sexta-feira do ano, dia 30 de dezembro. Assim, com o reajuste de 1,81%, o salário mínimo passa do valor de R$ 937 para R$ 954. Dessa forma, os trabalhadores assalariados do Brasil a partir da a data do dia 1º de janeiro já podem contar com um aumento de R$17.

O decreto ainda determina outros valores como para quem trabalha cobrando o dia, de modo que um dia passa para o valor mínimo de R$ 31,80. De igual forma, o valor da hora também foi reajustado passando para R$ 4,34.

Aposentados e pensionistas que ganham de acordo com o piso previdenciário do INSS, também passarão a receber seus benefícios com o valor reajustado.

De acordo com informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o conhecido Dieese, o reajuste deste ano foi o menor usado para a correção do salário mínimo brasileiro, desde os últimos 24 anos, quando ocorreu a implantação do, na época ainda novo, Plano Real, o que se deu no ano de 1994. Ainda em conformidade com as informações do governo, 45 milhões de brasileiros recebem mensalmente o salário mínimo.

O percentual desse reajuste vem sendo assunto no governo desde os últimos meses. A Comissão Mista de Orçamento do Congresso havia aprovado anteriormente um reajuste que levaria o salário para R$ 965, significando um aumento de 2,99%, já fazendo parte do orçamento do governo.

O governo também em um primeiro momento apontava que o mínimo passaria para o valor de R$ 979, contudo, em poucos dias anunciou o valor provisório de R$ 969.

Essas reduções de valores ocorrem porque o salário mínimo brasileiro é definido de acordo com o resultado de um cálculo que considera o crescimento do PIB, que é o Produto Interno Bruto dos dois últimos dois anos e da inflação do ano anterior.

De acordo com a previsão do governo, o INPC seria encerrado no ano de 2017 com um crescimento no percentual de 3,1%. Porém, até o mês de novembro o valor que o ano acumulou foi de 1,8%, mesmo valor que foi reajustado no salário mínimo dos brasileiros do ano de 2018.

Nem mesmo o PIB foi considerado, uma vez que desde o ano de 2016 a economia entrou em um processo de queda.

De acordo com os cálculos realizados pelo Ministério do Planejamento, que estão constando na proposta da Lei de Diretrizes Orçamentárias, a LDO, encaminhada para o Congresso no mês de abril, a cada um real que é aumentado no mínimo brasileiro, um incremento no valor de R$ 301,6 milhões por ano entra para as despesas do governo.

É sabido que nos últimos dois anos o país tem passado por momentos difíceis em sua economia. Por isso já era de se esperar que o reajuste não fosse dos mais agradáveis, uma vez que o governo busca formas de reduzir seus gastos, em troca de uma inflação mais baixa. O problema está no fato de que para o ano de 2018 espera-se que a inflação aumente e o trabalhador assalariado do país vai perder em poder de compra, o que fará que no fim das contas, esse aumento mínimo não trará benefício nenhum, aliás, o salário mínimo pode se mostrar defasado diante dos preços de tudo aquilo que é necessário para uma pessoa se manter.

Sirlene Montes


Veja aqui mais informações sobre as vagas de emprego abertas pela Saraiva neste mês de Junho de 2017.

Criado por Ignácio da Fonseca Saraiva, no ano de 1917, a Saraiva teve seus primeiros anos de vida em uma livraria pequena localizada na cidade de São Paulo, na época tinha como principal foco os estudantes, devido a livraria ficar localizada perto da Faculdade de Direito do Largo São Francisco. Desse ponto para os dias atuas se passaram 100 anos de várias histórias e reconhecimento. Hoje a Saraiva é uma das principais livrarias do Brasil, em cada unidade podemos encontrar uma variedade de livros, para todas as áreas de conhecimento, para os amantes da literatura e também um acervo de livros para o público infantil. A livraria se encarrega de comercializar outros produtos como revistas, Cds, Dvds e eletrônicos em geral.

Com foco na Educação, a Saraiva integrou no ano de 2015 a SOMOS EDUCAÇÃO, se especializando na produção de conteúdo para educação básica e preparatória, além desses materiais especializados para o nível superior e técnico. A Saraiva engloba o ensino Ético, destinado ao público infantil e médio. A Saraiva ainda destaca-se com Caramelo, que são livros infantis com objetivo de estimular a leitura, a Benvirá, especializada em conteúdos didáticos e a Ática e Scipione, voltada para cultura e entretenimento, visando contribuir com a educação no Brasil.

Para quem pretende fazer parte da rica história da livraria Saraiva, fique atento, pois estão abertas oportunidade de empregos nas seguintes vagas:

(01 vaga) Coordenador tributário – São Paulo –São Paulo

Pré-requisitos: Curso Superior em Ciências Contábeis; Possuir Pós-graduação na área, ter experiência com empresas de grande porte, sólidos conhecimentos sobre legislação tributária; Conhecimentos de Informática, principalmente em Excel.

Atividades a serem executadas: Será encarregado pela apuração e por instruir o recolhimento e obrigações referente ao imposto de renda, contribuição social, PIS/COFINS (Possuir experiência em CSLL PIS e COFFINS); Necessário possuir conhecimento de normas contábeis, brgaap, IFRS.

(10 vagas) Estoquista – Temporário – São Paulo – São Paulo

Local: Eldorado, Osasco, Paulista, Santa Cruz, Tatuapé, Praça da Sé, Plaza Sul, Shop D, ABC Plaza e Mooca.

Formação: Escolaridade Mínima, Ensino Médio.

Atividade a serem executadas: Descarregar caixas de caminhões, sendo assim é necessário possuir força física; disponibilidade para atuar na escala 6×1; não é necessário experiência; disponibilidade para troca de lojas.

Gisele Alves de Brito


Saiba aqui quem tem direito ao salário família.

O Salário Família é um beneficio que foi criado para o trabalhador de baixa renda. Foi instituído pela Lei 4.226 de 3 de outubro de 1963.

Este auxílio é uma forma de remuneração que é concedida ao trabalhador que possui filhos e de acordo com o número de dependentes é pago um valor proporcional.

Para entender quem tem direito a esta remuneração, como funciona, saber quais são os requisitos necessários para receber, continue lendo este artigo que todas estas dúvidas serão esclarecidas.

Auxílio no sustento dos filhos

Este auxílio tem como objetivo contribuir no sustento dos filhos. Ele é concedido a todos os trabalhadores que recebem salário até R$ 1.212,64. No entanto, somente aqueles que possuem filhos com idade inferior a 14 anos e aqueles que são maiores de 14 anos que possuírem algum tipo de invalidez, poderão receber.

Como será o Salário Família de 2016-2017?

Para integrar a lista dos beneficiados pelo Salário Família, é necessário estar empregado, atuar como empregado doméstico ou trabalhadores avulsos.

Os empregados e também os empregados domésticos para receber o salário família tem que efetuar um cadastro, neste caso, deve ser requerido junto ao empregador este cadastro. No caso dos avulsos, o pedido deve ser feito junto a algum sindicato de sua categoria ou em órgão gestor que se responsabiliza pelo tipo de trabalho que executa.

Quais são os requisitos?

As exigências são duas: possuir filhos até 14 anos ou que forem inválidos de qualquer idade e receber salário dentro das faixas 1 e 2, que compreende os valores entre R$ 806,61 (Faixa 1 – recebem cota de R$ 41,37) e R$ 806,61 a R$ 1.212,64 (Faixa 2 – recebem cota de R$ 29,16).

Estes são os valores limites para o Salário Família de 2017.

Quais documentos são exigidos?

Alguns documentos são necessários e também entram como requisitos para solicitar o benefício. Os documentos que devem ser entregues são documentos de identificação com foto e também o número do CPF, termo de responsabilidade, além da certidão de nascimento de cada dependente (filhos).

Para os dependentes entre 7 e 14 anos de idade é necessário apresentar comprovante de frequência escolar e para os dependentes até 6 anos de idade a caderneta de vacinação.

Renovação

Para não perder o direito ao Salário Família, quem for contemplado deverá sempre renovar o cadastro de cada dependente, apresentando todos os anos no mês de novembro a caderneta de vacinação e entre os meses de maio e novembro a cada 6 meses os comprovantes de frequência escolar.

Marcio Ferraz


Confira aqui qual o valor do Salário Mínimo em 2017.

Todos os anos nessa época, os trabalhadores brasileiros aguardam o pronunciamento oficial do presidente da república, anunciando a correção do salário mínimo brasileiro, que em 2017 estará R$ 57,00 mais gordo. Menos do que os trabalhadores assalariados esperavam.

Pois bem, na última quinta-feira, dia 29 de dezembro, Michel Temer, presidente da república, assinou o decreto que valida o salário mínimo no valor de R$ 937,00. Na contagem de reais, o aumento representa R$57,00, passando de R$ 880,00 para R$ 937,00.

Segundo o protocolo, o salário mínimo de 2017 deverá ser oficialmente publicado no "Diário Oficial da União" nesta sexta-feira, dia 30 de dezembro.

Segundo um levantamento feito pelo G1, vários estados já se pronunciaram em favor da adoção do novo salário mínimo. Acre, Espírito Santo, Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Minas Gerais, Goiás, Maranhão, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Sergipe, Piauí, Rondônia, Tocantins e Roraima assumirão o salário proposto pela União.

No mês de agosto deste ano, o governo federal anunciou uma previsão de salário mínimo no valor de R$945,80. Mas de acordo com o cálculo realizado, o resultado final foi um salário com R$8,80 a menos.

O salário mínimo de 2017 na realidade não terá um aumento relevante, uma vez que ele não consegue cobrir o valor da inflação de 2016.

O que determina o valor do novo salário mínimo é um cálculo realizado através da soma do resultado do Produto Interno Bruto, correspondente a dois anos anteriores, mais o INPC, Índice Nacional de Preços ao Consumidor. Como o PIB do ano de 2015 teve um recuo de 3,8%, somado a inflação de 2016, o resultado foi esse valor, com R$8,80 a menos que o previsto.

Contudo, segundo informações cedidas pelo Dieese, Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Econômicos, durante muitos anos os reajustes firmados pelo governo federal aconteciam de fato, ficando acima dos níveis de inflação. Apenas no ano de 1997 que o salário mínimo teve um valor abaixo do IMPC, mas em compensação de 1998 até 2016, foram 77,18% de aumento, levando o salário de R$200,00 a R$880,00.

O salário anunciado pelo Presidente da República Michel Temer passa a ter validade em todo o território brasileiro a partir de janeiro de 2017.

Sirlene


Ministro do Trabalho desmente boatos sobre o fim do 13º salário.

Desde 2010 (vésperas das eleições presidenciais) circulam boatos pela internet acerca do suposto fim do 13º salário pago aos trabalhadores, ao final do ano, a título de abono de Natal.

O 13º salário foi criado em 13/07/1962, sob a Lei 4.090, com o objetivo de gratificar os trabalhadores de todos os setores da economia formal, equivalendo a 1/12 avos da remuneração recebida mensalmente, que se revertem em um salário adicional ao final do ano, geralmente em duas parcelas. Trata-se de um direito constitucional (artigo 7º, inciso XVIII da Constituição Federal), cláusula pétrea, não podendo portanto, ser revogado.

O que suspeitas indicam é que tais boatos sobre o fim do 13º salário teriam origem, mais precisamente, no projeto de Lei nº 5483/2001, enviado ao Congresso Nacional pelo então presidente da república Fernando Henrique Cardoso, que tratava da Flexibilização das Leis do Trabalho, com o seguinte texto: “Normas relativas às condições de trabalho previstas em convenções de acordo coletivo devem prevalecer sobre disposto em lei, desde que não contrariem a Constituição Federal e as normas de segurança e saúde do trabalho”.

O problema é que o texto, além de estar arquivado desde 2003, por iniciativa do então presidente da república Luis Inácio Lula da Silva, também deixa claro que normas decididas em convenções trabalhistas não podem ferir a Constituição Federal e, portanto, o fim do 13º salário seria uma afronta direta ao texto constitucional, que coloca-o como uma cláusula pétrea.

Mas, para eliminar qualquer resquício de dúvida a esse respeito, o Ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, abriu a audiência pública realizada no dia 02/08/2016, que contou com a participação das Comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) e de Assuntos Sociais (CAS), com a mensagem de que “Não há hipótese de perda de direitos para os trabalhadores. Direito não se revoga, se aprimora. Esses aspectos fundamentais, portanto, não serão alterados”.

“O objetivo do governo é combater o inimigo comum do brasileiro: o desemprego” e que, portanto, a preocupação seria com o fortalecimento das convenções coletivas, modernização da Consolidação das Leis do Trabalho (com a proposta da prorrogação do Programa de Proteção ao Emprego, por exemplo); além do aperfeiçoamento das relações entre patrões e empregados. Não havendo, portanto, espaço na agenda do governo para negociação sobre aumento de jornada de trabalho e nem parcelamento de férias ou do 13º salário, entre outras questões trabalhistas.

Portanto, o fim do 13 salário, segundo palavras do próprio ministro do trabalho, Ronaldo Nogueira, em audiência pública realizada no Senado Federal (dia 02/08/2016) e antes numa reunião com as centrais sindicais, realizada no dia 27/07/2016, trata-se de um boato sem qualquer fundamentação legal e que, inclusive, fere frontalmente o texto constitucional.

Vivaldo Pereira da Silva


Veja dicas de como pedir aumento de salário para seu chefe.

Você é um bom funcionário, cumpre prazos, bate metas, é pontual e decidiu que é hora de conversar com seu superior a respeito do tão sonhado aumento no salário.

Planejar muito bem a conversa será crucial na hora de formalizar o seu pedido. Utilizar bons argumentos e saber conduzir a situação também é importante, afinal, o intuito é transformar o desejo em realidade.

Aqui vão algumas dicas para você fazer bonito. Confira:

– Avaliação:

O primeiro passo é você se auto avaliar, você acredita que realmente merece o aumento? É um profissional comprometido? Se você ainda tiver dúvidas, o melhor a se fazer é esperar, mostre ainda mais sua capacidade de trabalho dentro da empresa.

– Merecimento:

Se a resposta for sim, você definitivamente está pronto para o aumento, opte por destacar para seu chefe suas qualidades como profissional e o quanto trabalha para alcançar os objetivos desejados pela empresa.

– O destino para o seu dinheiro:

Quando estiver abordando a questão do aumento de salário, não fale que é para trocar de carro, comprar um apartamento ou viajar, por exemplo, essas são questões pessoais que devem ser deixadas de lado e não dizem respeito a seu gestor.

– Feedback:

Aproveite o momento oportuno que você está frente a frente com seu chefe e peça a ele um retorno a respeito do seu trabalho. É importante até mesmo para sua segurança dentro da empresa saber como anda a qualidade do seu serviço, as vezes você pode até mesmo assumir mais funções.

– Saúde financeira da empresa:

Avalie como anda a empresa na questão financeira e se realmente ela poderá bancar seu aumento. Não adianta forçar um salário maior e causar demissões ou cortes, por exemplo.

– Melhor dia para pedir aumento:

Observe bem como está o humor do seu superior, como está sendo o dia da empresa e se ele está muito ocupado. É bom poder conversar com calma, em um momento mais tranquilo e que de preferência quando não tenha ocorrido nada de grave dentro do ambiente do trabalho.

Lembre-se ninguém é demitido por pedir aumento! Esse é um assunto delicado tanto para você quanto para o dono da empresa, mas ficar nervoso ou fazer ameaças não resolvem, o melhor é sempre mostrar que você é um profissional capaz.

Desse modo, o aumento pode vir até mesmo de forma natural, sem que haja o pedido, porque seu desempenho é sendo sempre observado.

Camila Pansera Chames


Setor de seguros, instituições financeiras e corretoras é o que melhor remunera os empregados no Brasil.

A Catho realizou recentemente uma pesquisa salarial que concluiu que o setor de seguros, instituições financeiras e corretoras é o que melhor remunera os empregados no Brasil. A média salarial paga aos funcionários supera em até 166% a média nacional, estipulada em R$ 2.113.

Em março deste ano, na última pesquisa realizada antes desta, a indústria de autopeças era líder da lista e o segmento financeiro estava no 18ª posição do ranking. Esta seria a 51ª Pesquisa Salarial da Catho, que considera os 12 últimos meses como base para os cálculos.

Com salários que contam com um índice de 85,1% e 62,8% maiores que a média do país, os setores de fabricação de equipamentos de transporte e mineração, extração de óleo e gás ficaram, respectivamente, em 2º e 3º lugar da classificação.

Confira a lista abaixo com a porcentagem que indica o valor médio da remuneração:

1º lugar: Instituições financeiras, seguros e corretoras – 166,8% acima da média nacional.

2º lugar: Fabricação de equipamentos e transporte – 85,1% acima da média nacional.

3º lugar: Mineração, extração de óleo e gás – 62,8% acima da média nacional.

4º lugar: Indústria automotiva – 41,7% acima da média nacional.

5º lugar: Indústria farmacêutica/ cosméticos – 35,4% acima da média nacional.

6º lugar: Fabricação de papel e similares – 24,9% acima da média nacional.

7º lugar: Fabricação de equipamentos elétricos e eletroeletrônicos – 24,1% acima da média nacional.

8º lugar: Indústria metalúrgica de metal primário (aço, ferro e alumínio) – 20,1% acima da média nacional.

9º lugar: Incorporadora e imobiliária – 18,9% acima da média nacional.

10º lugar – Saúde e hospitalar (laboratórios, hospitais, análises clínicas, assistência médica): 16,4% acima da média nacional.

Considerando as áreas com maiores variações na remuneração, a de fabricação de equipamentos e transporte comandou o crescimento entre os anos de 2014 e 2015 com 25,4% de aumento. Em seguida aparece o segmento de saúde e hospitalar com uma variação de 11,4%. O ramo de fabricação de produtos de borracha e plásticos, com 10,7% de aumento, aparece em 3º lugar.

A capacitação do profissional, vinculada à escolaridade, tem grande impacto no salário percebido. Logo, quanto maior o nível de escolaridade maior será a alteração da remuneração. À título de exemplo, nos cargos de diretoria, a diferença salarial pode ser de até 22,5% entre o profissional que tem ensino superior e aquele que cursou uma MBA ou pós-graduação.

Para as pessoas que possuem mestrado, nos cargos de supervisão, o salário médio alcança até R$ 5.172,58, sendo que para quem tem apenas nível superior incompleto o valor recebido é R$ 2.570,85. Nas funções da diretoria, a remuneração é de aproximadamente R$ 12.956,23 para nível superior incompleto e aumenta para R$ 16.901,84 para quem possui mestrado ou doutorado.

A língua estrangeira também é muito valorizada e influencia diretamente no valor do salário, aumentando até 62% de acordo com a função hierárquica ocupada.

Por Bruna Rocha Rodrigues


Pesquisa revelou que no ano de 2013 a média dos salários pagos aos homens era 40,5% maior do que o pago às mulheres que exerciam a mesma função.

Há quem diga que existe a igualdade entre os sexos. É verdade que muito já se conquistou, desde o começo da luta das mulheres por igualdade de direitos e oportunidades. Mas infelizmente, muitas características de uma cultura machista ainda continuam a povoar nosso país. Um dos maiores diferenciais de tratamento entre homens e mulheres no Brasil é o salário: um levantamento feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), revelou que no ano de 2013 a média dos salários pagos aos homens era 40,5% maior do que o pago às mulheres que exerciam a mesma função.

Os dados foram divulgados na última sexta-feira (dia 4) e contém dados do ano de 2013, pois somente agora as informações foram liberadas. O levantamento foi feito a partir das informações do Cempre (Cadastro Central de Empresas).

A pesquisa revelou também que a participação feminina entre os anos de 2009 e 2013 aumentou: passou de 35,5% para 37,7%. Mas mesmo com a alta da participação feminina nas empresas, parece que os empresários não estão dispostos a valorizar essa importante mão de obra.

Quanto ao aumento salarial as mulheres também estão em desvantagem: a pesquisa mostrou que enquanto as mulheres tiveram um aumento médio mensal de 3,5%, os homens passaram a receber 3,9% de aumento.

É inaceitável, que em pleno século XXI, os salários continuem tendo como base o sexo do trabalhador, e não em sua escolaridade ou competência. Pagar menos a uma mulher demonstra o quanto o preconceito ainda está presente nas pequenas e grandes empresas pelo país, pois ao longo de tantas décadas de luta, e de tantas provas de que o rendimento no trabalho independe do sexo do trabalhador, alguns patrões ainda insistem em diferenciar os salários, sem nenhuma justificativa.

Enquanto não houver uma fiscalização efetiva para garantir as mulheres igualdade nos salários, absurdos como esse continuarão a serem vistos. E o fato se agrava ainda mais, pois nos últimos anos também cresceu o número de mulheres que assumem o papel de únicas provedoras financeiras de suas casas. Então estas mulheres podem garantir um futuro digno aos filhos e a família, se ainda recebem menos? 

Por Patrícia Generoso


Pesquisa revelou que os profissionais preferem trocar o aumento de salário por mais flexibilidade no horário de trabalho.

O aumento salarial é uma das grandes reivindicações dos profissionais atuais. Em qualquer área de atuação é comum encontramos profissionais insatisfeitos com seus salários ou que esperam qualquer aumento nos próximos meses. No entanto, diversos deles preferem trocar o aumento de salário por um modelo flexível de trabalho.

De acordo com um estudo promovido pela Unify, empresa de software e serviços de comunicação, cerca de 43% dos profissionais entrevistados preferem obter um emprego flexível do que um aumento salarial.   

Com o avanço da tecnologia ficou mais fácil trabalhar de maneira remota. Assim, a flexibilidade no trabalho se tornou mais comum. A tendência das empresas em permitir que seus funcionários tenham um modelo de trabalho mais flexível irá aumentar conforme o tempo. Há diversos fatores que contribuem para isso. Um deles é a demanda dos funcionários que solicitam a possibilidade de trabalhos flexíveis. Outro fator é a melhora do mercado de trabalho, além das diversas leis que estão fazendo desta modalidade um direito, em vez de uma regalia de alguns funcionários.

Muitos profissionais se mostram satisfeitos em poderem trabalhar alguns dias da semana em casa, sem precisarem se deslocar para o escritório. Outros se contentariam em apenas ficar parte do dia no escritório e o restante em casa. 

O trabalho remoto, principalmente nas grandes cidades, pode poupar muitos recursos das empresas e dos profissionais. O tempo que o profissional fica preso no trânsito também é levado em consideração. O mesmo poderia trabalhar mais ou ter mais tempo como a família em vez de esperar por horas no trânsito das grandes cidades.  

De acordo com o executivo da Unify, Bill Hurley, os funcionários estão dispostos a levar o regime de trabalho flexível a sério. A pesquisa também mostrou que quase um terço dos profissionais entrevistados afirmou que mudariam de empresa, caso essa modalidade de emprego lhe fosse oferecida.

A pesquisa entrevistou cerca de mais de 800 profissionais em diversos setores como marketing, P&D, finanças, atendimento, TI e outras áreas funcionais.

Por William Nascimento


Pretensão salarial é o que mais conta no momento de decidir se muda ou não de emprego. Preocupação com a estabilidade financeira se sobressai em detrimento de outras características consideradas importantes.

Mudar de carreira pode ser uma decisão difícil para inúmeras pessoas, e um dos fatores que mais atraem os brasileiros ainda é o salário. Para a maioria da população estabilidade financeira é um dos fatores que mais pesam para a mudança de emprego.

Uma agência de consultoria chamada Asap, que recruta e faz a seleção de executivos de média gerência, realizou uma pesquisa com cerca de 1.000 executivos e nesta  82,6% dos entrevistados receberam uma proposta de emprego recentemente e mais da metade destes recusaram a proposta por acharem o salário baixo demais, ou por considerar que a vaga não estivesse adequada com os seus objetivos profissionais.

Em outra pesquisa, realizada pelo site de relacionamentos profissionais Linkedin, a pretensão salarial atinge 49% da preferência dos entrevistados, enquanto os fatores motivação e avanço na carreira ficam atrás com 43% e 41%, respectivamente. O site ouviu cerca de 20 mil pessoas em 29 países diferentes, sendo 660  brasileiros.

Outra característica interessante levantada pelo estudo é a de que 60% dos pesquisados confia em seu próprio entendimento na hora de negociar com seus patrões e determinar um salário justo e que 49% deles definem seus reajustes com base no salário anterior.

Quanto à forma de procura de emprego, o estudo aponta também que o Brasil é um dos países que mais usam as redes sociais em busca de emprego. Ele está em quarto lugar, atrás de grandes potências como Cingapura, Espanha e Chile. Entre os brasileiros o uso da internet também é grande, através de sites especializados em oferecer vagas de emprego. Podemos afirmar que a internet é um dos meios mais usados entre os brasileiros atualmente, e a cada dia crescem as ofertas de meios diferentes para se conseguir a tão sonhada vaga.

Em tempos de recessão econômica no país, nada mais previsível do que esse cenário. Os trabalhadores estão mais preocupados com a estabilidade financeira, em detrimento de outras características antes consideradas importantes, como o ambiente de trabalho e o prazer na função executada.

Por Patrícia Generoso


Analise pontos importantes antes de pedir um aumento ao seu chefe.

O salário é um requisito importante na vida profissional, porque nem sempre ele consegue suprir as necessidades, o que pode gerar muito desânimo para o trabalhador. Além disso, nem sempre o mercado está com boas oportunidades de trabalho, e muitas vezes o ideal é conversar e solicitar um aumento. Porém, é preciso saber negociar e conversar sobre o assunto. Mas, como pedir um aumento?

Como está o seu desempenho profissional? Ele é a peça chave para tentar conseguir um aumento no seu salário. Ou seja, foque nele e evite falar sobre a sua vida pessoal. Durante a conversa seja franco e direto no assunto, exponha com argumentações claras os motivos do aumento. Mas, lembre-se de que tudo deve estar dentro dos padrões do mercado.

A empresa está passando por uma boa fase? Não adianta pedir um aumento, por exemplo, se a Companhia esta vivendo um momento de crise. Caso esteja nesta situação, aguarde até que tudo se resolva.

Você realmente merece um aumento? Saiba explicar isso para o seu chefe, e durante a conversa mostre relatórios e números que comprovem a sua eficiência no trabalho. Saiba escutar o seu chefe com atenção, principalmente, se ele for te dar um feedback ou relatar algo sobre o local em que trabalha.

Não se compare com outras pessoas, assim, mostre de forma objetiva o porquê você merece o aumento. Mantenha-se focado em seus objetivos e argumentos, porque isso fará a diferença. Outra dica, é que você pode aproveitar a situação para tentar entrar em acordo sobre outros benefícios que a empresa oferece como plano odontológico, plano de saúde, entre outros.

Demonstre interesse no seu trabalho, ou seja, mostre ao seu chefe que você vai continuar colaborando para com a empresa. Fale sobre as suas habilidades, competências, atitudes, entre outros itens que achar relevante. Antes de iniciar a conversa, verifique se o seu superior está de bom humor.

Boa sorte!

Por Babi


Quando você está numa entrevista de emprego e chega aquele esperado momento em que o entrevistador faz a seguinte pergunta "Qual a sua pretensão salarial?", parece que dá uma segurança de que pode ocorrer uma contratação. Será? Talvez seja essa hora, o momento decisivo para o entrevistador ter a certeza do que ele está procurando.

Veja algumas dicas de como você pode proceder:

1. Esteja informado antes:

Antes de você responder essa pergunta do entrevistador, tenha em mente ao menos qual é a média salarial do seu cargo e quanto vale a sua mão de obra para aquela determinada área em que você pretende atuar na empresa. O correto seria uma negociação aberta a respeito desse assunto. Mas, caso você esteja procurando algo melhor, por exemplo, vale a pena deixar bem claro também o que está procurando no momento, seja um cargo melhor ou um salário melhor do que o do emprego anterior.

2. Seja claro e objetivo na negociação:

Durante a negociação, procure dizer abertamente quais são seus planos para permanecer em um cargo novo, caso seja possível. Diga que pretende ganhar mais na nova função por motivos tanto profissionais como pessoais. Seja claro e explique abertamente quais são suas habilidades e competências, além daquilo que está disposto a fazer pela nova carreira. Esteja certo de que tudo isso que você diz não são apenas palavras e sim propósitos.

3. Sinta-se seguro:

Você deve, antes do mais nada, ter plena segurança do que está falando com o entrevistador no momento da entrevista. Não adianta falar de todos os seus planos e metas, para atingir o cargo e o salário que deseja, e ficar se sentindo o tempo todo inseguro com tudo isso. Tome muito cuidado, pois isso pode ser detectado na entrevista e tudo o que você disser pode ir por água abaixo e ser usado contra você.

Por Daniela Almeida da Silva


Está pensando em pedir um aumento para a empresa que você trabalha mas anda sem jeito de fazer isso? Veja algumas dicas de como você pode fazer:

1. Espere o tempo de um ano ou mais

Depois de um ano, a empresa ainda vai calcular suas férias de tempo de serviço, seus benefícios, etc. Mesmo assim, saia de férias primeiro pra depois você analisar como pode pedir seu aumento para a empresa. Tome muito cuidado para não sair pedindo antes de sair de férias e correr o risco de ser demitido.

2. Faça por merecer

Não vá pedir aumento sem antes ter argumentos verdadeiros que justifiquem sua ação. Um bom exemplo disso é ser um bom funcionário e usar isso como exemplo justificativo para um aumento. Se você ainda for um funcionário muito participativo, que se dedica à operações de melhorias na empresa, será melhor ainda. Mostre as ideias que já teve, os projetos que já realizou a tente ver o que dá para negociar no momento.

3. Opte por uma conversa franca

Nessa hora, evite enviar emails ou mensagens para o setor de Recursos Humanos da empresa. Fale primeiro com o seu chefe, ou o responsável da sua área, para depois, caso você consiga um aumento, a demanda deverá partir dele para o setor de recursos humanos, e não vice versa.

4. Espere o tempo necessário

Muitas vezes, pode ser também que não seja a hora para você ter o seu aumento ainda. Nesse caso, o correto é esperar e ver o que acontece. Mesmo assim não deixe de lembrar eles de vez em quando sobre o seu aumento de salário, ainda mais se você estiver fazendo por merecer.

Enfim, lembre-se que dependendo do caso, as empresas sempre preferem aumentar os salários coletivamente, pois é mais fácil para ela. Nesse caso, aguarde um possível acréscimo no início do próximo ano, normalmente na mesma época do aumento do salário mínimo. Pode ser uma boa oportunidade para reaver suas prioridades.


Já passou pela sua cabeça em pedir um aumento para o seu chefe? Mas, nem sempre é fácil abordar este assunto, certo? Que tal conferir algumas dicas de como falar com o seu superior sobre um possível aumento?

Se você deseja realmente um aumento envolva-se em projetos futuros da empresa. Ou seja, tente fazer parte da equipe de profissionais que cuidam do futuro da organização. Assim, faça parte de planos que gerem receitas para diminuição de custos.

Já pensou em assumir mais responsabilidades? Se você quer um aumento, deve fazer por merecê-lo e precisa se destacar. Assim, tente assumir novas funções, mas desde que possa cumpri-las dentro do prazo e com qualidade.

Sabe falar inglês de forma fluente? Então tente negociar com outras companhias do exterior, por exemplo. A ideia é assumir novas funções, e, assim, você terá um bom argumento para pedir um aumento ao seu chefe.

Lembre-se de que existe um prazo para as negociações. Por exemplo, se você quer um aumento para o início do próximo ano, procure negociar com o seu chefe até o fim de 2014. Muitas empresas fazem o orçamento do próximo ano, já com base no período atual. Ou seja, se você deseja um aumento, o seu chefe precisa saber a tempo para incluir nos custos da empresa.

Seja conhecido pelos seus diretores e chefes da empresa. Ou seja, não só seu superior deve te conhecer, mas, também, outros líderes da companhia. Além disso, você também não deve só parecer competente, mas, sim, muito competente, para que possa ser reconhecido por outros líderes da empresa.

Antes de pedir um aumento verifique as condições reais da empresa e o período da economia nacional. Desta forma, você vai ter argumentos para convencer o seu chefe a te dar um aumento no salário.

O que achou das dicas? Compartilhe a sua opinião com a gente!

Boa sorte e sucesso.

Por Babi


O dia 18 de junho foi uma data um tanto, memorável para os profissionais que atuam como motoboys. Isso porque a presidenta Dilma Rousseff sancionou a lei que passa a incluir a atividade destes profissionais como profissão de risco, conforme a CLT (Consolidação de Leis do Trabalho).

Com a lei sancionada, os motoboys passam agora a contar com adicional de 30% sobre o salário por periculosidade. O adicional valerá para os profissionais registrados como mototaxista, motoboy, motofrete e serviço comunitário de rua.

A cerimônia foi realizada no Palácio do Planalto, onde a presidenta declarou: “Hoje, com a sanção da lei, estamos mudando a CLT, para garantir a todos os motoboys, mototaxistas, motofrentistas o direito ao adicional de periculosidade e que significa o adicional de 30% sobre seus salários. Nada mais justo, nada mais necessário".

O texto de sanção da presidente foi publicado no Diário Oficial da União, na sexta-feira, 20, e por ele será especificado a partir de quando a lei passará a ter valia. A CLT em seu art.193 declara:

São consideradas atividades ou operações perigosas, na forma da regulamentação aprovada pelo Ministério do Trabalho e Emprego, aquelas que, por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem risco acentuado em virtude de exposição permanente do trabalhador:

I – inflamáveis, explosivos ou energia elétrica (Incluído pela Lei nº 12.740, de 2012);

II – roubos ou outras espécies de violência física nas atividades profissionais de segurança pessoal ou patrimonial (Incluído pela Lei nº 12.740, de 2012);

§ 1º – O trabalho em condições de periculosidade assegura ao empregado um adicional de 30% (trinta por cento) sobre o salário sem os acréscimos resultantes de gratificações, prêmios ou participações nos lucros da empresa. (Incluído pela Lei nº 6.514, de 22.12.1977)

De acordo com o último levantamento realizado pelo MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) chega a 263,5% o número de mortes por acidentes de trânsito que envolvem motos, este percentual considera o período entre  2001 e 2011, sendo que somente em 2011 foram apuradas 11.268 mortes.

Por Jaime Pargan


Muitos profissionais imaginam que para ter um melhor salário é preciso de experiência, qualificação e perfil profissional para conseguir ocupar um cargo tão almejado. Esse pensamento é o da maioria da população, mas, um estudo feito pela equipe da London Business School e divulgado pelo Financial Times mostra que o profissional precisa ter mais do que essas qualidades.

O estudo mostrou que para o empregado conseguir chegar ao topo hierárquico de uma empresa ele precisa ter “qualidades” inusitadas ou até mesmo bizarras. O primeiro deles é a altura. Parece estranho, mas não é. A altura de um executivo é proporcional ao seu salário. Os presidentes de empresa são, em média, mais alto que 90% da população e possuem mais habilidades que os outros também.

A pesquisa foi feita com 1,3 milhão de homens que serviram o exército durante 1952 e 1978, por esse motivo as mulheres não entraram no estudo da altura. Dentre o total, 41 mil são executivos que estão nos melhores cargos das empresas.

Outro diferencial para conseguir chegar ao topo da vida profissional é ser bonito. Homens e mulheres que são considerados mais belos ganham mais do que os que não são. A conclusão foi feita pelo economista Daniel Hamermes.

Os mais bonitos também são considerados mais seguros de si e por isso conseguem chegar mais perto do sucesso do que os não tão bonitos assim. E, segundo Hamermes, a autoconfiança e autoestima são uns dos principais estímulos para se chegar ao topo da vida hierárquica da empresa.

Outro resultado inusitado e que causa bastante estranheza é o feito pelo site de recrutamento TheLadders que chegou a conclusão que até mesmo o tamanho do nome do profissional faz a diferença no seu salário.

Quem tem o nome mais curto, que eles consideram ser de até cinco letras, tem mais chances de ganhar mais, de acordo com o site. A conclusão foi em base na análise dos salários de seis milhões de usuários e o nome de cada um deles. Nomes como Tom, Bob, Dale são os que possuem os salários mais “gordos”.

Por Carolina Miranda


Tem momentos na empresa que o profissional sente a necessidade de pedir um aumento salarial para o chefe, ou ter outros tipos de compensação pelo trabalho desenvolvido. A maioria dos profissionais acredita que merece uma melhor remuneração, mas como pedir esse aumento?

A consultora de transição de carreiras da Right Management Brasil, Sueli Aznar, dá algumas dicas de como o profissional pode pedir um aumento na empresa. Contudo, para fazer esse pedido o profissional precisa avaliar o seu esforço dentro da companhia e o quanto ele agrega valor para a empresa.

A primeira coisa que se deve analisar é se a organização possui plano de carreira e avaliação de desempenho. Depois de verificar esses pontos, o profissional precisa ter bom senso e concluir qual o seu esforço no trabalho. Como cumprir horários, entregar as solicitações do chefe em dia e estar presente em todas as reuniões.

Fazer o pedido é a tarefa mais difícil para o empregado. Para isso, o profissional precisa marcar uma reunião formal com o chefe para falar do seu desejo de um reajuste salarial. O argumento deve ser baseado em questões profissionais e não em dificuldades financeiras que o empregado pode estar passando.

O momento certo para se fazer a proposta de aumento salarial também é outro quesito importante para ser avaliado. O profissional não pode pedir no momento em que a empresa está passando por mudanças internas, reavaliações financeiras, fusões ou troca de gestão. O funcionário deve pedir quando a empresa estiver em um momento tranquilo e sem turbulências.

Quando o colaborador fizer o pedido de aumento, o valor de quanto será esse aumento precisa já estar em mente. Para isso, o empregado precisa pesquisar em mídias de comunicação especializada qual é o salário médio do cargo em que exerce.

É importante também que o funcionário nunca deve dizer que quer um aumento porque recebeu uma proposta melhor de outra empresa. O assunto deve ser baseado em realizações profissionais, os bons resultados de projetos e superação das metas. Há outro quesito importante: o chefe precisa estar em um “bom dia”. E caso a resposta seja um “não”, talvez esteja na hora do profissional procurar outra oportunidade que pague o real salário do cargo e da profissão em que exerce.

Por Carolina Miranda


Toda profissão tem seus altos e baixos. O que gera ansiedade e até indecisão na hora de escolher a formação técnica. E quem não gostaria de acertar de primeira nessa escolha e levar vantagens na frente dos concorrentes? Para os que estão escolhendo a profissão e precisam de um "flash", digamos assim, segue uma lista com 15 profissões para as quais sempre há vagas em aberto. Os dados foram obtidos por meio do site de empregos Catho a pedido da VOCÊ S/A. São elas:

1 – Corretor de Imóveis – média salarial R$ 5.733,00:

Facilidade no acesso ao crédito, aumento no preço dos imóveis e remuneração com base em comissões são os motivos que fazem com que haja sempre procura por corretores.

2 – Executivo de Vendas – média salarial R$ 3.400,00:

Desenvolve estratégias de vendas que possam atingir as metas da organização com base em análises do mercado.

3 – Gerente Comercial – média salarial R$ 5.066,00:

Define estratégias para aumentar a participação da empresa no mercado, por meio de análises do potencial de vendas.

4 – Gerente de Contas – média salarial R$ 5.200,00:

Profissional responsável pelo gerenciamento de carteiras de clientes, elaboração de propostas comerciais e negociação.

5 – Contador – média salarial R$ 4.067,00:

Controle do Governo e legislação tributária determina a procura por esse profissional.

6 – Programador Java – média salarial R$ 4.800,00:

Desenvolve, testa e implementa sistemas – linguagem Java.

7 – Analista Programador – média salarial R$ 3.900,00:

Implementa novos sistemas e realiza a manutenção em computadores.

8 – Gerente Financeiro – média salarial R$ 7.000,00:

Executa planejamento financeiro e elabora planos para o melhor desempenho da empresa, visando o corte de custos e o crescimento dos negócios.

9 – Supervisor de Produção – média salarial R$ 3.667,00:

Supervisiona a instalação de equipamentos de uma fábrica, visando à minimização dos custos e a otimização da qualidade nos produtos ou serviços.

10 – Gerente Operacional – média salarial R$ 5.933,00:

Indústria ou serviço – dar apoio À base operacional objetivando atender as necessidades dos clientes.

11 – Coordenador de Vendas – média salarial R$ 3.700,00:

Responsável por coordenar e auxiliar  equipes de vendas.

12 – Gerente de Projetos – média salarial R$ 8.733,00:

Planeja e acompanha a execução de projetos.

13 – Supervisor de Logística – média salarial R$ 3.400,00:

Acompanha atividades relacionadas à logística, envio, armazenamento e descarga de materiais.

14 – Auditor – média salarial R$ 3.867,00:

Analisa documentos contábeis e realiza controles internos a fim de assegurar  que a empresa atenda as normas administrativas e comerciais.

15 – Analista de Projetos – média salarial R$ 3.367,00:

Planeja, controla e acompanha a implementação dos projetos.

 Por Kesianne Ferreira


Muitas pessoas querem um aumento no salário. Porém, falta coragem. Confira algumas dicas para não passar por uma situação constrangedora ou decepcionante.

Você deve se preparar para a negociação. Demonstre uma atitude segura e confiante. Faça uma auto-avaliação. Analise o seu desempenho e liste as principais realizações que você obteve para a empresa através de seu trabalho. Argumentos como: “estou há muito tempo sem aumento”, “sou primeiro a chegar e o último a sair da empresa” são inválidos.

Observe se você superou as expectativas, alcançou as metas e cumpriu com as suas responsabilidades. Caso não tenha segurança, solicite um feedback de seu superior. Assim você entenderá em quais atributos deve melhorar para, então, falar em aumento.

Para não correr o risco de ficar com o mesmo valor salarial, escolha um momento apropriado. Pode ser em seguida a uma conquista importante para a empresa para a qual você contribuiu e destacou suas competências. Marque um horário em um dia sem muitas atividades para falar somente com seu chefe. Assim o diálogo será tranquilo.

Caso obtenha o aumento, agradeça e retorne às atividades. Se a resposta for negativa, procure saber como pode melhorar. Se o emprego não corresponder às suas expectativas, busque outras oportunidades.

Confira mais algumas dicas no vídeo:

Por Melisse V.


A nova estrutura familiar reflete a atual sociedade. Antigamente, homens saíam de suas casas para trabalhar e sustentar seus lares. As mulheres, em contrapartida, ficavam estancadas para dar conta de todos os afazeres domésticos e dos filhos. Atualmente, ambos os sexos desenvolvem as mesmas responsabilidades, de vez em quando pendendo muito mais à ala feminina, que em geral ainda precisa fazer a janta após o expediente e cuidar de seus descendentes.
Por essas e outras razões é que muitos lares optam por contratar empregadas domésticas. Levantamento realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revela um dado nada animador. Entre 1999 e 2009, a formalização desse setor passou de 23,7% para 26,3%, ou seja, avanço abaixo de 3%, consideravelmente simplório.
Realizado com base nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) de 2009, o estudo assoalha que como reflexo do altíssimo nível da informalidade a remuneração média do emprego doméstico, aproximadamente R$ 321, manteve-se inclusive abaixo do salário mínimo de 2009 (R$ 465).
Para Luciana Pinheiro, técnica de Planejamento e Pesquisa do instituto, até ocorreu aumento de renda no período, porém mesmo aos empregados sem carteira assinada, a situação ainda é considerada problemática.
A situação para os próximos anos é preocupante, pois a expansão econômica dos últimos meses tem afastado a oferta de mão de obra para a função. Consequentemente, as empregadas que permanecem em atividade estão envelhecendo, tanto que em uma década mulheres com mais de 30 anos aumentaram sua representatividade no trabalho de 56,5% para 72,7%.
Inúmeras questões podem ser debatidas. O nível de responsabilidade do empregado doméstico é altíssimo, geralmente só reconhecido, de maneira negativa, quando algum incidente com pertences (quedas de vaso, móveis lascados etc.) ocorre. A situação precisa melhorar já, ainda mais porque o Brasil tem como presidente uma mulher.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Foi-se o tempo em que o simples fato de ter uma Graduação em Ensino Superior, era símbolo de status e garantia de emprego no Brasil.

O Governo vive criando propagandas dizendo sobre a oferta de empregos em nosso país, gostaria de saber onde elas estão, pois, o que tenho acompanhado pelas ruas é totalmente o contrário.

Vejo pelas ruas profissionais das mais diversas formações (médicos, engenheiros, fisioterapeutas, advogados, enfermeiros, administradores, entre outros) se degladiando pelas ruas por uma simples vaga de um emprego normal, muitas vezes fora de suas próprias formações.

É inaceitável quando se é aberto um edital de concurso público o valor do salário desses profissionais com Ensino Superior, ser em muitas das vezes em torno de um salário mínimo (R$545,00).

Essa semana estive verificando o preço do Curso de Medicina em uma Universidade particular da minha região, não acredito até agora, o valor da mensalidade é de R$4.000,00 (isso mesmo, QUATRO MIL REAIS), e olhe que estou falando apenas da mensalidade, todos sabemos que o custo não será apenas esse. Esse valor equivale a mais de 7 (sete) salários mínimos. Agora, como alguém consegue pagar uma Faculdade neste preço? E o pior, depois de anos pagando este absurdo, como alguém sobrevive recebendo salário mínimo?

Já passou da hora de nossos governantes agirem, ou no futuro creio que teremos menos pessoas com condições de arcar com o custo desse, e não ser remunerada de acordo após sua formação. Afinal, somos profissionais apaixonados pela profissão, mas não podemos viver apenas de paixão, precisamos de salários dignos também.

Por Henrique Pereira


O emprego no Brasil segue em alta, e os salários também. Segundo a Catho, o rankig com os cargos que tiveram maior aumento de salário nos últimos 4 meses trazem as áreas de engenharia nos três primeiros lugares. Os números são oriundos da Pesquisa salarial e de Benefícios, que é realizada a cada quadrimestre.

Não é surpresa os cargos de engenharia figurarem nos primeiros lugares. Engenharia de Obra e Civil tiveram mais crescimento devido ao aumento de obras graças à facilidade das construtoras em obter crédito e financiamento para a construção de obras residenciais, comerciais e estatais.

Mas a maior surpresa é o cargo de Engenharia do Meio Ambiente em primeiro lugar. Há poucos anos ele nem existia,e o crescimento dos salários reflete os investimentos cada vez maiores da empresas nessa área, denotando a preocupação do impacto ambiental no dia a dia dessas companhias.

Por Maximiliano da Rosa


O governo brasileiro dispôs ao grande público brasileiro o Salariômetro, ferramenta que visa medir a média salarial do brasileiro por área de atuação, faixa etária, sexo, escolaridade, entre outros. Na época de seu lançamento, garantias de que a população poderia reivindicar, por fim, aumento de rendimentos foram asseguradas.

Sueli Martines, consultora da Thomas Case & Associados, avalia que o profissional que busca melhor remuneração dentro de seu atual emprego precisa ter, em primeiro lugar, consciência de sua importância na estrutura da empresa e verificar todas as possibilidades que lhe permitam crescer.

Para ela, fazer cursos fora do país ou participar de treinamentos são pontos cruciais para essa idealização, mas caso não exista qualquer possibilidade crescimento, deve-se ir em busca de outro local de trabalho. No segundo caso citado neste parágrafo, recomenda que a procura precisa ser feita discretamente, por meio de consultorias de recolocação profissional.

Caso exista um relacionamento amigável entre o patrão, Sueli indica conversa aberta, com argumentos concretos, ilustrando os ganhos que a empresa obteve ao contar com a mão-de-obra em destaque, além de economias conquistadas e ganhos dos mais variados tipos – visto que uma companhia sempre se foca em resultados.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte:  Canal Executivo do UOL





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